
A cidade de São Luís, no Maranhão, ficou na 19ª posição entre toda a capitais brasileiras na mais recente edição do Ranking de Competitividade dos Municípios, com dados referente ao ano de 2024.
O ranking é elaborado pelo Centro de Liderança Pública (CLP), e considera pilares como educação, saneamento, segurança , sociedade, economia, saúde, meio ambiente, dentre outros.
De acordo com o levantamento, a capital maranhense ganhou 8 posições entre 2023 e 2024, mas ainda segue na 202ª colocação se considerados todo os municípios pesquisados.
O pior desempenho da capital maranhense é na área de saúde.

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O ministro do Esporte e deputado federal licenciado, André Fufuca (PP), tem trabalhado para consolidar a sua pré-candidatura ao Senado da República em 2026. Um dos principais auxiliares do presidente Lula (PT), o maranhense quer uma das duas vagas que serão colocadas em disputa em outubro do próximo ano.
Além de ter anunciado a mudança do seu título de eleitor para a cidade de Imperatriz, o segundo maior colégio eleitoral do estado, Fufuca passou a receber declaração de apoio de prefeitos de diferentes regiões do Maranhão.
No fim de semana, por exemplo, ele recebeu a garantia de apoio de Tutóia, Viriato Cardoso, que tem atuação política na região do Baixo Parnaíba.
Antes disso ele já havia recebido poio do prefeito de Imperatriz, Rildo Amaral, que destacou compromisso e atuação do ministro em favor do município.
Na cidade da Região Tocantina Fufuca recebeu título de cidadão imperatrizense e se reuniu com lideranças políticas municipais.
A prefeita de Chapadinha, Dulcilene Belezinha (PL), e o ex-prefeito de Caxias Fábio Gentil (Republicanos), também já haviam anunciado apoio ao progressista para o Senado.
Belezinha destacou a trajetória política de Fufuca e defendeu seu nome como “a melhor opção” para representar o Maranhão no Senado Federal.
“André é um político jovem, mas já com ampla bagagem, que sempre demonstrou atenção com a nossa região. Tem meu apoio e o de Chapadinha”, declarou a gestora.
Já Fábio Gentil, que comandou a Prefeitura de Caxias por dois mandatos, destacou o papel do ministro no atual governo. “O Maranhão precisa de um senador que conheça a realidade do nosso povo, que saiba articular em Brasília e que coloque os interesses do nosso Estado acima de interesses pessoais ou partidários”, disse.
Eleições 2026
Duas das três cadeiras que o Maranhão possui no Senado Federal, estarão em disputa em 2026. Isso por que estão finalizando mandatos os senadores Weverton Rocha (PDT) e Eliziane Gama (PSD).
Os dois pretendem disputar a reeleição e buscam apoio de Lula.
Fufuca, contudo, entende que conseguirá apoio de Lula e de importante ala política no Maranhão para chegar à chamada Câmara Alta.
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O senador Weverton Rocha (PDT), aparece como vice-líder do ranking dos parlamentares que mais acumulam emendas reservadas, no período de 12 de junho até 4ª feira (18.jun.2025). De acordo com os últimos dados disponíveis, o parlamentar maranhense recebeu R$ 14,7 milhões em empenhos, conforme levantamento revelado pelo site Poder 360, que foi confirmado pelo blog do Antônio Martins.
Segundo as informações, deputados e senadores podem indicar emendas para financiar ações em saúde, educação e infraestrutura urbana em seus redutos eleitorais, por exemplo. Weverton só perdeu para seu colega Eduardo Braga (MDB-AM), com R$ 22,5 milhões em empenhos. O senador maranhense, contudo, ficou à frente de Marcos do Val (Podemos-ES), com R$ 11,8 milhões em emendas reservadas.

Maranhão é 4º em emendas
Até 4ª feira (18.jun), a Bahia havia sido disparado o Estado cujos congressistas e bancadas mais tiveram emendas empenhadas, com R$ 144,4 milhões. O Amazonas e o Pará ocupam o 2º e o 3º lugar do ranking, com R$ 59,5 milhões e R$ 58,8 milhões, respectivamente.
São Paulo, a unidade de Federação mais populosa do país, ficou em 5º lugar entre os que mais receberam, com R$ 44,0 milhões. Perde para o Maranhão (R$ 56,3 milhões), que ficou em 4º no ranking de liberações.

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Fred Campos e Fernando Feitosa se cumprimentaram, mas prefeito não conseguiu olhar nos olhos do presidente da Câmara
O prefeito de Paço do Lumiar, Fred Campos (PSB), evitou contato visual direto com o presidente da Câmara Municipal, Fernando Feitosa (Podemos), durante uma agenda no município.
Campos, ao ver Feitosa parado em sua direção não conseguiu desviar para o lado oposto. Contudo, evitou contato visual direto com o aliado. A cena foi inicialmente divulgada nas redes sociais e, em seguida, confirmada por articuladores ouvidos pelo blog do Antônio Martins.
Articuladores do prefeito luminense alegam que a postura do chefe do executivo com o mandatário do legislativo ocorreu após o escândalo das “jujubas batizadas”, ocasião em que Feitosa passou a ser chamado pela alcunha de ‘Diddy luminense’.
O que o olhar quer dizer?
Em situações cotidianas, o contato visual desempenha um papel importante na comunicação entre as pessoas. Quando alguém evita olhar diretamente nos olhos de outra pessoa, esse comportamento pode chamar a atenção e levantar questionamentos sobre o que está por trás dessa atitude. A psicologia dedica-se a estudar esses sinais não verbais para compreender melhor as relações humanas e o que pode estar implícito em gestos aparentemente simples.
O olhar é considerado uma das formas mais expressivas de comunicação não verbal. Por meio dele, é possível transmitir emoções, intenções e até mesmo estabelecer conexões sociais. Quando uma pessoa desvia o olhar ou evita o contato visual direto, esse gesto pode indicar diferentes fatores, que vão desde aspectos culturais até questões emocionais ou psicológicas.
Segundo especialistas em comportamento humano, evitar o contato visual pode ser interpretado de várias maneiras, dependendo do contexto em que ocorre. Em muitos casos, esse comportamento está relacionado ou desconforto em situações específicas.

Fred Campos sorrir ao ser fotografado, mas olhar não disfarça o desprezo por Fernando Feitosa
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O Congresso Nacional derrubou, essa semana, um veto do governo Lula que, na prática, deve aumentar o Fundo Partidário em R$ 164,8 milhões, segundo cálculos das consultorias de Orçamento da Câmara e do Senado. Dos 21 parlamentares da bancada do Maranhão, em Brasília, 19 votaram pela derrubada do veto.
Votou contra o deputado do PSB, Duarte Júnior, e se absteve da votação Alan Garcêz do PP. Os demais deputados e senadores votaram pelo aumento do fundão de financiamento público de campanha.
O dispositivo vetado pelo governo previa dar ganho real para o fundo, que custeia as atividades do partido, a partir do reajuste pela inflação do valor previsto para a rubrica em 2016. A proposta do Executivo era a correção a partir de 2023, ano em que entrou em vigor o novo arcabouço fiscal.
Em mensagem ao Congresso, o governo justificou o veto dizendo que a “proposição legislativa contraria o interesse público pois majora o montante do Fundo Partidário e comprime o valor das demais despesas da Justiça Eleitoral”. Além disso, o Executivo argumentou que a correção proposta não é adequada a um regime “fiscal sustentável”.

Energia mais cara
O Congresso também derrubou veto do presidente Lula a itens inseridos num projeto sobre energia eólica em alto mar. Na prática, para a sociedade, a derrubada desseveto resultaráno aumento de 3,5% na conta de luz dos consumidores de todo o Brasil. E como no caso do fundão eleitoral, a maioria da bancada maranhense votou pela derrubada do veto.
Somente Duarte Júnior e Marreca Filho (PRD) votaram contra o aumento da energia. Alan Garcez se absteve e os demais votaram pela derrubada do veto presidencial.
A decisão do Congresso obriga a contratação de pequenas centrais hidrelétricas, o que encarece o preço da energia.
De acordo com a associação que representa grandes consumidores de energia, o impacto será de quase R$ 200 bilhões até 2050.
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