
Pelo menos quatro integrantes pediram pela retirada de seus nomes. Favorito na disputa, Cleomar Tema caminha para ser eleito em chapa única
Restando pouco menos de uma semana para a realização da eleição para a presidência da Federação dos Municípios do Estado do Maranhão (Famem) para o biênio 2017/2018, prefeitos da chapa encabeçada pela mandatária do município de Rosário, Irlahi Linhares Moraes (PMDB), começam a abandonar o barco.
De acordo com informações dos blogueiros Carlinhos Filho e Clodoaldo Corrêa, pelo menos quatro integrantes da chapa da peemedebista resolveram retirar os seus nomes da disputa, alegando de motivos pessoais à falta de tempo para para fazer parte da composição.
São eles: Lindomar Araújo (PROS), de Marajá do Sena; Osmar Fonseca (PT), de Lago do Junco; Luciene Costa (PV), de Bom Lugar; e Maurício Carneiro (PCdoB), de São Benedito do Rio Preto.
Com o esvaziamento em massa, o prefeito reeleito de Tuntum, Cleomar Tema (PSB), que já era franco favorito na disputa em razão do cacife de quem já presidiu a Famem e o farto tirocínio político, caminha para ser eleito para a presidência da entidade em chapa única.
O pleito será realizado na próxima segunda-feira 16, das 8h30min às 17h30min, na sede da Federação dos Municípios do Maranhão, localizada no bairro do Calhau, em São Luís.

vereador Edvan Brandão.
A Justiça negou o pedido de anulação da eleição da Câmara de Bacabal e a consequente anulação da posse do prefeito José Vieira e do vice-prefeito Florêncio Neto.
Como antecipado neste Blog , a eleição da Câmara de Bacabal foi parar na Justiça. O questionamento foi feito pelo grupo do senador João Alberto representado pelo vereador Edvan Brandão.
O grupo de vereadores que compõem o grupo de João Alberto ajuizou uma ação de declaração de nulidade da sessão solene de posse dos vereadores e do prefeito José Vieira e seu vice-prefeito Florêncio Neto.
Edvan Brandão pediu a concessão de tutela provisória de urgência antecipada em caráter antecedente. O juiz Marclo Silva Moreira negou.
Na prática, se o pedido tivesse sido atendido, o vereador seria o legítimo presidente da Câmara e não estaria valendo nenhum ato realizado no dia primeiro de janeiro, nem a posse de Zé Vieira e Florêncio Neto.
Não houve nova posse
Desde a segunda-feira (9) disseminou-se na cidade a notícia de que a qualquer momento Edvan Brandão tomaria posse como prefeito da cidade. Algumas pessoas chegaram a se preparar para a posse que nunca aconteceu.
Uma fonte com acesso ao grupo político de João Alberto, afirmou ao Blog que o grupo político pretende entrar com recurso na Justiça.

Luizinho Barros, prefeito de São Bento decidiu suspender a nomeação de servidores concursados, feitas pelo antecessor dele e que foi determinada pela Justiça
Após esperar quase dois anos pela aguardada nomeação em um cargo público, para o qual foi aprovada por meio de concurso, a professora Joise da Conceição Fária iniciou 2017 entusiasmada com a nova rotina, mas agora enfrenta uma situação angustiante, após ter a nomeação tornada sem efeito por um decreto da prefeitura. “Estava frequentando a escola a qual fui lotada, assinando o livro de ponto. Em uma certa manhã, ao chegar à escola e tentar pegar o livro para assinar, fui impedida e me falaram que não era preciso mais ir para a escola, apenas aguardar em casa até segunda ordem. Fiquei super constrangida, porque no momento haviam várias pessoas lá. Me senti humilhada”, relata.

Imagens da nomeação de Joise Farias
Nomeada para o cargo de professora do Ensino Fundamental, Joise Farias faz parte do grupo de servidores públicos da cidade cuja nomeação feita no final de 2016 pelo ex-prefeito da cidade foi revogada em um dos primeiros atos do atual prefeito, Luizinho Barros (PC do B). Pouco depois de assumir o posto, Luizinho Barros baixou um decreto suspendendo a nomeação de servidores públicos, realizadas pelo antecessor dele, Carlinhos Muniz (PSDB). A decisão de suspender a nomeação destes servidores, aprovados em concurso realizado em 2013 e homologado em 2014, foi tomada logo nos primeiros dias do mandato do atual prefeito.
Os servidores foram nomeados por decisão judicial, que determinou ao antecessor de Luizinho Barros a demissão de terceirizados e contratados, além da convocação e nomeação dos candidatos excedentes aprovados no concurso feito pela prefeitura em 2013. Ao determinar esta medida, em decisão liminar tomada em junho de 2016, atendendo a ação do Ministério Público, o juiz Marcelo Moraes Rego de Souza argumentou que não se mostra razoável a contratação de servidores de forma precária (terceirizados, contratados), por parte da prefeitura de São Bento, com a existência de candidatos aprovados em concurso público aguardando nomeação.
Somente no final de dezembro do ano passado, a prefeitura de São Bento cumpriu a decisão judicial e nomeou os servidores aprovados no concurso realizado em 2013, mas com a troca de posto no comando da cidade, o novo gestor do município decidiu suspender as nomeações. Um dos argumentos apresentados no decreto que tornou sem efeito a nomeação destes servidores é de que eles foram nomeados no dia 20 de dezembro de 2016, dentro do período de três meses antes da posse do prefeito eleito, o que seria vetado pela legislação eleitoral e tornaria nulo o ato de nomeação. Entretanto, este tipo de proibição só ocorre em concursos que foram homologados antes do inicio do prazo que veda estas nomeações, o que no caso das eleições municipais começou a partir de julho de 2016, mas em relação ao São Bento, o concurso foi homologado em 2014.
Questionado pela reportagem do MA 10 a respeito do caso, Luizinho Barros afirma que tomou esta decisão para observar a regra da “legalidade” e a respeito da contratação de servidores que estaria sendo feita pela prefeitura, conforme relatos feitos pelos servidores que tiveram de deixar o cargo, ele acrescentou que não está “contratando ” nenhum” servidor, apenas está colocando as pessoas em cargos de confiança, de acordo com a lei municipal.

A Comissão que coordena o processo de eleição para nova diretoria da Federação dos Municípios do Estado do Maranhão (Famem), biênio 2017/18, encaminhou nesta quarta-feira (11) aos prefeitos Cleomar Tema (Tuntum) e Irlahi Moraes (Rosário) despacho notificando-os acerca de pendências que deverão ser sanadas pelas chapas encabeçadas pelos dois gestores.
As pendências referem-se a municípios não filiados que estão participando das chapas; documentos enviados em cópias, quando o estatuto da entidade exige vias originais; e substituição de municípios devido a pedidos de renúncia.
Os dois pré-candidatos à presidência já foram notificados e tem prazo de 24 horas para proceder as mudanças, sob pena de não poder participar do pleito marcado para a próxima segunda-feira, dia 16 de janeiro.

Os trabalhadores rodoviários de São Luís realizam nesta quinta-feira, 12, uma assembleia geral da categoria para definir se irão ou não cruzar os braços por tempo indeterminado. Motoristas e cobradores de ônibus reivindicam um percentual de reajuste de 13% no salários, além de aumento no valor do tíquete alimentação e plano de saúde.
Para o Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários, a possível paralisação no setor não está descartada já que ainda não avanço entre a classe trabalhadora e patronal do sistema. Conforme a categoria, ainda não houve o cumprimento de acordos anteriores com base na Convenção Coletiva do Trabalho.
O presidente do Sindicato dos Rodoviários, Isaías Castelo Branco, afirmou que se não houver avanço na discussão, haverá paralisação por tempo indeterminado no sistema de transporte da capital maranhense.
O secretário municipal de Trânsito e Transportes, Canindé Barros, ressaltou que a Prefeitura de São Luís ainda não irá intervir nesse impasse. “Iremos aguardar o diálogo entre os rodoviários e o SET (Sindicato das Empresas de Transportes de Passageiros)”, declarou.