
Secretário Júlio França continuará comandando o esporte na gestão de Edivaldo Holanda Júnior
A decisão do prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT) de manter o secretário Júlio França no comando da Secretaria Municipal de Desporto e Lazer (Semdel) é uma nova oportunidade que o gestor tem para fazer as coisas acontecerem verdadeiramente. Muitos acreditam que era a hora de troca, mas o prefeito parece ter decidido esperar um pouco mais, mesmo que isto lhe custe mais alguns meses de desgaste, ou não.
Como numa partida de futebol, diria que o juiz mandou o jogador repetir o pênalti que ele havia perdido. É isso que Edivaldo faz agora com Júlio França. Resta saber se ele vai fazer o gol agora.
Sempre digo que a vida de atleta nunca foi fácil. Muitos precisam fazer “mágica” para alcançar os resultados e até sobreviver praticando uma modalidade. E não é diferente para um gestor na área de esporte, até porque não está entre as prioridades e não é visto da forma que deveria.
Mais do que trabalhar para entregar o Nhozinho Santos, Júlio França precisa entender a oportunidade que o esporte lhe oferece e deve trabalhar por ela. É possível sim fazer muita coisa com o pouco que se tem.
No início da gestão de Edivaldo Holanda Júnior, o então secretário Raimundo Penha mostrou que é possível fazer de um limão uma limonada.
Dinheiro para esporte não cai do céu e também não está nos orçamentos das Prefeituras, por isso o gestor precisa ter criatividade. Precisa fazer projetos e buscar apoio e parceria na iniciativa privada. Ficar de braços cruzados não vai resolver nada.
Mas é fato, também que o prefeito Edivaldo deve olhar o esporte com mais atenção.
Apesar disso, esporte deve ser feito por quem gosta dele, mesmo que não o conheça, mas é preciso gostar e se cercar de uma equipe de técnicos que saberá dizer o que fazer. Agora se o comandante não consegue contaminar positivamente os seus comandados ai mesmo que as coisas nunca acontecem.
É hora de recuperar o tempo perdido, por isso espero que Júlio França assuma de fato essa secretaria e que faça as coisas voltarem a acontecer no esporte.
Vamos ao trabalho, Júlio França…

Um caminhão foi utilizado pela polícia para bloquear a entrada dos criminosos na cidade.
De acordo com informações do Superintendente da Seic, Tiago Bardal, houve confronto entre policiais e a quadrilha que pretendia assaltar a agência do município, na noite dessa terça-feira (03).
“O grupo pretendia entrar na cidade e explodir uma agência bancária. A Polícia Militar havia monitorado o grupo e conseguiu interceptar os criminosos na BR-316”, afirma o superintendente.
Após perceber a presença dos policiais, os criminosos iniciaram os disparos contra a PM. Durante o confronto, um dos bandidos morreu.
Na fuga, os criminosos atearam fogo em dois veículos.
Policiais continuam no município para prender o restante da quadrilha.

A eleição do vereador César Brito para a presidência da Câmara de Vereadores de Bacabal deve ser questionada na Justiça pelo grupo do senador João Alberto que fez uma votação paralela no dia primeiro de janeiro.
A sessão especial para instalação da Câmara, posse dos vereadores e posse do prefeito e vice-prefeito foi realizada na casa de eventos Real Place e presidida pelo vereador João Garcez Filho, o Maninho.
Os vereadores que apoiam o grupo do Senador e do ex-candidato a prefeito Roberto Costa chegaram do confinamento (releia) a tempo de registrar a chapa concorrente.
O ponto nevrálgico da história foi quando dois vereadores não apresentaram o Diploma para terem direito a posse: Natália Duda e Joãozinho Algodãozinho. Duda ainda conseguiu, dentro do tempo concedido pelo presidente Maninho, pegar o seu diploma em casa e foi empossada. O diploma do vereador Joãozinho não foi apresentado e em seu lugar foi empossado temporariamente o suplente Raimundo Feitosa.
Procedida a votação, foi eleita a chapa encabeçada pelo vereador Cesar Brito que, ato contínuo, empossou o prefeito José Vieira Lins e o vice-prefeito Florêncio Neto.
Os vereadores que apoiam o ex-candidato Roberto Costa, como forma de protesto, se retiraram e fizeram uma eleição paralela em outra sala. A partir daí o vereador Edvan Brandão passou a ser considerado presidente, diante do questionamento sobre a legalidade da posse do suplente Antonio Feitosa, o que – na visão dos partidários de João Alberto – torna anulável a eleição.
Segundo o Blog apurou, o grupo de vereadores pretende questionar judicialmente a eleição nas próximas horas.
Joãozinho Algodãozinho, o nome mais comentado
Vendedor ambulante de algodão doce, João da Cruz Rodrigues (foto) foi eleito pela primeira vez nas eleições de outubro e é o nome mais comentado na cidade de Bacabal.
Depois de ter sido a surpresa da eleição, por ter feito uma campanha sem dinheiro, Joaozinho foi o destaque no processo de eleição da Mesa Diretora. Primeiro foi dado como desaparecido pela família (releia), depois comparece sem o diploma na cerimônia de posse.
Se Joãozinho nao foi empossado, como teria votado?
O fato intrigante é que, se a eleição paralela feita pelo grupo do ex-candidato Roberto Costa, foi feita simultaneamente, como é que Joãozinho foi empossado como vereador para poder votar? O voto dele é contado como um dos nove daquela ala política.

O vereador Ivaldo Rodrigues (PDT) assumiu na manhã desta terça-feira (3), o cargo de secretário Municipal de Agricultura, Pesca e Abastecimento (Semapa) no segundo mando do prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT). Com isso, assume em seu lugar o primeiro suplente da coligação, Paulo Victor (PROS) que deve ser empossado nos próximos dias.
Estreante na politica, Victor concorreu a uma vaga no Legislativo Municipal pelo PROS, obtendo nas urnas o quantitativo de 4.562 votos (0,87%), ficando na 33ª colocação. O suplente de vereador tem como ocupação a Astronomia e possui apenas 30 anos de idade.
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Vereador Umbelino Júnior, autor da proposta, afirma a instalação da tecnologia em prédios públicos visa garantir melhorias, segurança e melhor infraestrutura.

Proposta do vereador Umbelino Júnior ainda não tem previsão para entrar em pauta.
Um tremor de baixa intensidade que atingiu São Luís nesta terça-feira (3) fez o vereador Umbelino Júnior (PPS) estudar uma proposta que pretende tornar obrigatória a instalação de tecnologia anti-sísmica – terremoto – em estabelecimentos comerciais, industriais e de serviços, além de órgãos públicos de toda a capital maranhense.
A proposta que ainda não tem previsão para entrar em pauta na Câmara, segundo o parlamentar, visa garantir melhorias, segurança e melhor infraestrutura para a população ludovicence que frequenta ou trabalha nesses estabelecimentos.
“Esse projeto para nossa Ilha, abrangeria os prédios públicos como escolas, creches, hospitais, entre outros, a população ludovicence seria a primeira do estado a contar com os benefícios da tecnologia anti-terremoto”, ressaltou o parlamentar em contato com o blog.
TECNOLOGIA EM OUTROS PAÍSES
Em outros países como no Japão, essa tecnologia já está em prática. Lá, os prédios ganharam alicerces com suspensão para absorver o impacto gerado pelo terremoto. Nos imóveis como os do governo japonês, são instalados amortecedores eletrônicos, que podem ser controlados à distância. Em prédios mais simples são usados amortecedores de molas que funcionam de um jeito parecido à suspensão de veículos.
É utilizado material especial para amortecer as junções entre as colunas, a laje e as estruturas de aço que compõe cada andar. Todos os andares possuem, além de paredes de concreto, uma estrutura de aço interna, que ajuda a suportar o peso do prédio.

Prédio da Secretaria Municipal de Educação (Semed) é evacuado após tremor.
TREMOR EM SÃO LUÍS
Na manhã desta terça-feira (3), por volta das 5h, um fenômeno inesperado denominado “tremor de adaptação” abalou São Luís e algumas cidades do Maranhão. Foram horas de desespero e temor por quem presenciou o tremor.
De acordo com o professor de Geografia Física da UEMA (Universidade Estadual do Maranhão), Luís Jorge Dias, esse fenômeno ocorreu em virtude de acomodação por conta das rochas estarem absolutamente saturadas do peso que elas suportam.
“Esse tremor de acomodação aconteceu por conta das rochas estarem absolutamente saturadas do peso que elas suportam, do solo pra baixo, e isso permite a retirada de água sem injeção de absolutamente nada. Por conta disso, as rochas se acomodam no solo até alguns poucos quilômetros de profundidade. Um abalo dessa natureza para ser perceptível por nós deve ter sido entre 3.5 e 4.5 na escala Richter”, explicou.
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