Roseana Sarney permanece em recuperação e sem previsão de alta

db45e9023aff609da27019becb1febd5A ex-governadora do Maranhão Roseana Sarney permanece internada, ainda em recuperação, no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo.

Na última sexta-feira (19), submeteu-se a cirurgia para retirada de tumoração fúngica em seios da face.

A cirurgia foi considerada bem sucedida. Roseana, de 62 anos, foi novamente avaliada pelos médicos nesta terça-feira (23), mas ainda não tem previsão de alta.

Os médicos têm avaliado a paciente diariamente e consideram que a recuperação ocorre dentro das expectativas. Roseana continua hospitalizada por causa da necessidade de monitoramento permanente e para receber medicamentos por via venosa.

Entenda o caso
Roseana tinha o lado esquerdo do rosto ‘infectado’ por fungo, alojado nos seios da face, em uma região considerada de rara ocorrência. A ex-governadora deu entrada no centro cirúrgico da unidade na noite de quinta-feira (18).

Ela esteve na companhia de um dos irmãos, o deputado federal Sarney Filho (PV). O nódulo foi descoberto em janeiro, após realização de exames de rotina. Antes da intervenção médica, ela se demonstrou confiante e tranquila.

Cirurgias
Esta foi a 23ª cirurgia de Roseana Sarney. A última intervenção cirúrgica à qual foi submetida aconteceu em fevereiro de 2011, quando passou por procedimento devido a um sangramento retal. Antes, ela já havia operado pulmão, mama, intestino, ovário, útero e passado por “clipagem” (fechamento) de um aneurisma cerebral.

Conhecido como “rei dos convênios e do cabaré”, Júnior Lourenço e Carmem da Zero Um se encontram na Choupana

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Carmem da Zero Hum e Júnior Lourenço

Acostumado a ter seu nome envolvido em polêmicas com farras em festas e com garotas de programa, o prefeito do município de Miranda do Norte, Júnior Lourenço, andava sumido desse tipo de noticiário.

Na noite deste domingo, Lourenço reapareceu com chave de ouro. Mais magro e com seu reluzente cordão de ouro, ele foi visto no último domingo na casa de festa Choupana, numa conversa bastante amigável com uma velha conhecida sua, Dona Carmem, proprietária da Zero Hum, um dos Cabarés mais famosos de São Luís.

No meio político, o gestor carrega o título de rei dos convênios. Já no meio da galera ele conhecido como o rei do cabaré.

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Em 2011, Júnior Lourenço ficou conhecido depois de patrocinar uma farra com amigos, que teve direito a banho de Chandon nas grotas e calcinha na cabeça. O caso ganhou repercussão na mídia o que resultou seu fim de seu noivado.

Pelo jeito o homem voltou a ativa e não perdeu a oportunidade de bater aquele papo com sua velha conhecida, a Carmem da Zero Hum.

Marlon Cutrim afirma que é pré candidato a prefeito em Nova Olinda

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O vice prefeito de Nova Olinda, Marlon Cutrim, em entrevista ao blog jarivanio. disse  que é pré candidato a prefeito de Nova Olinda do Maranhão nestas eleições de 2016. Marlon é presidente municipal do PR e tem um compromisso firmado com o atual grupo político que comanda o Município, além de ser o representante natural do deputado estadualJosimar Cunha, presidente do PR no Estado.

“Sou candidato a prefeito em 2016 em Nova Olinda. Tenho compromisso do grupo em me apoiar e, principalmente, apoio dos novaolindenses”, disse Marlon. O vice prefeito conta ainda com o apoio irrestrito do deputado Josimar.

“Estou pronto para a disputa. Tenho uma história política em Nova Olinda. Fui vereador de 93 a 2004, vice-prefeito de 2005 a 2008, fui candidato em 2008 a prefeito em 2008 (obtive 3.852 votos) e sou vice-prefeito desde 2013. Me sinto pronto para administrar Nova Olinda”, continuou o vice prefeito.

Em 2012 Marlon se aliou com Delmar Sobrinho e juntos venceram uma difícil eleição contra Hemetério Weba, hoje deputado estadual. “Esta união nos concedeu uma vitória importante que consolidou a atual conjectura política de Nova Olinda”, destacou Marlon.

“Há muitas fofocas no meio da política mas isso é muito comum. Tem pessoas que vivem de fofocas. Já estou acostumado, mas estou preparado para disputa”, prosseguiu o vice prefeito, fazendo alusão as diversas conversas que seus opositores espalham na cidade.

Pacovan tem habeas corpus revogado; e prisão preventiva deve ser restabelecida

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Decisão do TJ deferiu pedido de reconsideração do Ministério Público do Maranhão

Em sessão da 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça, nesta segunda, 22, foi deferido o pedido de reconsideração da decisão que concedeu liminar para libertar o acusado Josival Cavalcante da Silva, conhecido como Pacovan.

Ajuizada pela procuradora-geral de justiça, Regina Lúcia de Almeida Rocha, a reconsideração da liminar vai restabelecer os efeitos da decisão do juízo de Bacabal que decretou a prisão preventiva de Pacovan até o julgamento definitivo do processo pela 3ª Câmara Criminal.

Josival Cavalcante da Silva e mais 16 pessoas foram denunciados pelo Ministério Público pela prática dos crimes de desvio de recursos públicos, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha. A prisão dele, em 18 de novembro de 2015, e de outros integrantes da organização foi determinada pela justiça da Comarca de Bacabal.

O acusado fora libertado após a concessão de um habeas corpus em seu favor pelo desembargador José de Ribamar Fróz Sobrinho, durante o plantão judicial do dia 31 de janeiro.

O relator do processo, desembargador José Bernardo Rodrigues, durante a sessão da 3ª Câmara, concordou com a manifestação do Ministério Público, que defendeu a revogação do habeas corpus, por considerar que a liminar concedida não se enquadrava entre os casos previstos cuja apreciação tivesse que ocorrer em plantão judicial.

Além disso, o desembargador declarou que foi “devidamente fundamentada a decisão que decretou a prisão preventiva (do acusado), além do que o mesmo demonstra comportamento incompatível com o tipo de benefício que pleiteia”.

COMPORTAMENTO INCOMPATÍVEL

A tese do “comportamento incompatível” levantada pelo Ministério Público foi reforçada com a referência ao fato de que Pacovan, no dia 1º de fevereiro, um dia após ser beneficiado com o habeas corpus, foi abordado pela Polícia Militar, depois de ter ultrapassado em alta velocidade a barreira policial do bairro da Estiva, zona rural de São Luís.

Dentro do veículo estavam dois acompanhantes de Josival Cavalcante. Um deles – Thamerson Fontinele –, que portava uma pistola Taurus, foi preso por porte ilegal de arma. “O que se espera de alguém que esteja em liberdade provisória e sujeito à fiscalização das condições para manutenção do benefício era que, de pronto, recusasse a permanência do armamento no veículo”, argumentou a procuradora-geral, Regina Rocha, no pedido de reconsideração.

FOLHA POLICIAL

Dono de extensa folha policial, além da prisão em 18 de novembro, em operação conjunta da Polícia Civil e do Ministério Público do Maranhão, por meio do Grupo de Atuação Especial no Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), Pacovan já tinha outras passagens pela cadeia. Também foi denunciado por atividades criminosas junto a outras prefeituras maranhenses, como São Mateus e Zé Doca.

Em 19 de novembro, teve prisão preventiva decretada e executada, nos autos de uma ação penal contra ele. Na ocasião, foram encontrados dois cheques da Prefeitura de São Mateus em sua residência, no valor de R$ 106 mil cada um. Seriam garantia de uma dívida contraída pelo tesoureiro da prefeitura, Washington José de Oliveira Costa, também denunciado na ação penal. Neste caso, Pacovan teve a prisão preventiva revogada no dia 12 de dezembro, também em plantão judicial.

Quanto ao município de Zé Doca o acusado foi alvo de prisão temporária decretada pelo desembargador Raimundo Nonato Magalhães Melo, executada em 5 de maio de 2015. As investigações tratavam de desvio de recursos públicos do município, tendo sido deferidas quebras de sigilo bancário e fiscal, bem como efetivados mandados de busca e apreensão. Também foram encontrados cheques da referida prefeitura em poder de Pacovan.

Pescadores reclamam que não recebem seguro-defeso há dois anos

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Venda de caranguejos movimenta o mercado de pescados da capital

Começou hoje mais um período de defeso do caranguejo-uçá, na Ilha de São Luís, em fevereiro. Durante o defeso, fica proibido o transporte, beneficiamento, industrialização e comercialização dessa espécie de crustáceo, pois esse é o período de reprodução dos animais.

Segundo o superintendente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Pedro Leão, a captura do caranguejo é proibida nesta data, pois os caranguejos saem dos buracos para se reproduzir, e fica fácil a captura, assim, pondo em risco a vida das espécies.

“Nesse período de andada, eles saem para se reproduzir, e como ficam andando por cima da terra, se torna de fácil captura. Geralmente, nós protegemos durante três meses, que foi o de janeiro, agora em fevereiro e termina em março. Isso ocorre durante cinco dias de cada mês”, explica.

De acordo com o superintendente, a comercialização do caranguejo nesse período é totalmente proibida. Para venderem suas mercadorias que já foram pescadas, os comerciantes têm que estar com uma declaração de autorização dada pelo Ibama. Nessa declaração, consta que os comercializadores de caranguejo só podem vendê-los até acabar a cambada que foi estocada antes do período da andada, assim, evitando multa, notificações e apreensões da mercadoria.

“Os comerciantes do caranguejo têm que vir até a sede do Ibama e solicitar a declaração de estoque. Esse estoque tem que ter sido capturado antes desse período. Todos que comercializam o caranguejo têm que fazer essa declaração; restaurantes, comerciantes e pessoas que ficam nas rotatórias, pois ela é quem justifica, na hora da operação, que aquele produto é anterior ao período de defeso. Os vendedores estão sujeitos à fiscalização, incluindo também os supermercados”, completa.

Caso esses comerciantes sejam pegos vendendo os caranguejos sem possuírem a devida autorização, podem sofrer as sanções previstas pelo Ibama, que vão desde notificações, apreensão de suas mercadorias e multa de R$ 500 por unidade apreendida.
O período do defeso em São Luís foi iniciado no dia 1º do mês de janeiro e se estenderá até o mês de março.

O defeso

O defeso foi criado para proteger os animais durante o período reprodutivo, conhecido como “andada”. O período de reprodução é chamado assim porque nessa época os caranguejos machos e fêmeas saem de suas tocas e andam pelo manguezal para reprodução e liberação de ovos, momento este em que o crustáceo fica mais vulnerável e suscetível à pesca indevida, o que acarreta danos ao meio ambiente e possibilidade de comprometer o estoque do recurso pesqueiro.  A época de reprodução do caranguejo coincide, na maioria dos manguezais, com os períodos de lua cheia e de lua nova dos três primeiros meses do ano. As pessoas que atuam na captura, manutenção em cativeiro, conservação, beneficiamento, industrialização e comercialização da espécie poderão realizar essas atividades durante os períodos de defeso desde que forneçam, até o último dia útil que antecede cada período de defeso, uma declaração de estoque de animais vivos, congelados, pré-cozidos, inteiros ou em partes. As declarações poderão ser obtidas e entregues no Ibama-MA.

Seguro-defeso

No período do defeso, os pescadores artesanais cadastrados e regularizados no Sindicato da classe têm o direito a receber o seguro-defeso. O valor corresponde a um salário mínimo por mês durante toda a temporada de suspensão da pesca.

Mas, de acordo com vendedores de caranguejos que ficam na área do Anel Viário em São Luís, há dois anos que eles não recebem o seguro. Segundo eles, já foram realizadas várias reuniões com o Sindicato dos Pescadores, mas até agora nada foi resolvido.

“Esse período de ‘andada’ do caranguejo fica muito complicado para nós vendedores e pescadores, pois esse é o nosso sustento e não temos de onde tirar. Ano passado, algumas mercadorias foram apreendidas pelo Ibama, mas, graças a Deus, agora tem uma declaração que nos dá direitos a vender nosso estoque que já está pescado. Sobre o seguro-defeso, faz dois anos que não recebemos nada, sentamos várias vezes com o Sindicato dos Pescadores, mas nada foi resolvido”, comenta o vendedor José de Jesus.

O pagamento do seguro foi suspenso por 120 dias pelo STF a pedido do governo federal, no início de janeiro, por uma alegada falta de verbas. Segundo informações, o seguro custaria cerca de R$ 1,6 bilhões aos cofres públicos.

Quanto ao período anterior a essa suspensão, o Sindicato dos Pescadores foi procurado pela reportagem, mas não respondeu às perguntas feitas até o fechamento dessa edição. Segundo o pescador, o valor seria equivalente ao salário mínimo.

“Era pra nós recebermos cerca de um salário mínimo, pois, pra quem vive somente disso, fica meio complicado para nós e nossas famílias. Até agora, só ficam prometendo e nada de dinheiro sair pra gente, e ficamos em uma pior”, lamenta o vendedor.