O vereador Estevão Aragão (PSB), fez uma grave denúncia em sua página pessoal do Facebook contra uma escola da capital. De acordo com o parlamentar, um professor de inglês da referida escola chamou o seu filho de preto e disparou: “É, EU NUNCA VI PRETO ASSUMIR QUE FAZ ALGUMA COISA!”. A situação teria ocorrido, após uma chamada de atenção do docente ao estudante.
O ato configura injúria racial, que está prevista no artigo 140, parágrafo 3º, do Código Penal, que estabelece a pena de reclusão de um a três anos e multa, além da pena correspondente à violência, para quem cometê-la. De acordo com o dispositivo, injuriar seria ofender a dignidade ou o decoro utilizando elementos de raça, cor, etnia, religião, origem ou condição de pessoa idosa ou portadora de deficiência.
O vereador Estevão Aragão disse que a escola se recusou a apurar o caso e agora ele está tomando as devidas providências. Até a publicação desta postagem, a escola citada não emitiu nenhum posicionamento. Um boletim de ocorrência já foi registrado.
Confira a publicação:
No dia 23.03.16, meu filho foi vítima de um ato desumano ocorrido num lugar inimaginável e cometido por alguém mais inimaginável ainda: ocorreu em plena sala de aula, no Reino Infantil, na frente de todos os coleguinhas e praticado por ninguém menos que seu professor de inglês, cujo nome é Gilvan!
Ao ser chamado atenção em sala, meu filho respondeu a esse indivíduo alegando que não estava fazendo nada! O professor disse em alto e bom som, para todos ouvirem em sala: “É, EU NUNCA VI PRETO ASSUMIR QUE FAZ ALGUMA COISA!”
Procurei a escola, falei com a coordenadora que mandou falar a proprietária da escola, Sra. Socorro, que, para minha maior indignação e surpresa, tratou a questão com o maior descaso, disse que não me daria um retorno porque não tinha tempo pra ligar pra pai de aluno, e que se eu quisesse, poderia colocar nas redes sociais e procurasse meus direitos!
Bem, é exatamente isto que estou fazendo! Já registrei um BO na Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente, e vou dar encaminhamento aos processos judicias cabíveis!
Espero que compartilhem para que outros pais fiquem atentos e saibam que nem na escola os nossos filhos estão 100% protegidos!
BLOG DIEGO EMIR
A reitora da Universidade Federal do Maranhão (Ufma), Nair Portela, resolveu atender a recomendação da Advocacia Geral da União (AGU) de demitir, por improbidade administrativa, o professor Sofiane Ben El Hedi Labidi, com base na Lei 8.112, de 11.12.1990, que dispõe sobre o regime jurídico dos servidores públicos civis da União, das autarquias e das fundações públicas federais.
A demissão de Labidi foi publicada no Diário Oficial da União do último dia 19 de abril de 2016.
Nem mesmo a pressão da APRUMA-Seção Sindical da ANDES-Sindicato Nacional, sobre a reitoria, foi suficiente para evitar tal desfecho infeliz para o docente.
O Blog havia publicado o caso do professor Sofiane Labidi no post “AGU recomenda demissão de professor da UFMA e devolução de mais de R$350 mil ao erário”
A seguir o print do DUO, de 19/04/2016:
O vereador Fábio Câmara (PMDB) usou a tribuna na manhã desta segunda-feira (25), na Câmara Municipal de São Luís, para falar sobre a preocupação que a capital maranhense tem despertado em relação à incidência de casos de dengue, da febre chikungunya e do zika vírus –, doenças transmitidas pelo mosquito Aedes Aegypti.
O parlamentar citou que o avanço da doença pode ter relação com o acumulo de água nas ruas recheadas de buracos e espaços públicos entupidos de lixo.
“Com quatrocentos pontos de lixo, São Luís virou a terra de oportunidades para o mosquito Aedes aegypti – transmissor da dengue, zika e chikungunya. Esses lixões colaboram para o alto número de mosquitos e consequentemente aumento no número de casos”, disse o peemedebista.
Fábio Câmara afirmou que mesmo diante da divulgação em massa do perigo dessas doenças, o poder público vem deixando a desejar no quesito eliminação de criadouros, pois, segundo ele, o acumulo de água em buracos espalhados pela cidade viraram fontes ‘invisíveis’ de proliferação da doença.
“O Aedes precisa de água parada para se proliferar e com as chuvas dos últimos dias o que não falta em São Luís é buraco com água acumulada. Nas ruas e avenidas, os buracos estão cheios d’água e viraram fontes ‘invisíveis’ de proliferação da doença”, declarou.
A atual gestora da instituição, Mariana Albano de Almeida, obteve a primeira colocação no pleito, conquistando 54% dos votos dos seus pares, ficando o defensor público Werther de Moraes Lima Junior no segundo lugar.
Mariana Albano usou uma estratégia para virar a votação da Defensoria Pública do Maranhão aos 45 do segundo tempo.
As pesquisas mostravam que a eleição seria apertada entre Mariana e Werther Lima Júnior, com vantagem para o candidato de oposição. Albano, então, nomeou 18 novos defensores sete dias úteis antes da eleição da DPE. Assim, teria mais 18 votos para reverter o quadro que se apresentava. Não deu outra. O resultado final foi 78 a 70 a favor da atual gestora, 8 votos de diferença.
A virada graças à manobra mostrou que o sentimento da maioria dos defensores era pela vitória de Werther. Ambos estavam legitimados, inclusive com vantagem para Werther.
Ao ser enviada a lista tríplice para o governador Flávio Dino escolher o novo Defensor Geral do estado, escolheu Werther. A manobra de Mariana acabou não funcionando.
O deputado estadual Fábio Macedo (PDT) mostra uma impressionante falta de habilidade política. O deputado perdeu três importantes lideranças que lhe renderam 2 mil votos em média cada uma. O ex-prefeito de Timbiras, Nonato Pessoa, a ex-prefeita de Chapadinha, Aparecida Leite, e Baleco de Chapadinha (que foi candidato a deputado federal em dobradinha com Macedo) não querem nem ouvir o nome de Fábio Macedo. O deputado não recebe e não atende ligações de nenhuma liderança. Dizem que seu interesse é investir em prefeitos com mandato e esquecer quem lhe ajudou na eleição. Se for, está fadado ao fracasso.