O deputado federal e Líder do União Brasil na Câmara Federal, Pedro Lucas, deixou claro que deve votar para derrubar o aumento de IOF, promovido pelo Ministério da Fazenda, na semana passada.
O presidente da Câmara Federal, Hugo Motta (Republicanos-PB), disse que ouvirá os líderes sobre projeto de decreto legislativo (PDL) que pretende barrar o aumento do IOF.
Se depender do deputado maranhense Pedro Lucas Fernandes o debate sobre o PDL será travado o quanto antes.
“Política social de verdade não se faz com aumento de imposto, e sim com responsabilidade e visão de futuro. Precisamos discutir o corte de gastos, modernizar o Estado e aprovar medidas estruturais que sustentem o crescimento do Brasil a longo prazo. A bancada está pronta para esse debate. Não tenho dúvida, disso. Imposto é uma das formas mais injustas de buscar justiça social, porque recai justamente sobre quem mais precisa”, destacou Pedro Lucas.
É aguardar e conferir, mas se depender do União Brasil, através do posicionamento de Pedro Lucas, o aumento do IOF não terá vida longa.
O presidente da Câmara de São Luís, Paulo Victor (PSB), deixou claro que seguirá alinhado com o governador Carlos Brandão (PSB) em 2026.
Com a ruptura eminente e cada vez mais irreversível de dinistas e brandonistas, Paulo Victor fez questão de publicizar encontro que teve com Brandão é que seguirá com ele no ano que vem.
“Alinhamento de ideias e ações com o amigo Carlos Brandão. Sempre desejando sucesso nos trabalhos e obras por São Luís e por todo o estado do Maranhão”, afirmou Paulo Victor.
Apesar de ser próximo de alguns dinistas, entre eles o vice-governador Felipe Camarão (PT), Paulo Victor, juntamente com a maioria dos vereadores de São Luís, irão seguir com Brandão e o seu candidato nas eleições de 2026.

A Polícia Civil do Maranhão deve investigar a distribuição de substâncias psicoativas durante uma festa ocorrida na noite de sexta-feira, 9 de maio, promovida pelo presidente da Câmara de Paço do Lumiar, Fernando Feitosa (Podemos).
O caso veio à tona após uma vereadora do MDB passar mal e ser levada às pressas para uma unidade de saúde. Segundo o blog do Antônio Martins apurou, um inquérito policial deve ser instaurado para apurar as circunstâncias da ocorrência, registrada na Delegacia por outra parlamentar emedebista como ‘envenenamento’.
“Envenenamento de água potável ou de substância alimentícia ou medicinal”, diz trecho da ocorrência registrada no banco de dados do Sinesp Infoseg – plataforma da Secretaria de Segurança Pública.
Conforme revelamos anteriormente, o encontro ‘sem celular’ e uso de psicotrópicos, foi semelhante àquela promovida por ‘Diddy’ – rapper americano que é acusado de agressão sexual e violência física, tráfico sexual à força e transporte para fins de prostituição, fatos que teriam ocorrido na década de 1990.
O episódio, que também deve ser apurado pelo Ministério Público, pode envolver o vice-presidente do Legislativo luminense, Paulo Henrique (PSB). Desde a ‘resenha da putaria’, o parlamento municipal não conseguiu mais realizar sessões devido ao boicote das vereadoras ao presidente da Casa.
No município, a tal festa gerou revolta dos namorados e maridos das vereadoras. O empresário Júnior do Mojó, esposo da vereadora Mary (PL), tem sido um dos mais revoltados. Em comentários nos grupos de whatsapp do município, ele prometeu uma ‘surra’ no ‘Diddy Luminense’ para aprender a respeitar ‘mulher alheia’.
“Esse cara [Fernando Feitosa] tem que procurar respeitar as mulheres da Câmara de Paço do Lumiar. Ele não pode ficar inventando festa pra dopar vereadoras e querer abusar delas. Esse sujeito tenta transformar o nosso parlamento em prostíbulo”, desabafou.
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A Polícia Federal no Maranhão deflagrou, nesta manhã (22/5), a Operação Ferrete Incógnito, para dar cumprimento a um mandado de busca e apreensão domiciliar, expedidos pelo Juízo da 8ª Vara Federal Ambiental e Agrária da Seção Judiciária do Maranhão.
O mandado foi expedido após representação da Polícia Federal do Maranhão, visando coletar outros elementos de informações para instruir inquérito policial que foi instaurado para apurar a invasão reiterada em terra indígena, por criadores de gado, causando conflitos com os povos originários.
A terra indígena Awá já foi objeto de desintrusão, ocasião em que foram retiradas da área aproximadamente 15 mil cabeças de gado. A prática, entretanto, tem sido retomada, causando tensão com a população indígena.
A Justiça Federal também decretou a suspensão das atividades econômicas do investigado, relacionadas à inserção de gado em qualquer área pertencente à União, especialmente nas terras indígenas do complexo Alto Turiaçu (composto pelas terras indígenas Alto Turiaçu, Awá e Caru).
Os fatos investigados podem ser caracterizados como crime de invasão de terras públicas, além de crimes ambientais (como o de impedir ou dificultar a regeneração natural de florestas, explorar economicamente ou degradar floresta, plantada ou nativa, em terras de domínio público sem autorização do órgão competente).
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A Polícia Civil cumpriu na noite desta quarta-feira (22), um mandado de prisão contra o ex-deputado federal e ex-prefeito de Santa Inês, José Ribamar da Costa Alves, de 70 anos. O médico cardiologista foi preso em Nova Olinda, onde atendia pacientes em uma unidade de saúde local, onde após deixar a política, continuou atuando como médico em vários municípios da região.
Ribamar Alves teve sua sentença proferida em outubro de 2022, pelo juízo da Comarca de Santa Inês, a oito anos de prisão por estupro. O crime ocorreu quando ele ainda era prefeito, em seu último ano de mandato no ano de 2016.
O ex-prefeito recorreu em liberdade, mas teve o pedido negado recentemente, o que resultou na expedição do mandado de prisão. De acordo com reportagem do Erisvaldo Santos da TV Mirante, ele foi detido por policiais da Delegacia Regional de Santa Inês e será encaminhado ao sistema prisional do município para cumprir a pena.
Segundo a denúncia do caso, corroborada pela conclusão do inquérito policial, a vítima, integrante da igreja evangélica Adventista do Sétimo Dia, estava na cidade com outros integrantes da denominação religiosa em uma campanha de venda de livros para angariar fundos destinados a custear seus estudos.
De acordo com a investigação, ele teria atraído uma estudante e vendedora de livros para sua residência, ocasião em que teria afirmado que adquiriria o dobro dos livros, na quantia de R$ 70 mil, em troca de relações sexuais. A vítima rejeitou a proposta dizendo que aceitaria conversar desde que não houvesse contato físico. Porém, segue narrando a denúncia, ele teria insistido com a proposta. Ainda assim, com a recusa da vítima, ele a teria levado a um motel, onde ocorreu o abuso sexual. Depois, ela teria sido levada pelo próprio Alves à casa em que estava hospedada, onde contou ao líder do projeto de venda de livros todo o ocorrido.
O laudo de um exame de corpo de delito comprovou o abuso. Em depoimento, Ribamar Alves confirmou que manteve relações sexuais com a vítima, porém, alega que houve consentimento.
O despacho acrescenta que é evidente que o crime restou configurado, tendo em vista que o acusado, ao praticar o ato sexual, usou de intimidação e violência psicológica contra uma jovem de apenas 18 anos, exercida pelo grande porte físico do agressor em relação à vítima, bem como pela posição de poder do acusado, então prefeito da cidade de Santa Inês, motivo pelo qual a vítima se sentiu ameaçada durante boa parte de sua vida após a prática do crime.
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