
Um homem identificado apenas como João do Peixe, foi preso em flagrante durante uma blitz realizada na noite desta sexta-feira (14), no municipio de Duque Bacelar. De acordo com informações da PM, o condutor foi parado e o veículo que conduzia revistado, os policias então encontraram um revólver de calibre 38 e com seis munições. Questionado sobre a procedência do arma, José ofereceu a quantia de R$2.500 para que os militares o libera-se.
João foi conduzindo para a delegacia onde foi autuado pela tentativa de suborno e porte ilegal de arma de fogo.

Após desentendimento com funcionários do Cidade Velha Pub, o policial foi convidado a se retirar e, na rua, teria efetuado o tiro.
Na madrugada deste sábado (15), um policial militar disparou um tiro após ter sido retirado do bar Cidade Velha Pub, localizado na Praia Grande. O policial teria sido convidado a se retirar após acusações de homofobia dentro do pub. O tiro não deixou ninguém ferido, mas assustou a comunidade.
De acordo com testemunhas, o policial estava à paisana. Policiais do 9º Batalhão de Policia Militar (9º BPM) estiveram no local e conduziram o soldado para o Plantão Central de Polícia Civil, localizado na Rua das Cajazeiras, no centro da cidade.
O caso será investigado pela Polícia Civil.
Diante da situação e dos rumores, os administradores do Bar resolveram contar a história sob sua ótica na rede social twitter. Leiam na íntegra.

No dia 03 de março, servidores das equipes da Estratégia Saúde da Família ( ESF ) e membros do Sindicato dos Enfermeiros de São Luís (Sindenf) protestaram na porta da Secretaria Municipal de Saúde sobre a regulamentação das 30 horas para a jornada de trabalho da categoria.
Os representantes solicitavam que fosse mantida e assegurada a Lei 5.863 de 24 de julho de 2014 que define a jornada de trabalho dos enfermeiros, técnicos de enfermagem e auxiliares de enfermagem integrados da administração pública Direta e Indiretamente Municipal em 30 horas semanais e sem redução de salário, tornando nulo os efeitos do ofício circular n 3.186/17 que aumenta 10 horas na jornada de trabalhos semanais destes profissionais.
]
O Vereador Umbelino Junior acompanhou desde o início a reclamação dos sindicalistas e se dispôs a mediar buscando solução a luta da classe.
Primeiramente recebeu em seu gabinete representantes do Sindenf, ouviu suas reivindicações e após reuniu-se novamente com representantes da classe, juntamente com a Secretária Municipal de Saúde, Helena Dualibe onde a mesma ressaltou que a greve é legal, solicitou por escrito às reivindicações pois teriam que ser enviadas a Procuradoria Geral do Município e Ministério da saúde para que juntos chegassem a um consenso.
Após reuniões com sindicato e Secretária de Saúde, o Vereador Umbelino visitou a Promotora de Saúde Glória Mafra onde trataram sobre a situação dos enfermeiros e aprimoramento no tratamento humanizado dos atendimentos da população.
Após intensas negociações e em prol dos ludovicenses que buscam atendimento com profissional de saúde. Enfermeiros, técnicos de enfermagem e auxiliares de enfermagem integrados na administração pública Direta e Indiretamente Municipal a pedido do Presidente da Comissão de Saúde Vereador Umbelino Junior, em assembleia, a categoria de enfermagem resolveu retomar suas atividades após o feriado da semana santa, na segunda-feira (17), tendo assim, fim a paralisação realizada pela classe.

Flyer para festa DiverCity em Salerno, no sul da Itália, causa revolta entre políticos conservadores
A organização LGBT DiverCity, de Salerno, no sul da Itália, está causando polêmica no país depois de criar uma versão gay e erótica do famoso quadro da Santa Ceia para divulgar uma festa para esta Quinta-feira Santa. A imagem mostra Jesus e seus 12 discípulos nus e seminus, beijando-se e fazendo sexo de diversas formas.
Previsivelmente, a brigada conservadora da Itália, ainda não plenamente recuperada do fato de que a união civil está legalizada no país desde maio do ano passado, resolveu bradar pela censura da imagem e cancelamento do evento. Raffaele Adinolfi, representante local do partido Il Popolo della Famiglia, declarou: “Nós do Popolo della Famiglia podemos apenas expressar publicamente nossa indignação e convidar todos os habitantes de Salerno, crentes e não-crentes, a fazerem o mesmo”.O partido de que faz parte se opõe ao casamento homoafetivo, ao aborto, ao divórcio e ao uso de barrigas de aluguel.
A festa, “Divercity Easter Edition”, tem como lema “não somos blasfemos, somos alternativos!”. A resposta de Adinolfi a isso é que a imagem é “ofensiva, e alternativa a apenas uma coisa: o bom gosto”. E continua: “seria de bom tom se os proprietários e gerentes do evento cancelassem a festa por respeito à comunidade como um todo e a suas tradições – o mesmo respeito que as minorias exigem mas frequentemente não estão dispostas a conceder.”
Emanuele Avagliano, um dos organizadores da DiverCity, defendeu o evento num post no Facebook: “Queremos reafirmar nosso respeito pela opinião alheia, mas igualmente reiteramos com força e convicção nossa liberdade para vivermos e nos divertirmos da maneira como acharmos melhor. Além disso, enfatizamos que a peça de comunicação que utilizamos não tem como intenção blasfemar, nem ofender, nem desrespeitar.”
Avagliano continua: “Isso dito, lamentamos perceber que mais uma vez o ‘Popolo della Famiglia’, na falta de outros alvos, mais uma vez procura combater LGBTs para ganhar visibilidade às nossas custas, em detrimento de tantos gays, lésbicas e pessoas transgênero. Convidamos a todos, portanto, a estarem presentes na quinta-feira com mais força e fé que de costume, e recuperarem um espaço de liberdade, de expressão e de entretenimento, essencial para jovens homossexuais e pessoas trans de nossa cidade.”
“Nossas cores, nossos sorrisos e nossos corações não podem nem devem serem contidos por pessoas que se escondem por trás do racismo político e da homofobia”, finaliza Avagliano.
No ano passado, juízes italianos decidiram que dizer que alguém é homossexual não pode ser considerado ofensivo, e no começo desse ano uma corte em Trento reconheceu legalmente um casal de gays como os pais de um bebê gerado por barriga de aluguel. Por outro lado, outra corte decidiu em janeiro que um garoto de 13 anos deveria frequentar um “centro para jovens” por 12 horas, todos os dias, por ser “afeminado demais”.

Cuba cancelou o envio de 710 médicos para o Brasil, previsto para este mês. A suspensão se deu, conforme ofício enviado ao governo brasileiro, devido ao possível descumprimento de termos do acordo de cooperação. Em nota enviada à imprensa, o Ministério da Saúde diz que poderá enviar a Cuba uma delegação brasileira para esclarecer os questionamentos do governo cubano.
O Brasil recebeu nesta quinta-feira (13), por meio da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), a solicitação de uma reunião de representantes brasileiros e cubanos para tratar do programa Mais Médicos.
Segundo o governo cubano, o cancelamento do envio se deu pelo aumento de ações judiciais impetradas por médicos cubanos vinculados ao programa e sua contratação direta pelo Ministério da Saúde, determinada por liminares. Essa situação, segundo o texto do ofício, não estaria em conformidade com o acordo firmado.
A cada três meses, o Ministério da Saúde realiza editais para preencher os postos de trabalho eventualmente vagos no programa. No último edital, para cerca de 1,6 mil vagas, mais de 8 mil candidatos brasileiros se inscreveram para a seleção.
Segundo o Ministério da Saúde, caso necessário, as vagas não preenchidas pela cooperação serão oferecidas nos próximos editais. Os médicos cubanos que chegariam ao Brasil são 600 novos bolsistas e 110 para reposição de profissionais.
Cubanos no Mais Médicos
Quando o Mais Médicos foi lançado, em 2013, a maciça presença de médicos cubanos foi duramente criticada pelas entidades médicas brasileiras. Um dos motivos foi o fato de estes profissionais não terem registro nos conselhos regionais de medicina do Brasil. Além disso, os vencimentos deles são pagos ao governo cubano, que repassa ao profissional um valor menor do que o recebido por outros participantes do programa.
Porém, apesar de os editais do programa sempre priorizarem a contratação de brasileiros, a maior parte das vagas, muitas localizadas em áreas carentes e de difícil acesso, como Distritos Sanitários Indígenas, não atraía o interesse de profissionais brasileiros. Desde 2015, o governo tem apostado em novas estratégias para que os brasileiros participem do Mais Médicos.
Em janeiro deste ano, pela primeira vez, além da reposição de rotina, foram disponibilizadas vagas antes ocupadas por profissionais cubanos, que vieram ao Brasil por uma cooperação intermediada pela Opas. Segundo balanço do início deste ano, das 18.240 vagas do programa, 62,6% são ocupadas por cooperados cubanos, 29% por brasileiros formados no Brasil e 8,4% estrangeiros e brasileiros formados no exterior.
A meta do governo federal é substituir 4 mil médicos cooperados por brasileiros em três anos e, assim, reduzir de 11,4 mil para 7,4 mil participantes cubanos. A expectativa é chegar a 7,8 mil brasileiros no Mais Médicos, representando mais de 40% do total de profissionais.