Desepero leva Laci a ‘plantar’ até fake news na Raposa

Ruim com o ‘anzol’, ex-prefeito agora mostra ser um ‘péssimo’ agricultor, que planta ‘mentira’, mas só vem colhendo ‘verdades‘

O desespero da família Laci está grande na Raposa, com alta rejeição no município o grupos dos ex-prefeitos José Laci e Talita Laci (pai e filha), tenta de todas as formas atingir a imagem da gestão do atual prefeito Eudes Barros de forma negativa, mas sempre fracassam.


Vendo o prefeito Eudes Barros cada vez mais em alta, com grande aprovação em todas as pesquisas, o ex-prefeito que vive rodeado de conselheiros de botequim, tentou fazer um carnaval para peitar a prefeitura e passaram vergonha levando apenas meia dúzia de pessoas a uma avenida fechada, com trio elétrico e distribuindo cerveja de graça, enquanto o prefeito Eudes Barros lotou o Viva Raposa com milhares de pessoas.
Agora no São João, mais uma vez o grupo Laci deu um tiro no pé, um de seus conselheiros sonhou que poderia fazer um arraial para peitar o prefeito Eudes Barros, e mais uma vez passaram vergonha no crédito, no débito e no pix. Eudes lotou o Viva Raposa que tem capacidade pra umas 15 mil pessoas, enquanto Laci até que se esforçou, mas não conseguiu botar 200 pessoas lá no seu quintal.


Revoltado com as vergonhas que tem passado na frente do Governo do Estado e do povo da Raposa, Laci usa blogueiros que ninguém conhece para plantar mentiras sobre os gastos realizados pela prefeitura no São João, usando inclusive um programa da emissora Eperança FM para divulgação de fakenews que são suadas para tentar denegrir a imagem da gestão Eudes Barros.

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Juiz suspende a sessão para votar cassação de prefeito

O juiz Lúcio Paulo Fernandes Soares, titular da 2ª Vara da Comarca de Pinheiro/MA respondendo pela Comarca de Cândido Mendes/MA, determinou na noite desta segunda-feira (03/07), a suspensão da sessão na Câmara de Vereadores de Cândido Mendes que votaria a cassação do prefeito Facinho Rocha (PL).

A decisão foi tomada após manifestação do Ministério Público em Mandado de Segurança impetrado pela defesa de Tayron Gabriel Sousa de Jesus – Tayron Sousa (PL), Whebert Barbosa Ascenção – o Irmão Beto (PL) e Wadson Jorge Teixeira Almeida – o Ponta (PL), na última sexta-feira (30/06), contra o presidente da Câmara, Josenilton Santos do Nascimento e o vereador Tayron Costa Pereira, que é presidente da Comissão Processante nº 01/2023, por suposta prática de ato ilegal.

Na decisão, a Justiça acatou parcialmente os argumentos ministerial e da defesa, de forma liminar, requerendo a suspensão da sessão extraordinária de julgamento do prefeito candidomendense, até o trânsito em julgado do remédio constitucional, que tem como objeto a anulação dos processos administrativos que resultaram na cassação dos impetrantes, com a imposição de multa pessoal aos membros da Mesa Diretora da Casa Legislativa, em caso de descumprimento da decisão.

“Ante o exposto, defiro o pedido deduzido em caráter liminar e, conforme manifestação ministerial, determino a suspensão da sessão extraordinária de julgamento do Prefeito Municipal de Cândido Mendes, até o julgamento de mérito deste remédio constitucional”, destacou em seu despacho publicado às 23h06 de ontem.

No caso de recalcitrância quanto à decisão judicial, o magistrado estabeleceu multa diária de R$ 30.000,00 (trinta mil reais) em desfavor dos membros da Mesa Diretora do Legislativo candidomendense, sem prejuízo das medidas judiciais cabíveis em decorrência do crime de desobediência previsto no art. 330 do Código Penal Brasileiro.

Clique aqui e leia a decisão na íntegra

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Maranhão tem saldo de 2.422 vagas de trabalho em maio

carteira de trabalho

Pelo quinto mês consecutivo neste ano, o Maranhão segue com saldo positivo na geração de emprego com carteira assinada. De acordo com os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), o Estado alcançou um saldo de 2.422 vagas de trabalho geradas em maio, entre admissões (20.303) e desligamentos (17.881).

No acumulado do ano, relativo aos meses de janeiro, fevereiro, março, abril e maio, o Maranhão tem saldo positivo de 9.642 postos de trabalho.

O Estado ocupou o quinto lugar no quadro de geração de empregos da Região Nordeste, em maio, ficando atrás da Bahia, que gerou 9.428 novas vagas de emprego; do Ceará, com 3.435 novos postos; da Paraíba, com 2.868 vagas; e do Piauí, com 2.668 empregos criados.

As atividades que apresentaram resultado positivo, em maio de 2023, foram o setor de serviços, com 979 contratações; e o comércio, com 387  vínculos; setor da construção, com 612; e o setor de indústria, com 211.

Os dados do Novo Caged estão disponível para consulta no endereço eletrônico http://pdet.mte.gov.br/novo-caged

Evolução do CAGED no MA

Janeiro – Saldo de vagas –  1.236
Fevereiro – Saldo de vagas – 858
Março – Saldo de vagas – 2.759
Abril – Saldo de vagas – 2.202
Maio – Saldo de vagas – 2.422

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IBGE “desentrevista” mais de 23 mil pessoas na capital

Em dezembro, o IBGE divulgou que tinha contado 1.061.374 moradores em São Luís e a capital maranhense esperava um número ainda maior até o final. Mas o resultado ficou em 1.037.775. Como o IBGE conseguiu “descontar” e “desentrevistar” 23.599 pessoas? Será que morreram ou mudaram nesses 6 meses?

Esse resultado pode acabar refletindo diretamente nas políticas públicas, como na ordenação dos recursos da União ao município, que é realizada com base no quantitativo de habitantes. O ‘sumiço’ dos ludovicenses, em termos populacionais, equivale a praticamente quase duas vezes o tamanho da população do município maranhense de Axixá.

Os invisíveis

Apesar disso, as autoridades municipais devem olhar com microscópio as tabelas do IBGE, porque nós conhecemos várias pessoas que não foram entrevistadas durante o Censo. Muitas se recusaram a receber o recenseador, outras simplesmente foram esquecidas pelo IBGE. São invisíveis ou a rua é longe demais…

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Prefeitos serão decisivos nos cinco maiores municípios

Eduardo Braide, Júlio Matos e Dinair Veloso vão para a guerra da reeleição, enquanto Assis Ramos e Fábio Gentil, já reeleitos, vão participar politicamente das suas sucessões

É distinta a situação dos prefeitos de São Luís, Imperatriz, São José de Ribamar, Timon e Caxias, os cinco maiores e mais importantes municípios do Maranhão, em relação às eleições municipais do ano que vem. A avaliação é do experiente jornalista Ribamar Corrêa.

De acordo com o analista, Eduardo Braide (PSD), de São Luís, Assis Ramos (Republicanos), de Imperatriz, Júlio Matos (Podemos), de São José de Ribamar, Dinair Veloso (PDT), de Timon, e Fábio Gentil (Republicanos), de Caxias, representam 2,2 milhões de maranhenses, ou seja, mais de um terço da população estadual, e cerca de 1,1 milhão de eleitores, menos de um quarto do eleitorado do Maranhão. Seja como candidatos à reeleição ou em fim de segundo mandato, eles estarão no epicentro da disputa, portanto com peso político e eleitoral suficiente para influenciar no resultado das urnas nos seus municípios. Os que são candidatos à reeleição já aparecem como favoritos, enquanto os que estão em fim de mandato tentam eleger seus sucessores.

O prefeito de São Luís, Eduardo Braide é um dos que estão na briga pela reeleição. Ele não tem situação político-partidária confortável, mas aparece em duas pesquisas confiáveis como líder na corrida sucessória. Isso significa que Eduardo Braide só precisa se cacifar partidariamente para consolidar sua posição eleitoral. Tem como adversário mais visível o deputado federal Duarte Jr. (PSB), que com ele disputou o segundo turno em 2020. Nas rodas de conversa e nos nichos de especulação, o prefeito de São Luís é apontado como quem reúne as condições para renovar o mandato. Vai depender do seu desempenho político e eleitoral nos próximos meses e das alianças que conseguir articular nesse período.

O prefeito de Imperatriz, Assis Ramos, é um dos que estão em fim de mandato, dispensado, portanto, da briga pelo voto. Eleito em 2016 com pouco mais de 30% dos votos, ele conseguiu a proeza de se reeleger em 2020 com pouco mais de 25% dos votos, sendo um dos prefeitos menos representativo de todo o Maranhão. Mesmo com a popularidade em baixa, Assis Ramos conseguiu eleger sua mulher, Janaína Ramos (Republicanos), deputada estadual, e se prepara para ter participação decisiva na eleição do seu sucessor. Até o momento o prefeito de Imperatriz ainda não anunciou enfaticamente quem será o seu candidato. Ali, o deputado Rildo Amaral (PP) é franco favorito, numa lista que inclui também o deputado federal Josivaldo JP (PSD).

Júlio Matos vai tentar a reeleição em São José de Ribamar numa situação que alguns enxergam como complicada. Eleito em 2020 filiado ao PL, portanto com o apoio ostensivo do deputado federal Josimar de Maranhãzinho, o prefeito disputará filiado ao Podemos, o que representa ser apoiado pelo deputado federal Fábio Macedo, que comanda o partido no estado. É uma situação em que, ao tentar a reeleição, o prefeito de São José de Ribamar enfrentará adversários poderosos, como o grupo ligado ao ex-prefeito Luís Fernando Silva, os irmãos Cutrim (PDT) e outros grupos, entre eles o liderado pelo ex-deputado Jota Pinto. Tudo isso mais o ex-aliado Josimar de Maranhãozinho.

Dinair Veloso (PDT) se prepara para o desafio da reeleição em Timon, mais uma vez com o apoio dos ex-prefeitos Chico e Luciano Leitoa, ambos do PDT. Deve encontrar pela frente o Comandante Schnneyder (MDB), a quem venceu em 2020 por 40,23% contra 39,79%. O cenário poderá ser fortemente alterado se vier a ser confirmada a candidatura do deputado estadual Rafael Leitoa (PSB), líder do Governo na Assembleia Legislativa e que deve ser apoiado pelo Palácio dos Leões. A situação da prefeita Dinair Veloso não é confortável também pelo fato de que seus apoiadores, os Leitoa, perderam muito poder político e eleitoral com o desfecho das eleições de 2022.

O prefeito de Caxias, Fábio Gentil (Republicanos) caminha para fechar seu segundo mandato politicamente forte e com a possibilidade real de emplacar seu sucessor, que deve ser o arquiteto Gentil Neto (Republicanos), que integra sua equipe de secretários. Reeleito em 2020 com 84% dos votos, a maior votação proporcional entre os 217 prefeitos eleitos no estado, Fábio Gentil pode alcançar a impensável proeza de costurar um grande acordo com o Grupo Coutinho, seu arquirrival, que pode indicar o vice numa chapa de consenso. Esse projeto é fortemente incentivado pelo governador Carlos Brandão (PSB).

É esse o cenário de agora e as suas perspectivas nos cinco maiores colégios eleitorais do Maranhão.

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