
O presidente Jair Bolsonaro, ainda sem partido está muito próximo de filiar-se ao Progressistas (PP).
A informação é do presidente nacional da sigla, o deputado federal maranhense André Fufuca.
Ao site O Antagonista ele disse que, de 0 a 10, a chance de o presidente da República entrar para a legenda estaria hoje em 9.
O deputado negou que lideranças do partido teriam oferecido a Bolsonaro, nessas negociações para possível filiação, uma fatia do fundo eleitoral de R$ 140 milhões, como informou José Casado.
“Bolsonaro nunca falou sobre fundo”, destacou.
Ponderamos com Fufuca que há muita gente no PP, sobretudo no Nordeste, que quer caminhar com Lula em 2022.
“Se Bolsonaro vir, o partido irá 100% com ele”, disse o deputado e presidente em exercício.
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Todos sabem que o óleo e a água não se misturam, mas o senador Weverton Rocha (PDT) resolveu desafiar a ciência. Em Brasília para uma nova rodada de conversas em torno de alianças para 2022, o senador maranhense, veja só, encaminhou um importante palanque no território do pedetista Ciro Gomes: busca uma aliança com o ex-presidente Lula.
A possibilidade de estar no palanque do PDT em 2022, ainda que Ciro também seja presidenciável, é uma realidade para Lula, que já disse a aliados que estará com quem tiver “50% dos votos mais um” para vencer em 2022.
O mais emblemático, entretanto, é que além do petista dividir o palanque com Ciro Gomes, existe ainda uma terceira possibilidade no Maranhão: o candidato majoritário do PDT pode abrir espaço até para Bolsonaro.
Isso ficou mais claro, por exemplo, nesta terça-feira, quando o deputado federal André Fufuca, que já declarou apoio à pré-candidatura de Weverton, confirma a O Antagonista que, de 0 a 10, a chance de Bolsonaro se filiar ao PP estaria hoje em 9.
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O deputado César Pires destacou, na sessão desta terça-feira (05), a visita que fez com o pré-candidato a governador, Edivaldo Holanda Júnior, e o presidente estadual do PSD, deputado federal Edilázio Júnior, à Região Tocantina. Para o parlamentar, a carinhosa e calorosa receptividade de líderes políticos e religiosos comprovaram que estão no caminho certo na construção de uma terceira via para as eleições majoritárias no Maranhão em 2022.
“Na primeira incursão ao interior do Maranhão, constatei o que nos disse o presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab: ‘O caminho para a melhoria do Maranhão passa Edivaldo Holanda Júnior. O que vivi presencialmente na semana passada não foi diferente das nossas expectativas. Onde estivemos, sem pompa e grandes estruturas, as pessoas mostraram que têm esperança e acreditam em nossas propostas para mudar o nosso estado para melhor”, enfatizou César Pires.
O deputado fez questão de ressaltar que Edivaldo Holanda Júnior não critica seus adversários e começou a se apresentar como pré-candidato falando dos seus propósitos para melhorar a vida dos maranhenses, sempre mostrando sua fé em Deus, como religioso convicto e não movido pelas circunstâncias.
César Pires fez um breve relato da agenda que tiveram na Região Tocantina. Em Porto Franco, contou que o pré-candidato foi ovacionado por pessoas que estavam ali não atraídas por grandes e caras estruturas, mas somente por acreditar em seus ideais. Assim também ocorreu em Itinga, em encontros onde o único atrativo era Edivaldo Holanda Júnior.
Em Açailândia, César Pires relatou que a pré-candidatura de Edivaldo Holanda Júnior uniu grupos políticos adversários. Naquele município, a comitiva visitou a igreja coordenada pelo Pastor Cavalcante, onde estiveram presentes 30 pastores. Em São João do Paraíso, professores, vereadores e lideranças políticas do município e da região lotaram a Câmara Municipal para ouvir o ex-prefeito de São Luís. Em Ribamar Fiquene, ele recebeu o apoio do ex-prefeito Dione e seu grupo, e em João Lisboa, do líder político Fábio Holanda e correligionários.
“Foi uma peregrinação das mais bonitas da minha vida de homem público. Edivaldo é uma pessoa encantadora, de sorriso aberto, de fé inabalável e abençoado por Deus. Sem agressões, mas sobretudo com conteúdo, mostrou que é um jovem político com muito a contribuir para desenvolver o Maranhão”, enfatizou César Pires.
Para finalizar seu pronunciamento, o deputado citou o resultado da pesquisa Escutec que aponta Edivaldo Holanda em segundo lugar nas intenções de votos para o governo do Maranhão, em um cenário sem a presença da ex-governadora Roseana Sarney, que lidera o levantamento. “É uma demonstração clara e inequívoca de que estamos no caminho certo. Vamos continuar viajando pelo Maranhão, apresentando o nosso pré-candidato e mostrando que é possível fazer mais pelo nosso estado”.
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Nesta terça-feira (04), o Ministério Público do Maranhão, através da promotora Aline Silva Albuquerque, titular da 1ª Promotoria de Coroatá, emitiu parecer pela cassação do prefeito da cidade, Luís da Amovelar Filho (PT), do seu vice, Juscelino da Fazendinha (PT) e do vereador Macílio Gonçalves (PCdoB).
A referida Ação de Impugnação de Mandato Eletivo foi proposta em razão do explícito abuso de poder político, econômico, corrupção e captação ilícita de voto nas eleições de 2020.
Segundo a Ação houve “farta compra de votos e troca de bens e favores, dinheiro em espécie, promessa de empregos, doação de areia, piçarra, tijolos, ferro e telha”. Uma das situações juntadas ao processo foi a compra de votos denunciada pelo Conselheiro Tutelar Jarbas Almeida que apresentou conversas no WhatsApp, áudios e vídeos de um organizado esquema onde recebia dinheiro do prefeito Luís da Amovelar Filho e do vereador Macílio Gonçalves na tentativa de comprar seu apoio político.
Segundo as provas, a proposta para Jarbas os apoiasse incluía o pagamento de R$ 7.000,00 (sete mil reais), um emprego na Prefeitura, um programa na TV, um contrato junto à Secretaria de Cultura entre outras coisas. A entrega do dinheiro foi toda documentada, registrada em vídeo e o dinheiro depositado em uma conta judicial.
No parecer, a promotora enfatiza que “pelo lastro probatório juntado, verificou-se que a Prefeitura de Coroatá foi utilizada pelo réu LUÍS MENDES FERREIRA FILHO, em conluio com o vereador MACÍLIO, como instrumento para intermediar troca de cargo público ou benefício, por apoio político do eleitor JARBAS ALMEIDA”.
“A negociata de compra de forma como forma de garantir a reeleição de LUÍS MENDES FERREIRA FILHO e MACÍLIO configura ato lesivo ao direito do sufrágio universal, direto, secreto e período, ferindo a liberdade dos eleitores que, diante de situações como esta, desacreditam na probidade e boa-fé de seus candidatos, que precisam comprar votos para garantir mandato eletivo, valendo-se, para tanto, da “MAQUINA PÚBLICA”, no caso, o Município de Coroatá- MA para concretizar ato ilícito e lesivo ao erário” pontuou no parecer.
“No mérito entende que a ação deve ser julgada procedente, merecendo justa reprimenda” concluiu.
O processo segue agora a Dra. Anelise Nogueira Reginato, juíza eleitoral, proferir sentença.
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O governador do Maranhão, Flávio Dino (PSB), comentou nesta terça-feira, 5, a revelação, feita pelo Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos (ICIJ), de que o ministro da Economia, Paulo Guedes, e o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, possuem offshores em paraísos fiscais.
O caso veio à tona por meio dos chamados “Pandora Papers”
“‘Dólar acima de tudo, paraíso fiscal acima de todos’. Esse é o verdadeiro lema dos falsos patriotas. E quem paga a conta é a família que não consegue comprar gás de cozinha. Vale lembrar: além de cumprir as leis, quem exerce uma função pública deve possuir AUTORIDADE MORAL”, declarou o socialista.
Sobre Guedes, o Ministério da Economia afirmou, em comunicado emitido na segunda, 4, que o ministro declarou à Receita Federal e aos demais órgãos competentes, antes de assumir o cargo no Governo Federal, sua participação em uma empresa offshore.
Já Campos Neto afirmou, em live promovida pelo Valor Econômico, que manteve suas posições inalteradas desde que assumiu o cargo no governo.
“Está tudo declarado. Inclusive tem acesso público pelo site do Senado. Eu não fiz nenhuma remessa para empresa em nenhum momento desde que cheguei ao governo. Eu não fiz nenhum investimento financeiro em nenhuma empresa. A gente colocou isso numa mensagem e está bastante claro. É importante explicar, esclarecer e seguir em diante com a nossa agenda“, disse o presidente do BC.
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