Com a presença do senador João Alberto, o vereador Fábio Câmara, pré-candidato do PMDB à Prefeitura de São Luís, reuniu na tarde desta quinta-feira (21), os pré-candidatos a vereador pelo partido nas eleições de outubro deste ano.
O evento político-partidário ocorreu no escritório do parlamentar, localizado no bairro da Cohama, em São Luís, e contou também com a participação do deputado federal João Marcelo e do presidente interino do PMDB no Maranhão, Remi Ribeiro.
O pré-candidato a prefeito explicou que o encontro foi um ato de confraternização com os pré-candidatos a vereador que serviu não só para alinhar o discurso, nesta fase da pré-campanha, mas para apresentar aos presentes, a prospecção de filiados com nome à disposição para o pleito.
CONTRA O CONSÓRCIO
Durante seu discurso, Câmara afirmou que estava “abrindo mão da verba para elevar o verbo” e destacou os motivos pelos quais está disposto a concorrer ao cargo de prefeito da capital.
— Eu faço coisas que políticos não costumam fazer: abro mão da verba do salario, da verba indenizatória e saio da zona de conforto para ser candidato a prefeito. Faço isso porque é inadmissível que o povo de São Luís não tenha outras opções além do consórcio de pré-candidatos apoiado pelo governador. Consórcio é uma modalidade de compra programada, uma forma de poupança por meio de autofinanciamento — declarou.
Em sua fala, o senador João Alberto destacou que o ato reforça a união do partido com os pré-candidatos.
— Isso demonstra a união do PMDB com os pré-candidatos. Estou me sentindo muito à vontade, para dizer isso, pois cheguei ao partido quando muitos aqui nem haviam nascido. O PMDB tem representatividade e a decisão da pré-candidatura a prefeito faz com que a sigla cresça e mostre a força que sempre teve no estado — destacou.
O deputado João Marcelo destacou a importância do PMDB lançar pré-candidatos não apenas em São Luís, como também em outros municípios do estado. Na opinião do parlamentar, a legenda precisa recuperar a força que sempre teve no cenário politico maranhense.
— Acho importante que o partido tenha candidato e vejo com bons olhos o nome do vereador Fábio Câmara em São Luís. Nosso focou não é apenas a capital, estamos com pré-candidaturas em vários municípios do estado — disse.
APOIO DOS PRÉ-CANDIDATOS
Vários postulantes a uma vaga na Câmara de Vereadores destacaram a importância da pré-candidatura de Fábio Câmara em São Luís. Um deles foi o servidor público federal, Evan de Andrade, que foi candidato ao cargo de Senador em 2014 e este ano vai buscar uma cadeira no parlamento municipal. Em entrevista, ele que falou em nome dos demais pré-candidatos disse que uma candidatura a prefeito vai fortalecer o partido na capital.
— Entendo que é muito salutar termos candidatura própria, pois isso irá fortalecer o quadro do PMDB. É um desejo da executiva nacional e estadual que o partido se fortaleça e a pré-candidatura de Fábio Câmara para nós, é motivo de muita alegria e satisfação. Isso vai fortalecer o nosso partido em nível municipal e regional — reforçou.
O evento político-partidário ocorreu no escritório do parlamentar, e contou também com a participação do deputado federal João Marcelo e do presidente interino do PMDB no Maranhão, Remi Ribeiro.
O prefeito e pré-candidato a reeleição, Beto Pixuta (PDT), participou, na noite da última quarta-feira (20), de uma reunião de trabalho com cidadãos nascidos no município de Matinha e que, atualmente, estão residindo em São Luís.
Beto participa deste tipo de encontro desde o início de sua gestão. Visa aproximar, cada vez mais, aqueles conterrâneos que, apesar de não estarem morando na cidade, são apaixonados por Matinha; tem interesse em saber sobre os avanços levados para o município e de reivindicar; e que fazem questão de exercer o direito de escolher seus representantes.
“Sempre que estou em São Luís a trabalho, gosto de me reunir com os milhares de matinhenses que moram na capital, mas que amam a sua terra natal e fazem questão de participar da rotina social e política da cidade”, afirmou.
Beto, que estava na capital tratando de interesses da prefeitura junto ao governo do estado, fez um balanço das ações desenvolvidas pela administração municipal ao longo destes quase quatro anos, relatando, por área, as diversas ações implantadas e que estão contribuindo com o desenvolvimento do município.
Os presentes reconheceram o trabalho executado e também apresentaram sugestões que, na avaliação dos mesmos, são importantes neste processo contínuo de crescimento de Matinha.
Uma delas foi a ampliação das ações do Conselho Tutelar no município, proposta que foi prontamente aceita pelo prefeito e pré-candidato a reeleição.
“O encontro foi muito bom. Mesmo não estando morando em Matinha, por questões de trabalho, sempre estou na cidade, minha família toda mora lá. É importante ter esse feedback do prefeito que, sempre que está em São Luís tratando de interesses da cidade, faz questão de participar deste tipo de encontro conosco”, afirmou Edvaldo Mendonça, que atualmente mora no Jardim Tropical.
A reunião aconteceu na Cidade Olímpica e contou com as presenças de matinhenses que moram no próprio bairro e em localidades próximas, tais como Cidade Operária e Jardim Tropical, por exemplo.
O Diretório Municipal do Partido Progressista de São Luís realizou na última terça-feira (19) um Workshop de Gestão e Estratégia Eleitoral. O evento ocorreu no período da noite no auditório do Curso Wellington da Cohab e teve como público alvo a candidatura majoritária do partido e os pré-candidatos a vereadores de São Luís. O evento contou, também, com a participação assessores e filiados ao Partido Progressista.
Um dos palestrantes foi o deputado estadual, presidente municipal e pré-candidato a prefeitura de São Luís Wellington do Curso. O professor Wellington abordou as conceituações de como se dá o Poder Local e a importância da Governança Democrática.
”Nós compreendemos a participação popular como algo essencial em qualquer plataforma de atuação. Por isso, destacamos a relevância de uma Governança Democrática, pautada na participação dos cidadãos e da sociedade civil em processos de tomada de decisão, o que aperfeiçoa a definição de prioridades políticas, sendo um aspecto central da qualidade da democracia”, disse Wellington.
Já o especialista em comunicação e marketing político, Guga Fleury, gestor de dezenas de campanhas eleitorais em todo o Brasil, iniciou a palestra falando sobre “O Brasil e as Eleições de 2016”, dando destaque nas “regras de ouro para campanhas vencedoras”.
“Vivemos grandes transformações na política, econômica e social. Hoje, as eleições têm novas regras e os pré-candidatos agora estão aprendendo ou conhecendo as “regras de ouro para campanhas vencedoras”. Ainda estamos falando de algo muito importante, formatar e gerenciar a imagem política, como seus nichos de apoio. Aqui, estamos apresentando novos caminhos e tendências dentro das novas necessidades de comunicação política”, explicou Guga.
O especialista em Marketing Político Digital e consultor de empresas em todo o Brasil, Márcio Almeida, abordou de forma didática as estratégias a serem adotadas na campanha digital.
“Aqui os pré-candidatos estão aprendendo dentro da Lei o que pode e o que não pode fazer nas redes sociais no período de pré-campanha e durante a campanha a partir do dia 16 de agosto. Com essa nova sociedade digital precisamos está atualizados quanto as ferramentas que podemos utilizar, redes sociais, conteúdos a serem postados entre outros”, disse o especialista
Com a proximidade do pleito eleitoral, marcado para o próximo dia 02 de outubro, onde milhares de cidadãos estarão elegendo os seus representantes para os cargos de prefeito e vereadores, os atuais detentores de cargos eletivos, na ânsia de manter o status quo, estão cometendo os piores absurdos e administrando a coisa pública como se fosse o quintal da própria casa.
Nas próximas horas, no pequeno município de Mirinzal, na baixada maranhense, o prefeito Amaury Almeida(PDT) deverá ser apontado como autoridade coatora, no Mandado de Segurança que será impetrado pela Procuradoria da Câmara Municipal, objetivando a complementação do repasse garantido por lei ao Poder Legislativo.
De acordo com o presidente da CM, o vereador Wanderson Ribeiro (PROS), a usurpação do repasse em quase 30% foi motivada pelo rompimento entre o presidente e o prefeito, ocorrido há pouco mais de 15 dias.
“Constitucionalmente, como em Mirinzal temos menos de 100 mil habitantes, o repasse deve ser de 5% da receita municipal, no entanto, sem nenhuma explicação e com disparidade entre a base de cálculo existente e os dados apresentados pelo próprio prefeito, ele(prefeito) reduziu o nosso repasse em mais de R$14.000(quatorze mil) reais, incorrendo assim em crime de improbidade administrativa, e o que é pior, como se ainda tivéssemos na chamada era coronelista, pelo simples fato de não mais coaduna com a cartilha rezada por ele”, disse indignado o presidente.
Diante de uma situação bastante delicada, para conseguir administrar a Casa Política, Wanderson relatou que foi necessário o corte de várias despesas, inclusive redução de salários.
“Há tempos estamos atravessando uma situação difícil. Para manter a folha em dia, tivemos que reduzir o salário do nosso contador, procurador, tesoureiro, inclusive, dos próprios vereadores, e agora o prefeito se acha no direito de cometer tamanha arbitrariedade. O que é isso? Em que País estamos? Onde estão as autoridades constituídas? Cadê a independência entre os Poderes? Cadê o Ministério Público? Eu cansei de tantas arbitrariedades. Cansei de vê armações, perseguições e maracutaias. Não tenham dúvida que vamos rechaçar tamanha ilegalidade”, finalizou Wanderson.
Até o fechamento desta matéria, por inúmeras vezes tentamos contato com o prefeito Amaury Almeida, através do fone 98/33991456, mas este não foi encontrado para falar sobre o assunto.
O Brasil deverá aumentar impostos para complementar o ajuste fiscal, recomendou o Fundo Monetário Internacional (FMI). Em documento divulgado hoje (21), o FMI informou que o pequeno espaço para o Banco Central reduzir os juros aumenta a necessidade de o país buscar o equilíbrio nas contas públicas, tanto por meio de corte de gastos quanto por meio de elevações de tributos.
De acordo com o documento, a alta de impostos deverá complementar a proposta de limitar o crescimento dos gastos públicos, enviada ao Congresso Nacional no mês passado. O FMI também recomenda que o país continue com reformas estruturais que permitam ao governo reduzir despesas obrigatórias, como as da Previdência Social.
“No Brasil, o espaço para políticas de estímulo monetário é limitado por pressões inflacionárias subjacentes, e a consolidação fiscal deve continuar para reduzir os grandes déficits [nas contas públicas]. O novo governo deve complementar o limite proposto para os gastos federais correntes com medidas tributárias [termo usado pelo FMI para se referir a altas de tributos] e enfrentar a rigidez de gastos e mandatos insustentáveis, inclusive no sistema de previdência”, destacou o FMI.
Chamado de Nota de Vigilância do FMI para o G-20 (grupo que reúne as 20 maiores economias do planeta), o documento traz recomendações para a reunião de ministros das Finanças do grupo. O encontro começa no sábado (23) na China e terá o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, como representante brasileiro.
Além do aumento de impostos e da contenção dos gastos públicos, o documento sugere que o Brasil prossiga com reformas estruturais que aumentem a produtividade e a competitividade. Para o FMI, o país também precisa dar continuidade à implementação do programa de concessões de infraestrutura, considerado pelo órgão como essencial para eliminar gargalos logísticos e impulsionar o crescimento do país.
Segundo o documento, as condições no Brasil e na Rússia começam a melhorar, e os dois países podem retomar o crescimento econômico em 2017. De acordo com o FMI, a alta recente no preço das commodities – bens primários com cotações internacionais – alivia as pressões sobre os países emergentes, mas os preços continuam baixos em relação aos anos anteriores, e empresas no Brasil, na Índia e na Turquia estão endividadas em moeda local e estrangeira, o que pode acarretar dificuldades caso as condições da economia internacional se agravem e o fluxo de capitais se reduza.
Ao anunciar, no início do mês, a meta fiscal de déficit de R$ 139 bilhões, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse que o número leva em conta a obtenção de R$ 55,4 bilhões em receitas extras no próximo ano. Segundo Meirelles, o governo pretende recorrer a todas as fontes de recursos disponíveis, como venda de ações de estatais em bolsas de valoress, venda de ativos do governo, concessões de infraestrutura e outorga de campos de petróleo. A elevação de tributos viria apenas em último caso.
Fonte: Agência Brasil