Prisões de assaltantes crescem 63% nos últimos dois anos em São Luís

O número de prisões de assaltantes de bancos cresceram 63,5% em 2016, de acordo com um levantamento da Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP‐MA), divulgado nessa segunda‐feira (23). Ainda segundo os dados, o número de explosões a caixas eletrônicos caiu 2,2% no ano passado.

Em 2016, a Superintendência Especial de Investigação Criminal (Seic) desarticulou diversas quadrilhas interestaduais de roubo a banco com a prisão de 237 suspeitos. O número é maior que os de 2015, quando 145 pessoas foram detidas por este crime. Os dados ultrapassam também os de 2014, quando apenas 112 suspeitos foram presos.

Um dos desafios da polícia é impedir os ataques às agências que têm como alvo dos assaltantes os caixas eletrônicos, muitas vezes destruídos nas investidas. Os dados da SSP‐MA mostram que em 2015 foram registrados atentados deste tipo contra 54 equipamentos. O trabalho policial conseguiu diminuir estas ocorrências em 2016, quando os registros caíram para apenas 44 casos. Em 2014, foram registradas 45 situações destas.

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PMDB de Timon pede a cassação de Luciano Leitoa

Ludwing – Volta a esquentar o cenário político em Timon. O Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), através do presidente do Diretório de Timon, ex-deputado Sétimo Waquim (foto) e por intermédio dos advogados Eliomar Feitosa, Pedro Marinho e Amanda Waquim acionaram a Justiça na segunda-feira (23) com uma Representação por captação e gastos ilícitos para fins eleitorais contra o prefeito Luciano Leitoa e seu vice, o comunista João Rodolfo.

Segundo a Representação do PMDB, a prestação de contas do candidato eleito Luciano Leitoa e seu respectivo vice têm “diversas ilegalidades perpetradas que as tornam eivadas de vícios insanáveis, em desacordo com a Lei Geral das Eleições”.

Acrescenta ainda que “tais condutas aqui narradas caracterizam captação e uso ilícito de recursos, inviabilizando o escorreito exercício da fiscalização sobre as contas de campanha pela Justiça Eleitoral, revelando-se uma prática que deve ser extirpada, uma vez que é ordinariamente utilizada como artifício para obter vantagem econômica com nítido potencial de viciar a vontade popular”.

No item Receitas da Representação existe um fato que chama a atenção. No documento informa que as doações foram praticamente feitas todas em apenas quatro datas, sendo que dentro do período de greve dos bancos 58 pessoas conseguiram ter acesso a agência para fazer a doação em espécie. Além disso, existem quatro doações de beneficiários do Programa Bolsa Família; doadores sem CPF; doações de pessoas sem capacidade financeira; presença de cheque sem fundos; gastos eleitorais antes da abertura da conta de campanha; quase 1.000 omissões eleitorais, o que pode caracterizar caixa dois etc.

Diante dos fatos narrados nas receitas e despesas da prestação de conta do prefeito Luciano Leitoa e do seu vice, João Rodolfo os advogados do PMDB requereram a Justiça a condenação dos representados, por captação e utilização ilícita de recursos (artigo 30-A da Lei das Eleições), com a consequente cassação dos diplomas e demais efeitos legais.

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Ônibus com passageiros é alvejado por criminosos

Do JORNAL PEQUENO – Na noite dessa segunda-feira (23), um ônibus foi atingido por três tiros no bairro do Tibiri, em São Luís. De acordo com informações, homens entraram no coletivo e roubaram os pertences dos passageiros.

As balas atingiram o para-brisa dianteiro e as janelas. A polícia está em busca dos suspeitos.

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Beto Castro diz que formação de bloco visa fortalecer os partidos na Câmara

Vereador Beto Castro (Pros)

O vereador Werbeth Macedo Castro (Pros), mais conhecido como Beto Castro, afirmou em contato com o blog, que a formação de bloco independente na Câmara Municipal de São Luís (CMSL) entre diferentes partidos, a maioria deles da base de apoio ao governo, não significa um movimento de oposição ao prefeito Edivaldo Júnior (PDT), mas uma tentativa de fortalecimento das legendas. O grupo que é formado por 11 vereadores de 09 partidos, se reuniu pela primeira vez na semana passada. O colegiado conta com Pros, PCdoB, PSD, PSL, PTC, PRTB, DEM, e os oposicionistas PP e PHS.

“Não somos contra ninguém, mas a favor do povo de São Luís e do Parlamento. Esse movimento que nós vereadores estamos propondo fazer não é contra o prefeito Edivaldo Júnior. Até porque a maioria dos integrantes apoiou a reeleição do prefeito. A ideia de formar o bloco parlamentar vista fortalecer os partidos através das bancadas”, declarou.

Beto Castro durante reunião que contou com ex-ministro Gastão Vieira.

Beto Castro afirmou que São Luís sai na frente na formação desse bloco, mas reconheceu que ele já vem sendo discutido desde a legislatura passada. O vereador entende que, com a formação do bloco, cada parlamentar vai abrir mão da essência do que pensa, para apoiar a essência do que o grupo pensa.

Além de Beto Castro, compõe o colegiado os vereadores Chico Carvalho (PSL), Ricardo Diniz (PCdoB), Paulo Vitor (Pros), Marquinhos (DEM), Sá Marques (PHS), Edmilson Jansen (PTC), Cézar Bombeiro (PSD), Genival Alves (PRTB), Francisco Chaguinhas (PP)  e Marcelo Poeta (PCdoB).

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Decreto de emergência vira farra sem licitação em Pinheiro

Decreto abre porta da prefeitura para a farra dos contratos sem licitação.

Dois dias após assumir a prefeitura de Pinheiro, o prefeito João Luciano Silva Soares (PP), mais conhecido como Luciano Genésio, decretou situação de emergência na cidade, que fica localizada a 333 km de São Luís. O documento, que tem prazo de 30 dias, prorrogáveis por igual período, foi publicado no Diário Oficial do Estado (DEO) da última quinta-feira, dia 19 de janeiro.

No documento, o gestor explica que a situação de emergência foi motivada pelo caos administrativo deixado nos três últimos meses de gestão, inclusive com a saúde pública, diante do iminente prejuízo no atendimento perante os postos de saúde e no próprio hospital municipal, com graves riscos para a preservação da vida humana.

“(…) O relatório preliminar da comissão de levantamento situacional apontou um caos administrativo deixado nos três últimos meses de gestão, inclusive com a saúde pública, diante do iminente prejuízo no atendimento perante os postos de saúde e no próprio hospital municipal, com graves riscos para a preservação da vida humana”, relatou.

Luciano Genésio diz no documento que ‘caos’ motivou situação de emergência.

PORTA ABERTA PARA FARRA   
O problema é que o decreto que também se estende aos serviços de manutenção e conservação da limpeza pública municipal abriu a porta da prefeitura para a farra dos contratos sem licitação. É que com a emergência, o município fica dispensado de licitação e os contratos de aquisição de bens e materiais necessários às atividades podem ser feito com mais urgência.

DOCUMENTO
Baixa aqui o Diário Oficial com o decreto e os contratos sem licitação

Treze dias após a publicação do documento, por exemplo, o prefeito Luciano Genésio dispensou licitações para realizar uma série de compras emergenciais. Sem uma fiscalização sistemática, a aplicação correta dos recursos fica mesmo por conta do chefe do executivo. E neste caso, desvio de recursos, quando ocorre, leva anos para ser investigado, talvez por esse motivo, decreto como esses não tem respaldo na legislação e não exime os gestores das responsabilidades legais da lei de responsabilidade fiscal e demais normas de regência.

GASTANÇA COM FORASTEIRAS
Depois de baixar o decreto de emergência e torrar a bagatela de quase R$ 2 milhões de reais sem licitação, Luciano Genésio seguiu abusando da impunidade em seus 24 dias de gestão, ou seja, menos de um mês.

O primeiro ato do prefeito pinheirense, após decretar situação emergencial, foi cassar o alvará das empresas locais e proibir a emissão  de documentos para proprietários de novos estabelecimentos. A decisão autoritária de Genesinho serviu como um álibi perfeito para não contratar empresas do município que mesmo em funcionamento, ficaram impossibilitadas de serem contratadas por faltas de alvarás.

Com decreto, Luciano Genésio torra quase R$ 2 milhões de reais sem licitação.

Em prejuízo às empresas locais, o prefeito de Pinheiro contratou várias empresas de fora do município e até do estado por cifras elevadíssimas. Sem licitação, é claro. As empresas forasteiras, na maioria das vezes, não têm equipamentos e chegam ao município oferecendo um serviço duvidoso.

O caso é de polícia, mas o blog vai trazer todas as denúncias para que os órgãos de controle e fiscalização possam tomar as devidas providências.

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