Obras públicas paralisadas em Balsas viram foco do Aedes aegypti

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Algumas obras públicas paralisadas no município de Balsas, a 810 km de São Luís, estão virando uma ameaça à segurança da população e também a saúde pública. É que além de se tornar esconderijo de criminosos, esses locais podem acolher criadouros do mosquito Aedes aegypti.

Como é caso de uma obra em uma quadra esportiva situada no bairro São Caetano. O local que deveria ser um ponto de encontro para o lazer da população se tornou um novo foco para o mosquito transmissor da dengue, febre chikungunya e o vírus da zica.

Na quadra de esportes do bairro, o mato, a sujeira e a grande quantidade de objetos que acumulam água parada criam um cenário propício para a proliferação do mosquito Aedes aegypti.

A dona de casa Maria de Lourdes Noleto que reside na região diz que teme por sua saúde, já que quando chove aumenta o número de mosquitos. “No dia que chove enche tudo de água isso enche tudo de água. Tem muito mosquito, tem o medo da contaminação que é demais. Os vizinhos tão tudo doente de febre, dor nas pernas, dor no corpo”, finaliza.

Onze presos fogem de delegacia em Santa Helena no Maranhão

img-20160328-wa0009Onze presos ainda não identificados fugiram da Delegacia de Santa Helena, a 115 km de São Luís, na madrugada desta segunda-feira (28). Segundo a polícia, um dos detentos, identificado como Adriano Ronald, já foi recapturado.

Os suspeitos, de acordo com os policiais, serraram parte das grades de contenção, renderam o carcereiro e conseguiram fugir. Os policiais de plantão estavam em diligência e somente o agente de carceragem estava no  estabelecimento prisional.

img-20160328-wa0008Por telefone, o investigador Roney de Oliveira, que está acompanhando o caso, informou ao G1que já existe uma equipe em busca dos outros nove detentos foragidos. “Começamos a busca pelos foragidos ontem à noite e fomos até as 2h da madrugada. Conseguimos recapturar um preso até agora. O local aqui dificulta, pois há muito terreno baldio, há um rio nas proximidades. Mas vamos continuar as buscas agora pela tarde”, inteirou o investigador.

Em nota ao G1 a Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP) afirma que estão sendo feitas diligências com o intuito de localizar e prender os detentos que fugiram da Delegacia de Santa Helena.

Leia a íntegra da nota:
“A Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP) informa que estão sendo realizadas diligências para localizar e prender os onze presos que fugiram da Delegacia de Santa Helena na noite de domingo (27). Um deles, identificado como Edson Frazão Melo, conhecido como ‘Boboca’, já foi recapturado. Os trabalhos de busca e investigação da polícia prosseguem até que todos os fugitivos sejam recapturados”.

Obras públicas paralisadas em Balsas viram foco do Aedes aegypti

Algumas obras públicas paralisadas no município de Balsas, a 810 km de São Luís, estão virando uma ameaça à segurança da população e também a saúde pública. É que além de se tornar esconderijo de criminosos, esses locais podem acolher criadouros do mosquito Aedes aegypti.

Como é caso de uma obra em uma quadra esportiva situada no bairro São Caetano. O local que deveria ser um ponto de encontro para o lazer da população se tornou um novo foco para o mosquito transmissor da dengue, febre chikungunya e o vírus da zica.

Na quadra de esportes do bairro, o mato, a sujeira e a grande quantidade de objetos que acumulam água parada criam um cenário propício para a proliferação do mosquito Aedes aegypti.

A dona de casa Maria de Lourdes Noleto que reside na região diz que teme por sua saúde, já que quando chove aumenta o número de mosquitos. “No dia que chove enche tudo de água isso enche tudo de água. Tem muito mosquito, tem o medo da contaminação que é demais. Os vizinhos tão tudo doente de febre, dor nas pernas, dor no corpo”, finaliza.

Estado deve garantir segurança em Olinda Nova

DelegaciaPara garantir segurança pública em Olinda Nova do Maranhão, o Ministério Público do Maranhão (MPMA) ajuizou, em 22 de março, Ação Civil Pública (ACP) com obrigação de fazer contra o Estado do Maranhão, requerendo, liminarmente, a designação de delegado, escrivães, carcereiros, investigadores e policiais militares concursados para atuar no município.

O objetivo é solucionar a insuficiência do quadro funcional, precariedade da estrutura física e das condições para servidores e presos na delegacia, ausência de cadeia pública e destacamento da Polícia Militar na cidade. Outro problema que motivou o ajuizamento da ação foi a falta de material para atividades dos órgãos na cidade.

Na ACP, o promotor de justiça da Comarca, Peterson Armando Azevedo de Abreu, também requer a construção de um novo prédio para a delegacia do município. Outra solicitação é o fornecimento de viaturas, combustível, armas e rádios para atividades das polícias Civil e Militar, além de materiais para limpeza do local e alimentação dos presos.

Uma inspeção, realizada em junho de 2015, verificou que o município não dispõe de “infraestrutura mínima e de pessoal para garantir a necessária segurança da comunidade”. Na delegacia, há acúmulo de inquéritos, como resultado da inexistência de delegado titular e da insuficiência do quadro funcional, que conta somente com uma investigadora e uma escrivã.

Delegacia

Um dos problemas observados foi a falta de servidores de carreira, o que leva à existência de servidores públicos municipais prestando serviços no órgão, a exemplo do que exerce a função de carcereiro. Ele faz a vigilância do local e é responsável por receber presos definitivos.

“Esses servidores não prestaram concurso público e nem possuem treinamento para atividades privativas de servidores efetivos das polícias Civil e Militar”, ressalta o promotor de justiça.

Estrutura física

A delegacia de Olinda Nova do Maranhão funciona em um prédio alugado, em péssimo estado de conservação, e no qual não há espaço para guarda de provas e nem espaço adequado para carceragem.

A vistoria constatou, ainda, a necessidade de pintura e reparação de infiltrações, além do aumento do muro da área em que os detentos tomam banho de sol. As celas, nas quais não há aparelhos sanitários, também devem passar por reformas.

A inspeção também verificou a deficiência de recursos materiais no órgão, além de inexistência de computador, ar condicionado e/ou ventiladores no cartório policial.

Polícia Militar

O destacamento da Polícia Militar no município não dispõe de mobiliário, computadores e impressoras. No prédio, falta água e há várias infiltrações.

Também não há identificação do órgão, que está localizado em uma rua estreita que impede a realização de manobras rápidas com a viatura. O destacamento também não dispõe de policiais em número suficiente, uma vez que são necessários, no mínimo, três por dia, em regime de revezamento. Atualmente, existem no órgão somente dois.

“A inexistência de um aparato de segurança pública minimamente eficaz, por parte do Estado do Maranhão, aprofunda a sensação de impunidade, além da desconfiança permanente da população nas entidades e órgãos públicos responsáveis pela segurança na cidade”, enfatiza o representante do MPMA.

Pedidos

Como pedidos finais, o promotor de justiça requer o encaminhamento, pelo delegado regional que responde pela delegacia do município, à Justiça da relação de todos os servidores que atuam no órgão policial local, com especificação de número e funções exercidas, além das respectivas portarias da Secretaria de Segurança Pública.

Outro pedido é que sejam informados o número e que funções devem exercer os servidores necessários para o desempenho mínimo das atividades da Polícia Civil no município.

Entre os pedidos está o encaminhamento, pelo delegado regional, da relação dos recursos materiais disponíveis (viaturas, móveis, armamentos, instalações físicas da Delegacia e Cadeia Pública) e os materiais necessários para o desempenho das atividades da Polícia Civil em Olinda Nova do Maranhão.

O Ministério Público também solicita que o comandante da 13ª Companhia Independente da PM de Viana, à qual está vinculado o destacamento do município, a relação dos recursos materiais disponíveis e os necessários para o desempenho adequado das atividades da polícia local.

Uso de no breaks é obrigatório nos semáforos de São Luís

É só chover um pouco para vários problemas aparecerem na cidade de São Luís. Ruas ficam alagadas; buracos surgem dificultando a trafegabilidade em diversas; e os semáforos em pane deixam o trânsito um verdadeiro caos. Mas alguns desses problemas já deveriam ter sido solucionados, por exemplo, os dos conjuntos semafóricos.

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Existe uma lei municipal, a LEI 250 de 21.05.2013, de autoria do vereador Armando Costa (PSDC), que dispõe sobre a obrigatoriedade da instalação de no break, aquelas baterias de emergências muitos úteis, nos semáforos de São Luís.

O uso dessas baterias garante que um aparelho eletrônico não sofra danos quando a energia cair ou oscilar. Isso acontece porque o equipamento faz com que a energia passada para o aparelho seja “limpa”. Ou seja, livre de oscilações e protegida dos principais problemas elétricos. Além disso, caso falte energia, o no break mantém equipamento ligado.

Para Armando Costa, a instalação desses aparelhos nos conjuntos semafóricos da capital é importante. “Esse sistema de alimentação, principalmente no período chuvoso em que as quedas de correntes elétricas são mais recorrentes, proporcionará a população um índice de stress menor e a fluidez normal do tráfego, quando as panes elétricas acontecerem”, destacou o vereador.

O vereador luta diariamente junto ao legislativo municipal para que projetos que beneficiem a população ludovicense como um todo sejam implantados. O sistema de no breaks é lei e o Executivo Municipal tem a obrigação de colocar em prática.