No início desta terça-feira (02), um incêndio causou preocupação nos moradores do condomínio Farol da Ilha, no bairro ponta da areia e os arredores. Ainda não se sabe as causas do incêndio, mas segundo o Copo de bombeiros a moradora estaria dentro do seu apartamento.
Moradores da cidade de Turiaçu, carentes de serviços de saúde com qualidade, vêem a obra de um hospital, já concluída desde o final do ano de 2013, abandonada. O espaço que deveria suprir as falhas no setor, mostra que é apenas mais um resultado do descaso da gestão pública.
Hoje, a população conta com o hospital municipal com estrutura completamente defasada: faltam médicos, medicamentos, macas, ou seja, falta todo aparato essencial para que o serviço seja prestado com dignidade.
O jornalista e apresentador de TV Léo Oliveira morreu na madrugada desta terça-feira (2) em um acidente de automóvel na BR-222, na região de Santa Luzia do Tide, a 295 km de São Luís. O jornalista teria sido socorrido e levado a um hospital da região, mas não resistiu e faleceu às 3h40 da madrugada. A informação foi confirmada pelo inspetor da Polícia Rodoviária Federal, Antônio Norberto.
Segundo testemunhas, o que teria causado o acidente foi um buraco na rodovia em que Léo teria tentado desviar e, então, chocou de frente com um caminhão boiadeiro. Léo Oliveira trabalhou em diversas emissoras de televisão em Imperatriz. Atualmente ele apresentava um programa sobre o mundo rural.
O número de pessoas usando smartphones para acessar a internetchegou a 68,4 milhões no Brasil, no primeiro semestre de 2015. O trimestre anterior mostrava que 58,6 milhões usavam aparelhos do tipo para navegar na web. Houve, portanto, um aumento de quase 10 milhões de usuários nos últimos três meses.
Os números foram obtidos pela pesquisa Mobile Report, realizada pela NielsenIbope. De acordo com eles, o mais crescimento foi entre as classes C, D e E. Antes, a soma das três classes representavam 36%, agora, representa 38%.
As classes predominantes no uso de smartphones para acessar a internet são A e B, que representam 62% do total.
Geograficamente, os smartphones estão concentrados na região Sudeste, que abriga 47% dos usuários. Em seguida está a região Nordeste, com 23% e Sul, com 15%. Apenas o estado de São Paulo concentra 26% dos smartphones conectados do país.
A faixa etária responsável pela maior parcela de usuários é entre 25 e 34 anos – com 27% dos usuários de smartphones no país. Usuários de 35 a 49 anos representam 24% dos usuários do Brasil.
A pesquisa também analisou os hábitos de consumo de conteúdo e de apps da população. Os serviços mais acessados são: redes sociais, e-mail, vídeos, notícias, música e portais de notícias.
Entre os 20 apps mais usados, o destaque fica para as redes sociais, sete entre os vinte. Em seguida, apps de bancos representam quatro desses aplicativos.
Notícias
A pesquisa da Nielsen Ibope também perguntou aos entrevistados a relação com o consumo de notícias no smartphone. Entre os usuários de internet no celular, 40% afirmaram consumir notícias pelo aparelho.
O hábito mais comum é de abrir o navegador para acessar as notícias – resposta de 68% dos entrevistados que procuram notícias no smartphone. Redes sociais (com 42%) e apps de mensagens (com 30%) são outras maneiras de acessar o conteúdo.
A pesquisa da Nielsen Ibope foi realizada pela internet com 908 usuários de smartphones de todo o Brasil entre 26 de abril e 5 de maio de 2015.
Preituras e estados de todo o País não receberam até agora repasse do governo para a gestão do Bolsa Família relativo ao ano de 2015, segundo informações publicadas nesta segunda-feira pela Folha de S.Paulo. Com os atrasos, ficam comprometidos a checagem da frequência de crianças nas escolas e postos de saúde, além da atualização cadastral dos beneficiários.
De acordo com o jornal, os repasses feitos entre fevereiro e abril deste ano são relativos ao último trimestre de 2014. Embora o atraso não tenha comprometido o recebimento das verbas de pelos menos 14 milhões de famílias, os programas de acompanhamento nunca tinham passado por atrasos como esse antes.
Algumas prefeituras cortaram funcionários ligados ao programa, segundo a Folha de S.Paulo. À publicação, o Ministério do Desenvolvimento Social reconheceu os atrasos e disse que a situação vai se normalizar assim que receber os repasses do Tesouro Nacional.
De acordo com a publicação, prefeituras informam que os atrasos afetam programas como o Cras e Creas (centros de assistência social), além de reclamarem que o governo federal aumentou a carga de trabalho dos municípios, exigindo mais fiscalização.
A revisão dos cadastros ocorre todos os anos e é dirigida aos beneficiários com dados desatualizados há mais de dois anos.