
Cada um vale quanto pesa na correlação de força em qualquer disputa da vida, competição difícil de se navegar. Na fila do emprego – hoje pé de cobra – dificuldades chegam de todos os lugares, a partir da qualificação à condição social. No futebol, investimentos milionários garantem o destina dos clubes, que sobem ou descem de acordo com a conta bancária.
Quem não apresentar serviços no voto não se valoriza, em primeiro lugar, junto à sociedade e, depois, perde pontos nos contatos políticos. Pelo menos três dos 31 vereadores de São Luís terão que botar raça para mostrar o cartaz do seu mandato em 2022. Umbelino Júnior, Thyago Freitas e o presidente Osmar Filho, repassarão o prestígio conquistado nas urnas.
Eles se dividirão, por exemplo, nos grupos que estarão nas ruas pedindo apoio para governador e senador. Na disputa proporcional é diferente porque, dois três que estarão na disputa, apenas Thyago e Osmar vão se confrontar nas urnas por uma das 42 vagas na Assembleia. Umbelino, por sua vez, vai repetir o feito de Pedro Lucas em 2018 e vai buscar uma das 18 vagas na Câmara Federal.
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A ex-governadora Roseana Sarney assumirá, a partir de julho, o comando do MDB no Maranhão.
Uma eleição deve ocorrer no dia 2 do próximo mês, mas já existe consenso sobre o assunto.
Roseana será eleita presidente, tendo o deputado estadual Roberto Costa como vice. Ela sucederá o ex-sensdor João Alberto.
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A expressão popular ‘dor de cotovelo’ tem origem na dor física que se pode sentir no cotovelo quando se sofre uma pancada.
Ela também faz referência à dor que surge depois de se passar horas e horas com os cotovelos apoiados em uma superfície rígida, como a mesa do bar, onde a quem está sofrendo com a dor de cotovelo costuma chorar.
Quem demonstrou sofrer com a dor de cotovelo essa semana, foi o deputado estadual Neto Evangelista (DEM), que em entrevista ao Programa Ponto Cotiando, da Educadora AM, expos seu sentimento de inveja.
Humilhado nas urnas em 2020, com menos de 100 mil votos, Evangelista resolveu atacar [ou ignorar] todos os que ele acha que contribuíram para sua derrota, mesmo dispondo de uma estrutura faraônica naquela eleição.
O primeiro alvo dos ataques foi Duarte Júnior, que derrotou o democrata no primeiro turno e disputou a prefeitura com Braide no segundo turno. Magoado, Evangelista disse que a CPI dos Combustíveis – presidida pelo seu antigo prefeituravel concorrente – virou palanque político.
O ex-prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Júnior (sem partido), também foi alvo das críticas. O parlamentar acusou o ex-gestor da capital de perder recursos aproximados de R$ 25 milhões da Codevasf por falta de assinatura de convênio.
Também não passou desapercebido a covardia de Neto na entrevista. Ele atacou Duarte e Edivaldo, mas não teve coragem de fazer o mesmo com Flávio Dino, optando apenas em ignorar o governador.
Durante o bate-papo, o parlamentar negou apoio ao chefe do executivo estadual na disputa pelo Senado nas eleições de 2022. O deputado disse que para governo irá caminhar com Weverton Rocha, mas para o Senado, seu partido ainda não decidiu que vai apoiar.
Sabendo que suas chances serão pequenas em relação a Duarte e Edivaldo nas eleições de 2022, Evangelista resolveu partir para o ataque e repete os mesmos erros que inviabilizaram a possibilidades de alianças em 2020.
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Prefeitos maranhenses têm, a contar desta terça-feira, 22, 15 dias para corrigir falhas e omissões de informações relacionadas às verbas para enfrentamento da pandemia de Covid-19 no Tribunal de Contas do Estado (TCE-MA). A medida faz parte das rotinas de fiscalização do órgão e é um desdobramento natural do levantamento dos gastos, divulgado na primeira quinzena de junho.
O prazo foi concedido após pleito da Famem, na semana passada, diante da informação de que vários Municípios deixaram de aplicar recursos federais enviados para o controle da pandemia.
Segundo o TCE, serão dois grupos de gestores.
Em primeiro lugar, os reparos caberão aos gestores omissos, ou seja, que deixaram de informar os gastos ao Tribunal, por meio do Sistema de Acompanhamento de Contratações Públicas – Sacop, ou que informaram os gastos mas não informaram se tratar de recursos recebidos para o enfrentamento da pandemia.
O sistema já se encontra aberto para essa finalidade, e os gestores deverão utilizar uma ferramenta específica para isso, disponível no Sacop. “Basta selecionar os contratos e processos licitatórios relacionados aos gastos com a pandemia, o que é bastante simples de ser feito”, explica o secretário de Fiscalização do TCE, Fábio Alex de Melo.
Ja nos casos em que foram informados gastos a maior ou em duplicidade, será necessário peticionar ao Tribunal, por meio eletrônico ou por escrito via ofício, solicitando a exclusão dos contratos em duplicidade ou a correção dos valores constantes nas informações prestadas de forma inconsistente.
A expectativa do Tribunal é de que todos atendam à convocação dentro do prazo estabelecido. Mesmo assim, o titular da Sefis lembra que o descumprimento terá como consequência não apenas a cobrança de multa, mas a abertura de processos de fiscalização específico, que poderão resultar em atribuição de débito, a depender da situação de cada município.
O secretário destaca a importância de que todos atendam ao chamado do Tribunal para evitar penalizações por falhas passíveis de correção. Segundo ele, trata-se de uma oportunidade para que se filtrem as informações, evitando medidas punitivas. “O próximo passo será estabelecer um programa de fiscalização para os municípios nos quais ainda se verificarem casos de omissão ou valores distorcidos”, explica Fabio Alex de Melo.
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Junho é mês de São João. Porém, pelo segundo ano consecutivo, as festas juninas foram suspensas por causa da pandemia. Com isso, a ausência da tradicional festividade popular impactou diretamente toda uma cadeia produtiva causando prejuízos significativos.
Em alusão ao Dia de São João, celebrado anualmente em 24 de junho, vários vereadores da Câmara Municipal de São Luís (CMSL), aproveitaram a oportunidade para realizarem reflexões sobre o clima junino espalhado pela cidade.
O primeiro a se manifestar sobre o tema, vereador Marcos Castro (PMN), que é presidente da Comissão de Educação, Cultura, Desporto e Lazer (CECDL), ressaltou a luta diária pela aprovação de medidas em favor da classe artística e cultural da capital maranhense nestes dois anos sem festividades.
“Tenho um diálogo muito bom com a Secretaria de Cultura e com a Prefeitura, em várias causas e objetivos, como, ontem, quando nos reunimos para discutir ações que beneficiam os artesãos da capital. E fico imensamente esperançoso porque temos nossas lutas individuais, mas sem perder de vista as coletivas”, disse.
Live junina
Apaixonada pelos festejos da época, a vereadora Fátima Araújo (PCdoB), destacou que o São João nos últimos dois anos precisou passar por uma reformulação, mas isso não necessariamente implicou no seu cancelamento.
De acordo com a parlamentar, alguns destes eventos se adaptaram para os tempos da pandemia do coronavírus e estão sendo realizados de diversas formas, desde as celebrações feitas em casa até as chamadas de vídeos. Ela, por exemplo, está organizando um live junina em seu instagram – @fatimaaraujomulhergeurreira – para que a data não venha passar em branco.
“O São João é aquele momento em que o artista mais trabalha para poder manter o equilíbrio dos grupos, ter bons instrumentos, boa qualidade de serviço e garantir o sustento de sua família. Com o segundo ano consecutivo de restrição, resolvemos realizar uma live junina para celebrarmos a vida e dar oportunidade para que o artista possa garantir uma renda. Será nesta sexta-feira, a partir das 20h no meu instagram”, convidou.

Socorro na pandemia
Os vereadores estão em constantes lutas por ações de incentivo aos artistas ludovicenses para manter viva a mais tradicional festa dos nordestinos: o São João. Estas categorias, na avaliação dos parlamentares, trabalham muito neste período, mas estão preocupadas, desde o ano passado, com o avanço da pandemia e as restrições que impactaram diretamente toda uma cadeia produtiva causando prejuízos significativos.
Para isso, no último dia 9 deste mês, o plenário da Casa aprovou o Projeto de Lei nº 171/2021, encaminhado pelo prefeito Eduardo Braide, que cria o Auxílio Municipal Emergencial São João de São Luís. O benefício é destinado aos artistas e agremiações culturais, em decorrência da suspensão dos eventos juninos em 2021, por força da permanência da pandemia da Covid-19.
O auxílio beneficia cantores e cantoras, artes cênicas, bumba-meu-boi, danças regionais, grupos alternativos e tambor de crioula. Será pago em parcela única e terá valor mínimo de R$ 1 mil e máximo de R$ 10 mil, de acordo com critérios a serem estabelecidos pela Secretaria Municipal de Cultura.
Regime de urgência
Logo no início da sessão, o vereador Chico Carvalho (PSL) apresentou requerimento verbal, solicitando a apreciação do projeto em regime de urgência e com inversão da pauta, para que fosse logo votado em primeiro lugar na Ordem do Dia.
“Este auxílio garantirá uma fonte alternativa de renda aos artistas e grupos que atuam no São João”, argumentou Chico Carvalho, cujo requerimento foi aprovado pelo plenário.
Origem da festa junina
O começo da festa junina no Brasil remonta ao século XVI. As festas juninas eram tradições bastante populares na Península Ibérica (Portugal e Espanha) e, por isso, foram trazidas para cá pelos portugueses durante a colonização, assim como muitas outras tradições. Quando introduzida no Brasil, a festa era conhecida como festa joanina, em referência a São João, mas, ao longo dos anos, teve o nome alterado para festa junina, em referência ao mês no qual ocorre, junho.
Inicialmente, a festa possuía um forte tom religioso – conotação essa que se perdeu em parte, uma vez que é vista por muitos mais como uma festividade popular do que religiosa. Além disso, a evolução da festa junina no Brasil fez com que ela fosse associada a símbolos típicos das zonas rurais.
Lendária festa em São Luís
Lendas profanas e crenças religiosas fazem parte da essência de mais de 500 grupos folclóricos responsáveis por cerca de 1.500 manifestações populares, nessa época do ano.
Diz a lenda no Maranhão que o escravo Pai Francisco, para satisfazer a sua mulher “Catirina”, grávida e com desejo de comer língua de boi, mata o novilho Mimoso, o mais querido do seu senhor. Ao ser descoberto, Pai Francisco foge com a mulher, mas é preso e finalmente libertado quando feiticeiros conseguem, por meio de rituais mágicos, ressuscitar o animal. Assim nasceu o Bumba-meu-Boi – culto popular de origem europeia que, ao se misturar com a cultura africana, se transformou em patrimônio imaterial brasileiro e o grande destaque da festa junina de São Luís do Maranhão.
Cada um dos ritmos marca a comemoração de um santo. O Maranhão é o único estado brasileiro que festeja quatro santos católicos durante o mês de junho: Santo Antônio, São João, São Pedro e São Marçal.
No dia de Santo Antônio (13 de junho), o santo casamenteiro, as igrejas costumam distribuir pãezinhos, que serão guardados o resto do ano como forma de garantir fartura de comida durante o ano.
O São João (24 de junho) celebra o São João Batista. Há uma lenda de que o grande santo dos festejos juninos prefere dormir o dia inteiro de sua festa para conter o desejo de, ao ver as fogueiras, descer e comemorar na terra. Para tentar acordar o santo, os fiéis soltaram muitos fogos de artifício durante o dia.
São Pedro (29 de junho) é o santo protetor dos pescadores. Sua festa na cidade começa em frente à capela que leva seu nome, no bairro Madre Deus. Os grupos de Bumba-meu-Boi se aglomeram no largo, onde se “rouba” o mastro de São João. O guardião das portas do céu é também responsável pela chuva e por proteger pescadores e viúvas.
São Marçal, (30 de junho), encerra oficialmente os festejos juninos. Nesse dia (desde às 6h da manhã até a madrugada), ocorre o Encontro dos Batalhões de Bumba-meu-Boi, no bairro do João Paulo.
O Tambor de Crioula também entra nas festividades para homenagear São Benedito – santo negro de forte identidade com a maioria afrodescendente do estado.
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