
O ex-prefeito da cidade de Campestre do Maranhão, Valmir Morais, foi preso na noite desse domingo (29) pela Polícia Militar do município e conduzido ao Plantão Central de Imperatriz.
Ele é suspeito de violência doméstica contra a própria esposa. Segundo a Polícia Militar, as agressões teriam acontecido após uma discussão do casal, porque a mulher teria descoberto supostas traições, deixando hematomas na vítima.
Um filho do casal, menor de idade, teria presenciado as agressões. A vítima solicitou medidas protetivas. Valmir continua preso na Delegacia Regional de Imperatriz.
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O deputado federal Márcio Jerry reagiu neste sábado (28) às declarações do secretário de Articulação Política (Secap) do Maranhão, Rubens Pereira, sobre o rompimento entre o governador Carlos Brandão e o vice-governador Felipe Camarão.
Rubão afirmou que o impasse nas negociações com o grupo de Flávio Dino teria ocorrido após o grupo do então governador recusar a possibilidade de Brandão indicar o candidato a vice-governador nas eleições de 2026.
Jerry classificou a justificativa como “inverossímil” e ironizou a declaração feita em entrevista na sexta-feira (27). “É tão absurda que de cara se apresenta como inverossímil. Ou como diz um amigo de Matões, ‘é menas verdade’. Ou na linguagem atual, é ‘fake news’. Que coisa!”, escreveu.
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O Ministério Público do Estado do Maranhão ingressou com uma ação civil pública por ressarcimento ao erário contra o ex-prefeito Leoarren Cunha e outros 11 agentes públicos do município de Estreito. A ação, protocolada na 1ª Vara da Comarca de Estreito, cobra R$ 1.907.116,91, valor que o MP considera como prejuízo causado aos cofres públicos com a demolição do Centro Cultural da cidade, erguido com recursos federais e municipais e inaugurado há menos de dois anos.
A petição, assinada pelo promotor de Justiça Francisco Antonio Oliveira Milhomem, aponta ilegalidades no processo legislativo que autorizou a demolição do prédio público, além da ausência de justificativas técnicas que comprovassem a necessidade da destruição da estrutura, construída com investimento superior a R$ 837 mil.
Segundo o MP, nenhum dos laudos técnicos apresentados — com exceção de um relatório da própria Defesa Civil municipal — recomendava a demolição. O parecer técnico do Corpo de Bombeiros, por exemplo, indicava a necessidade de desocupação e reparos estruturais, mas não a destruição total do imóvel. O Centro Cultural, inaugurado em 2019, servia como palco para eventos municipais.
Ainda de acordo com a ação, o prédio foi demolido por força da Lei Municipal nº 063/2021, aprovada pela Câmara de Vereadores em regime de urgência. O processo legislativo, no entanto, foi considerado falho pelo MP, uma vez que não houve debate adequado, tampouco diligência para verificar se a estrutura estava comprometida.
Para o promotor, os réus foram omissos ao não acionar a empresa responsável pela construção, mesmo dentro do prazo de garantia legal, optando por uma demolição considerada precipitada. Além disso, após a destruição do prédio, o município passou a gastar com a locação de estruturas de palco para eventos públicos, o que contribuiu para o montante que o Ministério Público agora requer em ressarcimento.
A ação inclui como réus, além do ex-prefeito Leoarren Cunha, os vereadores que aprovaram o projeto de lei e outros agentes públicos envolvidos. O Ministério Público não se opõe à realização de audiência de conciliação, apesar da recusa prévia dos requeridos.
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A precariedade da malha viária de São Luís é pauta de vários projetos apresentados na Câmara Municipal. Vereadores encaminharam uma série de pedidos, solicitando à Prefeitura e à Secretaria Municipal de Obras e Serviços Públicos (Semosp), a realização de serviços emergenciais de infraestrutura urbana em diversos bairros da cidade. Entre os principais pedidos estão obras de recapeamento asfáltico, pavimentação e tapa-buracos.
O vereador Rommeo Amin, do Coletivo Unidos, apresentou solicitação de serviço de tapa-buracos, na rua 39 e nas avenidas 8 e 4, localizadas no bairro Cohab Anil IV. A demanda vai melhorar a trafegabilidade e garantir mais segurança aos moradores e condutores que enfrentam buracos e desgaste do asfalto.
Já o vereador Nato Júnior protocolou pedido, no qual requer obras de infraestrutura na rua Estrada da Vitória, bairro Sacavém. A via é uma das principais do bairro e segundo relatos da população, enfrenta há anos problemas com erosões e falta de manutenção adequada.
A vereadora Concita Pinto também se juntou às vozes que cobram melhorias viárias. Ela encaminhou pedido solicitando pavimentação asfáltica para a Rua Grande, no bairro Recanto dos Vinhais. A via se encontra praticamente intrafegável, prejudicando moradores, comerciantes e o acesso de veículos de serviços essenciais.
No mesmo sentido, o vereador Aldir Júnior solicitou serviço de tapa-buraco na rua 21, bairro Cohatrac II. O desgaste do asfalto tem causado riscos de acidentes e danos a veículos, além de dificultar o acesso às residências.
A situação no bairro Vinhais foi alvo de solicitação da vereadora Flávia Berthier, que pediu o recapeamento da rua Euclides Farias. O trecho é bastante movimentado e sofre com a degradação do pavimento, o que tem gerado constantes reclamações da comunidade local.
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O rendimento mensal real domiciliar per capita no Brasil chegou, no ano passado, ao maior valor da série histórica iniciada em 2012: R$ 2.020. A alta foi de 16,8% acima da inflação em relação a 2022, quando era de R$ 1.730 a preços de hoje. Todas as unidades da Federação tiveram incremento real no período 2022-2024, e em 19 delas houve recorde. As informações são do módulo anual PNAD Contínua: Rendimento de Todas as Fontes, divulgado no último dia 8 de maio pelo IBGE.
O Maranhão foi uma das UFs que alcançaram recorde histórico em 2024. No estado da região Nordeste, o rendimento mensal real domiciliar per capita chegou, no ano passado, a R$ 1.078, alta de 20,2% em relação a 2022, quando era de R$ 897 a preços de hoje.
Regiões
A Região Sul foi a que apresentou o maior rendimento mensal real domiciliar per capita em 2024 (R$ 2.499), seguida pela Sudeste (R$ 2.381), a Centro-Oeste (R$ 2.331), a Norte (R$ 1.389) e a Nordeste (R$ 1.319). Entre as unidades da Federação, o Distrito Federal (R$ 3.276) liderava, com São Paulo (R$ 2.588) e Santa Catarina (R$ 2.544) a seguir. O menor valor foi do Maranhão (R$ 1.078), seguido por Ceará (R$ 1.210) e Amazonas (R$ 1.231).
Recordes
Outros indicadores alcançaram seus maiores valores reais desde 2012: o rendimento habitualmente recebido em todos os trabalhos (R$ 3.225) é o mais alto da série histórica, assim como o rendimento de programas sociais do governo (R$ 836). A desigualdade de renda, medida pelo Índice Gini (0,506), também atingiu o nível mais baixo da série histórica na renda real domiciliar per capita, em expressiva redução comparada com 2023 (0,518) e ainda mais com o período pré-pandemia, em 2019 (0,544).
Também recorde, a população no Brasil com algum tipo de rendimento em 2024 chegou a 143,4 milhões. Já a população que recebe benefícios provenientes de programas sociais do governo cresceu de 18,6 milhões em 2023 para 20,1 milhões em 2024.
Mais informações
A PNAD Contínua: Rendimento de Todas as Fontes (2024) traz dados de rendimentos provenientes de trabalho e de outras fontes, como aposentadoria, pensão e programas sociais. Entre os indicadores de destaque, estão a massa de rendimento médio mensal real domiciliar per capita, o rendimento médio real de todas as fontes, o rendimento médio de outras fontes e o Índice de Gini do rendimento médio mensal real domiciliar per capita. Há dados para Brasil, grandes regiões e unidades da federação.
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