Criança de 11 anos é baleada em tentativa de assalto na Cohab

Uma criança  de 11 anos ficou ferida em tentativa de assalto na manhã desta quinta-feira (14), no bairro da Cohab. Dois suspeitos de terem praticado o crime foram detidos.

A Secretaria de Segurança Pública (SSP) disse que três pessoas praticaram o crime em uma loja localizada na Avenida 15, III Conjunto Cohab.

Três armas de fogo foram apreendidas e houve troca de tiros entre os bandidos e a polícia. Os dois suspeitos presos foram feridos.

A criança foi encaminha ao hospital mas não corre risco de perder a vida.

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Dono do Salome bar também foi denunciado na PF

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Auditor fiscal da Receita Federal e dono do Salomé bar, Cícero Viana Souza.

Apesar de não ter sido indiciado a partir das investigações da operação “Lilliput”, da Polícia Federal, o dono do ‘Salomé bar’ e auditor fiscal da Receita Federal, Cícero Viana Souza, está nos autos do processo.

O auditor foi denunciado e teria recebido valores em dinheiro de Antônio Barbosa, dono da empresa Dimensão Engenharia e Construções Ltda com a finalidade de não realizar lançamentos tributários para a empresa.

Osmir Torres Neto, também auditor fiscal da Receita Federal, e tio do deputado federal, Rubens Júnior, que está detido no Complexo Penitenciário de Pedrinhas, alega ter sido pressionado, em depoimento dado à PF. Cícero teria sido a pessoa a pressionar Osmir após saber do esquema de corrupção.

 

Corregedoria encaminha medidas para regularização fundiária da Cidade Olímpica

Imagem: Divulgação/ Internet

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Pelo menos 1500 famílias da Cidade Olímpica devem receber o título de propriedade dos imóveis nos próximos meses. O assunto foi debatido durante reunião realizada no prédio anexo da Corregedoria Geral da Justiça, presidida pela juíza auxiliar da CGJ, Sara Gama – responsável pelas Serventias Extrajudiciais. A juíza titular da 1ª Vara da Fazenda Pública da capital, Luzia Neponucena, também participou do ato.

Flávia Alexandrina, secretária da SECID, ressaltou a importância da parceria e cooperação interinstitucional da Corregedoria no processo de regularização fundiária em diversas áreas do Estado, observando a sustentabilidade e o interesse social de imóveis situados em áreas de domínio da União no Maranhão.

A juíza Sara Gama, relatou que já existe decisão favorável da Corregedoria, baseado em parecer favorável da presidência, constante de processo de autoria da juíza Luzia Neponucena, determinando o prazo de 180 dias para o cumprimento. “A corregedora Anildes Cruz determinou prioridade para esta demanda social de regularização fundiária”, enfatizou a juíza Sara Gama.

O substituto do 1º Ofício de São José de Ribamar, Clemilson Moura, informou que a partir do recebimento dos documentos, iniciará o processo de expedição das certidões de inteiro teor conforme prazos trabalhados pelo cartório. “A partir das listagens encaminhadas e devidamente assinadas pela Associação de Moradores da Cidade Olímpica e Secretaria das Cidades, referente aos processos já montados, começa a correr o prazo para a expedição do documento”, informou Clemilson Moura.

Segundo a juíza Luzia Neponucena, o bairro Cidade Olímpica foi ocupado há 19 anos, em uma área total de 270 hectares, adquirida posteriormente pela Companhia de Habitação Popular (COHAB), absolvida pela Empresa Maranhense de Habitação – EMARPH. Esta, fez doação da área ao Estado do Maranhão, que a transformou em loteamento urbano em dezembro de 2003.

“Entretanto, os 9770 lotes para os quais foram abertas novas matrículas, permanecem como propriedade do Estado, o que jamais poderia acontecer, vez que o parcelamento em lotes já conferia a doação destes imóveis aos ocupantes ali identificados”, pontuou a juíza da 1ª Vara da Fazenda Pública da capital.

PRESENÇAS – também estiveram presentes na reunião, os advogados da Comissão de Regularização Fundiária da Secretaria das Cidades, Bruno Yuri Teixeira, Jéssica Arruda e Fernanda Cristina Soares; o secretário Adjuntos de Habitação, José Maria Meirelles; e o substituto do 2º ofício de Notas de São Luís (Cartório Celso Coutinho), Jurandir Leite.

 

Assessoria de Comunicação

Corregedoria Geral da Justiça do Maranhão

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(98) 3198-4636/ 3198-4624.

Imagem: Divulgação/ Internet

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Auditor fiscal que morreu também participou de esquema de propina

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Mauro Bayma, auditor fiscal da Prefeitura de São Luís, vítima de uma ataque fulminante em fevereiro deste ano.

Os documentos dispostos pela Polícia Federal com informações sobre a operação “Lilliput”, que prendeu 9 pessoas na última terça-feira (12), apontou a participação do auditor fiscal da prefeitura de São Luís, Mauro Luís Bayma do Lago Araújo. Mauro faleceu no início do mês de fevereiro vítima de um ataque fulminante.

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Sócio de Mauro Bayma, Roosevelt Bastos Filho, preso na operação da PF, Lilliput.

Em vida, Mauro também era responsável pela fiscalização de obras e emissão de alvarás de construção em favor dos empreendimentos da Dimensão Engenharia e Construção Ltda. O sócio dele, Roosevelt Bastos Filho, por sua vez, foi preso na operação “Lilliput”.
Dentre as movimentações financeiras contidas nos documentos, saques iguais ou acima de R$100 mil foram realizados em nome de Mauro.

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Santa Casa agoniza na UTI em São Luís

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Ambulâncias oriundas dos hospitais Socorrão I e II continuam chegando na sede da Santa Casa de Misericórdia em São Luís

Na tentativa de minimizar a crise e reverter a queda na produtividade da Santa Casa, membros do Sindicato dos Trabalhadores e representantes da unidade de saúde marcaram para esta quarta-feira, 13, uma reunião para garantir o pagamento das rescisões aos funcionários demitidos e manter os 303 que ainda estão responsáveis pelas funções administrativas e de saúde no prédio.

“Vamos até esta reunião para dar ainda mais garantias aos trabalhadores que saíram e aos que ainda estão lá”, disse a presidente do Sindicato dos Auxiliares e Técnicos de Enfermagem e Trabalhadores em Estabelecimentos de Saúde do Estado do Maranhão (SindSaúde), Dulce Sarmento. Mesmo com a redução na produtividade, vários pacientes chegam diariamente até o local e por meio de ambulâncias, em busca de atendimento.

A maioria das pessoas é oriunda dos Socorrões I e II, em virtude de convênio, firmado entre a direção da Santa Casa e a Prefeitura de São Luís, em 2013, que tem como finalidade dar assistência aos pacientes recebidos pelo Município.