Tiririca Cover será outra vez candidato a vereador em São Luís

tiO artista e líder comunitário Vandeilson Rocha Sousa, mais conhecido como Tiririca Cover, 29 anos, deve mais uma vez disputar uma vaga na Câmara Municipal de São Luís. Ele ficou conhecido nacionalmente por suas apresentações no programa do Tom Cavalcante (Record) e participou do “Se vira nos 30…”, quadro do Domingão do Faustão (Rede Globo).

Filiado ao PROS, Tiririca Cover tem forte atuação na região do São Francisco. Na eleição passada para vereador na capital, conquistou 1.450 votos.

“Tenho trabalhado muito ao longo desses anos nas comunidades de São Luís com ações voltadas aos mais carentes. Espero chegar à Câmara para poder ajudar muito mais”, afirmou ao blog o pré-candidato a vereador.

Há quinze anos Tiririca Cover tem seus trabalhos nas áreas da animação circense em hospitais, presídios, asilos, abrigos de menores, zona rural para  levar um pouco de alegria às pessoas.

Posto de Saúde acumula lixo hospitalar em Matões, MA

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Moradores relatam terem visto crianças brincando com seringas e agulhas

Um Posto de Saúde abandonado no bairro Alto Seriema, em Matões, a 378 km de São Luís, tem causado preocupação nos moradores da localidade. O prédio está servindo como local de armazenamento de lixo hospitalar. Até seringas e agulhas foram parar nas mãos de crianças numa escola da cidade.

É o que confirma a dona de casa Joana Alves, que mora próximo ao posto. Ela disse que os preservativos, as seringas e as agulhas jogadas estavam sendo utilizadas pelas crianças de uma escola próxima. “As seringas, os preservativos que estavam aí jogados, as crianças brincavam também. As seringas e as agulhas foram parar na escola, eu vi elas brincando”, relatou.

A situação foi denunciada por meio de fotos enviadas pelo aplicativo WhatsApp à TV Mirante. As imagens mostram preservativos, equipamentos de escritório e odontológico. Porém, o fato mais grave e que chama a atenção é a quantidade de medicamentos dentro de caixas no meio de toda a sujeira.

O problema não está limitado somente às dependências do posto. Nos fundos do prédio desativado há uma grande quantidade de lixo hospitalar. Uma parte dentro do tanque e outra no chão, colocando em risco a saúde de quem mora próximo.

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Moradores relatam falta de medicamentos no posto do centro da cidade

Dona Deusale Pereira considera lastimável a situação. Ela conta que enquanto os produtos se estragam, faltam medicamentos na unidade de saúde no centro da cidade. “É muito ruim para a população, nós sentimos muito quando o posto saiu daqui e foi lá para o centro da cidade. Tem que ir para o centro e às vezes não tem nem mesmo medicamento. Tem que comprar do próprio bolso”, disse.

A situação de calamidade deixa moradores da rua indignados com o problema. “O remédio tem que dar para o povo. Remédio dentro da prateleira não serve. Não pode deixar estragar, se o governo manda, tem que dar o remédio. Milhões de pessoas precisam do remédio e não tem, eles não dão”, reclamou o aposentado João da Cruz Rodrigues.

O secretário de Saúde não estava na cidade. O assessor da Secretaria, Daniel Marques, disse que o prédio está alugado para a prefeitura, mas que a situação será resolvida até o final do mês, assim que renovarem o contrato com a empresa que a faz a coleta do lixo hospitalar.

“Na verdade, nós fazemos grandes compras de medicamentos e esses medicamentos são do hospital. Como a população não usufruiu dos remédios por completo, eles acabaram vencendo. A posição que temos do setor de licitação é que até o final desse mês já está resolvido e a empresa vem fazer a coleta normal e destinar o lixo para desocupar o prédio”, declarou.

Em Imperatriz, professores fazem velório simbólico de Flávio Dino

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Professores foram às ruas com caixão e velas para simbolizar velório de Flávio Dino e do presidente do Sinproesemma

Professores da rede pública estadual de Imperatriz fizeram, na manhã desta quinta-feira, o velório simbólico do governador Flávio Dino (PCdoB) e do colega Júlio Pinheiro, presidente do Sinproesemma, espécie de braço da sigla comunista no movimento sindical, portanto, atrelado à atual administração estadual.

O ato foi um protesto contra a não implementação, pelo governo Flávio Dino, do piso salarial nacional para os professores do Estado. Os educadores maranhenses continuam recebendo o piso defasado de R$ 1.917,78, pago desde o ano passado. De acordo com a legislação que instituiu o piso para a categoria, o salário deveria ter sido reajustado desde janeiro para R$ 2.135,64.

O velório simbólico de Flávio Dino e a indignação dos professores destoam da publicidade oficial, que mostra uma educação estadual impecável.

Mais uma vez, a realidade se impõe sobre a propaganda, muito bem feita, diga-se de passagem.

Operações realizadas na Reserva do Gurupi revelam crimes ambientais

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Operações realizadas na Reserva Biológica do Gurupi (Rebio) revelam que ainda são frequentes os crimes ambientais. Na última ação, uma equipe de agentes e policiais ambientais passou quase um mês dentro da Rebio.

O objetivo da operação é combater a extração ilegal e o desmatamento. Mas outros crimes como invasões e ampliação de pastagem também estão na mira dos fiscais da Reserva do Rebio que se revezam durante o ano em operações.

Durante todo o mês de março a equipe ficou concentrada na região do Rio das Onças, situado no município de Bom Jardim, a 275 km de São Luís, onde ainda é intensa a atividade de pastagem e agricultura.

No local, os fiscais encontraram grandes áreas destruídas por incêndios para a limpeza do terreno. Os fiscais também encontraram caçadores e apreenderam dez armas de fogos. Quinze animais silvestres, alguns já mortos pelos caçadores, foram apreendidos e até um ex-presidente da Associação de Moradores da Comunidade Rio das Onças foi autuado e vai pagar multa de três mil reais. Ele criava em cativeiro três jabutis.

Segundo o coordenador da operação, Otaciano Matos, o homem ex-presidente que foi autuado é considerado um criminoso ambiental. “Na verdade ele tá se comportando como um criminoso ambiental, infelizmente. Ele argumentou que foi o empregado dele”, revelou o coordenador.

Nas operações realizadas de janeiro a março deste ano foram aplicados mais de 100 mil reais em multas por áreas desmatadas. Cinco áreas foram embargadas e dois caminhões foram utilizados para o transporte de madeira foram incendiados.

Apesar da fiscalização permanente dentro da Rebio, os fiscais encontraram uma placa onde era anunciada a venda de 1.240 hectares de terra no interior da Reserva, o que pode significar ainda um grande domínio dos posseiros dentro da Rebio.

De acordo com o coordenador, o trabalho das equipes vem sendo feito sob clima de tensão em virtude da resistência de quem pratica crimes de toda a natureza dentro da Rebio. “Levei muitos recados das pessoas achando que com a ameaça e tal. Agora mesmo foi preso o mandante do assassinato do conselheiro. Então a gente fica muito apreensivo com essa situação. Muitos invasores ainda continuam impune. Infelizmente a Justiça ainda não deu uma solução pra essas pessoas que invadiram, roubaram madeira e implantaram lá as suas fazendas, e ainda se dizem donos”, finalizou.

TJMA mantém decisão que afastou prefeito de Nova Olinda do Maranhão

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A 5ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA) manteve decisão do Juízo da Vara Única da comarca de Santa Luzia do Paruá, que deferiu liminar determinando o afastamento do prefeito de Nova Olinda do Maranhão, Delmar Barros da Silveira Sobrinho, pelo prazo de 180 dias. Ele responde a uma ação por ato de improbidade administrativa proposta pelo Ministério Público do Maranhão (MPMA).

De acordo com a ação, o chefe do Executivo de Nova Olinda do Maranhão tem atrasado, reiteradamente, desde 2013, os salários do funcionalismo público, sejam servidores efetivos ou contratados temporários, levando ao ajuizamento de diversas ações no Judiciário estadual.

O prefeito ajuizou agravo de instrumento, sustentando, dentre outros argumentos, que a decisão viola os princípios do contraditório e da ampla defesa, pois se baseia em informações unilaterais de funcionário da Prefeitura, tendo os atrasos – segundo ele – sido causados por bloqueios judiciais dos recursos municipais.

O desembargador José de Ribamar Castro (relator) destacou que o atraso no pagamento dos salários é fato incontroverso, claramente comprovado nos autos e confirmado pelo agravante.

O relator disse ainda que o prefeito não demonstrou o erro na decisão do juiz de primeira instância e que o atraso no pagamento dos servidores caracteriza o interesse coletivo na demanda, bem como evidencia a ocorrência de ato de improbidade praticado pelo gestor.

Castro afastou a alegação do prefeito de que não efetuou pagamento regular por conta de bloqueio judicial de contas do município, pois, pela simples consulta aos processos citados, percebe-se que os mesmos tiveram seus bloqueios suspensos. Também afirmou não haver dúvidas quanto à reiteração da conduta administrativa atentatória à dignidade da pessoa humana – direito dos servidores aos salários.

O desembargador acrescentou que há documentos que evidenciam certa perseguição/punição a dois servidores, em razão de notícias levadas por eles ao Ministério Público.

O relator também refutou a alegação de ofensa ao princípio do contraditório e da ampla defesa, tendo em vista que os procedimentos investigatórios realizados pelo Ministério Público para a apuração de atos de improbidade têm natureza inquisitorial, o que é característica marcante de tais procedimentos.

José de Ribamar Castro concluiu que o afastamento do prefeito por 180 dias é apenas para garantir a perfeita instrução processual, evitando influência ou retaliação por parte de autoridades. Ele negou provimento ao recurso do gestor, voto este acompanhado pelos desembargadores Raimundo Barros e Ricardo Duailibe, de acordo com o parecer da Procuradoria Geral de Justiça.