A farra na distribuição de terras que deveriam ser da reforma agrária, negociatas de lotes de beneficiários com terceiros e conivência das autoridades são muitos existentes no Maranhão. Se a Controladoria Geral da União fizer uma investigação com o Ministério Público Federal no Maranhão vão identificar casos bastante escabrosos e que devem comprometer inúmeros ex-superintendentes do INCRA.
No assentamento de Santa Rosa dos Pretos e outros nas imediações de Entroncamento de Itapecuru-Mirim, existem casos de lotes de reforma agrária, que foram transformados em fazendas, apesar das denúncias de assentados feitas à direção do INCRA e do Ministério Público, sem falarmos em centenas de problemas semelhantes em todo o Estado.
O mais grave é que grandes extensões de áreas que poderiam ser utilizadas para assentamentos da reforma agrária estão anexadas a patrimônios particulares de empresas do agronegócio, de políticos e de empresários. O mais vergonhoso é que as autoridades têm conhecimento através de denúncias e chegam a se certificar, mas não adotam providências devido ingerências dos interesses do poder. Para exemplificar, na região do Baixo Parnaíba e mais precisamente nos nove municípios dominados pelo plantio do eucalipto pelo grupo Suzano Papel e Celulose, existem áreas de terras devolutas que poderiam perfeitamente ser transformados em assentamentos de reforma agrária, mas no entanto criminosamente são utilizadas para a dominação através do eucalipto.
Diante da denúncia nacional de distribuição de terras e negociatas de títulos, a Controladoria Geral da União e o Ministério Público Federal têm a responsabilidade de investigar e responsabilizar os dirigentes de instituições que fizeram favorecimentos, os compradores e vendedores de lotes e arrecadar todas as terras para assentar famílias que realmente precisam da terra, para dela com o suor de cada dia, retirar o pão para o próprio sustento e dos seus familiares, além de amenizar o grave problema dos conflitos agrários.
Para muitos a disputa eleitoral em São José de Ribamar está praticamente definida e, ao que tudo indica, o ex-prefeito da cidade, Luís Fernando Silva (PSDB) deve ser eleito mais uma vez, após comandar a Prefeitura por dois mandatos.
Entretanto, Luis Fernando não será candidato único e, até o momento, outros quatro nomes já são especulados como pré-candidatos na disputa eleitoral.
Iniciam o ano como pré-candidatos em São José de Ribamar, o ex-prefeito Julinho Matos, o sindicalista Arnaldo Colaço e os ex-deputados estaduais, Alberto Franco e Jota Pinto.
Julinho Matos já demonstrou interesse em disputar a eleição, mas primeiro terá que se entender com a Justiça Eleitoral, pois tem algumas pendências a serem sanadas e pode ser incluído na Lei da Ficha Suja e não ter seu eventual registro de candidatura validado.
Já Arnaldo Colaço segue com o discurso radical e confirma que tem a intenção de disputar o pleito. Colaço sonha em contar com o apoio do governador Flávio Dino, o que dificilmente acontecerá.
O ex-deputado estadual Jota Pinto, que pode retornar a Assembleia Legislativa ainda esse ano, tem a seu favor o fato de ser um nome novo e o único com a possibilidade de unir todos os demais nomes num eventual embate contra Luís Fernando. Além disso, Jota Pinto tem a seu favor as votações expressivas que conseguiu em São José de Ribamar nas duas últimas eleições.
O nome mais recente que aparece na lista dos pré-candidatos é do ex-deputado estadual Alberto Franco. Atualmente na equipe do prefeito Gil Cutrim, Alberto Franco poderia ser um nome a disputar a eleição com o eventual apoio do atual gestor.
Vale lembrar que nem o governador Flávio Dino e muito menos o prefeito Gil Cutrim, se manifestaram ainda sobre a eleição na cidade balneária de São José de Ribamar. Os dois políticos tem conversado com alguns dos pré-candidatos, mas não oficializaram apoio a ninguém.
Indiscutivelmente, faltando dez meses para o pleito, é Luis Fernando o favorito a vencer a disputa, mas na política tudo muda muito rápido e é exatamente por esse motivo, que o ex-prefeito e ex-secretário da Casa Civil e de Infraestrutura no Governo Roseana tem se movimentado muito nos bastidores.
O saguão do Departamento Estadual de Trânsito (Detran) é o retrato do caos todos os dias. No início da manhã desta terça-feira, só havia três servidores para atender centenas de usuários dos serviços do órgão, que fatura milhões em taxas por mês. A reclamação foi geral e nem assim há qualquer sinal de melhora.
O tratamento dispensando a quem procura o Detran é desumano. Como se não bastasse ter que pagar altos valores pela emissão da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), emplacamento de veículos, multas de trânsito, entre outras cobranças, e aturar a burocracia, o cidadão ainda é humilhado em filas de atendimento onde a espera costuma demorar horas.
Em vez de excelência, o que se vê no Detran é desordem. Sem contar as irregularidades descobertas (e não descobertas) pela polícia.
Um usuário que passou pelo sufoco perguntou se o governador Flávio Dino (PCdoB) tem conhecimento do caos no Detran. Claro que sim, e nada faz.

O prefeito de Turiaçu Humbelino Ribeiro, conhecido pelas farras que costuma realizar em sua cidade e por sempre ter problemas com a Justiça, é mais um dos gestores que vive se reclamando da crise e da falta de verba e para justificar sua péssima gestão à frente do município.
Não bastasse isso, o prefeito ainda tem que bancar a ostentação do filho Humbelino Júnior, enquanto a população padece com a falta de serviços básicos, como abastecimento de água, saúde, educação e o mínimo de infraestrutura.
Humbelino Júnior que já foi vereador de São Luís as custas do dinheiro do pai prefeito, está curtindo as férias nos Estados Unidos, mas precisamente em Miami Beach. Ele postou em sua página na rede social, dirigindo um Mustang esportivo.
De onde será que vem dinheiro para bancar tanta mordomia???
As Lojas Marisa encerraram suas vendas diretas por causa da crise, concentrando as atenções da empresa em negócios mais estáveis e maduros, reduzindo custos e contribuindo para a manutenção da marca num patamar de estabilidade. Estima-se que mais de 5 mil pessoas ficarão desempregadas com o encerramento das vendas diretas.
Ao que tudo indica, a crise que afeta o país pode trazer ainda mais consequências negativas nos próximos meses.
Por mais que o governo tente acalmar os trabalhadores, a preocupação é inevitável, e as taxas de desemprego tendem a ser crescentes, bem como haverá uma sensível redução no mercado de consumo, afetando empresários, industriários, comerciantes e a economia de forma geral.
Marisa anuncia Fim das vendas diretas
Costuma-se dizer que a crise atual não possui precedentes recentes, o que coloca os investidores em posição de retração, sendo que tal postura é mais do que esperada, e pode ser apenas o início de uma cadeia de retração.
Seguindo essa fase mais cautelosa da economia, as pessoas tendem a consumir apenas produtos que se mostrem extremamente necessários, poupando mais do que gastando, esperando ansiosamente que essa forte crise financeira passe com maior brevidade possível, permitindo que o país volte a crescer, ocupar uma posição confortável no cenário mundial, deixando os brasileiros numa postura menos assombrada.
A rede de lojas Marisa possui forte atuação no comércio varejista de roupas, que já começou a sentir os efeitos da crise, com a queda crescente nas vendas, e dificuldades de negociação interna. Retração e crise nunca são momentos propícios ou bem vistos, contudo, se bem aproveitados pode ser sinônimo de lucro, ou ainda manutenção dos parâmetros normais.
Portanto, na atual situação do Brasil, para os empresários, o importante não é lucrar, efetivamente, mas manter-se no mercado, com uma economia saudável e pelo menos, pagando as contas. Enquanto a crise financeira não passar, provavelmente as empresas adotarão posturas mais conservadoras.