Com a experiência de quatro anos na Câmara Municipal de São Luís, o ex-vereador Umbelino Junior lamentou nesta segunda-feira (22), em contato com o blog, o descaso do poder público para com a zona rural da capital maranhense.
“O Município tem que estar presente com políticas públicas e não só com repressão. Na zona rural de São Luís, por exemplo, uma grande parcela da sociedade sofre com a carência de investimentos por parte do poder público”, declarou.

Ex-vereador Umbelino Júnior pode retornar à Câmara de São Luís, onde já teve a experiência de um mandato
O ex-parlamentar ludovicense afirma que durante uma recente visita à essa região da capital maranhense pôde constatar as muitas necessidades de sobrevivência da população.
“Estou andando nas comunidades onde sempre tivemos muitos amigos, são pessoas humildes, trabalhadores, jovens, país e mães de famílias, muitos idosos. O que pude constatar principalmente na área da zona rural é que existe uma grande carência de investimentos por parte do poder público”, lamenta.
Advogado e rmpreendedor, Umbelino Junior diz que sempre visita as comunidades para levar mensagens de esperanças pertinente a aplicação de políticas públicas para cada uma destas localidades.
“Minhas speranças se renovam a cada caminho percorrido da ilha ao observar que o cidadão encontra-se bem mais informado e determinado a fazer justiça”, informou.
Como advogado, Umbelino tem buscado durante os últimos três anos, interagir junto às comunidades de toda a ilha, debatendo assuntos pertinentes aos problemas de cada uma das comunidades que lhe são peculiares.
Um surfista francês teve que ser resgatado na noite desse domingo, dia 21, pelo Grupamento de Bombeiros Marítimo (GBMar), na orla marítima da capital.
De acordo com informações, dois praticantes de kitesurf teriam ficado à deriva na praia de São Marcos depois de abandonar seus equipamentos devido aos fortes ventos.
Na tentativa de resgatar os dois kitesurfistas, um surfista francês, identificado como Jean, pegou um pé de pato e uma prancha e entrou no mar em busca dos náufragos.
No entanto, os dois kitesurfistas conseguiram sair do mar a nado, e o surfista desapareceu. Representantes da comunidade do kitesurf do Maranhão, pediram ajuda ao Grupamento de Bombeiros Marítimo, e também fizeram apelos por meio das redes sociais, para que Jean fosse localizado.
As buscas foram coordenadas pelo major Israel Lopes, do Corpo de Bombeiros Militar do Maranhão (CBM-MA).
Jean foi levado pela correnteza, mas foi resgatado com vida pelo GBMar próximo à Ponta da Espera.
ATUAL7
O novo prefeito de Santa Inês, Ednaldo Alves Lima, o Dino (PT), que aparece batendo palmas na foto acima, deve ser acionado pelo Ministério Público do Maranhão por Ato de Improbidade Administrativa. Empossado no cargo desde a última quinta-feira 18, em substituição ao socialista Ribamar Alves, Dino usou do discurso de terra arrasada para decretar “estado de emergência” no município.
Para justificar a decretação, o petista alegou supostas irregularidades cometidas por Alves, como deixar as contas do município zeradas, atrasar o pagamento de salário do funcionalismo referente ao mês de janeiro passado, e ainda uma transferência da prefeitura sem seu consentimento, no valor de R$ 107 mil, para uma empresa que não teve o nome divulgado.
Os fatos narrados pelo novo prefeito de Santa Inês merecerem investigação, mas, além de não existir o decretado ‘estado de emergência’ na esfera pública, mas somente de ‘defesa’, de ‘sitio’ e de ‘calamidade pública’, os argumentos utilizados por Ednaldo Dino não justificam a decretação de ‘situação de emergência’, que só pode ser decretada em casos de desastres de grande proporção, capazes de comprometer, de forma significativa, a administração do município.
Por não haver nenhuma calamidade pública em proporções suficientes para abalar o funcionamento da administração municipal, o decreto administrativo baixado pelo petista sem motivação adequada viola os princípios constitucionais da impessoalidade, moralidade, boa-fé administrativa, motivação, legalidade e eficiência no serviço público, o que aponta que sua elaboração foi feita com claro desvio de finalidade, ou seja, apenas para burlar a Lei de Licitações e para justificar remoções e demissões arbitrárias de pessoal e admissão de novos agentes públicos sem a realização de concurso público.
Como Ednaldo Dino violou ainda os deveres de honestidade, imparcialidade e lealdade às instituições, caso condenado, poderá perder o cargo e ter seus direitos políticos suspensos por até cinco anos, além de ser obrigado a reparar os danos causados, entre outras sanções. Os atos e contratos administrativos feitos durante a vigência da situação de emergência, como a contratação de fornecimento de bens e serviços, também poderão ser anulados.
Chama também a atenção o fato do silêncio de Ednaldo Dino à situação de suposta terra arrasada enquanto vice-prefeito de Santa Inês e, principalmente, da burla a Lei de Licitações ter sido feita estando a pouco mais de seis meses para as eleições de 2016.
Ainda no PT, o novo prefeito de Santa Inês, segundo divulgado na imprensa durante o fim de semana, pretende disputar a reeleição pelo PCdoB, partido do governador Flávio Dino.
Como Dino decretou ‘situação de emergência’ para poder abrir os cofres do município para contratação de empresas e prestação de serviços por meio de dispensa de licitação, há suspeitas ainda de que a burla a Lei de Licitações seja para o favorecimento de aliados e para fazer caixa para a campanha eleitoral.
Do Portal O 4º Poder
Raposa – Ao apresentar no seu programa de rádio, na semana passada, o mais novo grupo musical do município de Raposa [o Órbita], Udes Filho, foi logo alertando que os garotos da cidade pesqueira eram talentosos de sobra, a ponto de se tornarem sensação no cenário nacional. “Agora, com vocês, os meninos do Órbita. O grupo que Rap e Funk que tem tudo para ganhar o Brasil”, disse o apresentador muito entusiasmado.
Formado pelos MC`s D`Luca, Neneco e Pokémon, garotos de famílias simples da Raposa, o grupo Orbita usa batidas eletrônicas, somadas a uma agradável levada de violão, um pouco de beatbox [percussão vocal do hip-hop] e letras incrivelmente agradáveis, que falam de amor, ou de curtição típica de jovens entre 15 e 18 anos, além dos temas sociais, como as dificuldades e a realidade da periferia do município.
O Órbita mostra claramente que veio para revolucionar o cenário musical, não apenas na Raposa, mas além fronteiras, por conta da qualidade sonora natural do grupo. Os meninos mostram consciência sobre a importância de divulgar a cidade onde vivem.Na música composta por MC D`Luca, I Love Raposa, [que originalmente se chamava I Love Quebrada, mas mudou de nome por influencia de Udes Filho, que alem de fã e divulgador do grupo é uma espécie de padrinho] o Óbita fala das belezas e encantos da cidade turística.
“Conversei com o D`Luca e achei melhor mudar o nome da musica I Love Quebrada, para I Love Raposa, até para valorizar mais o nome de nossa cidade e fugir um pouco da influência dos grupos de funk e rap do Rio de Janeiro. […] O Órbita é raposense, é maranhense e tem que mostrar raízes e influencias locais”, explicou Udes.
D`Luca, Neneco e Pokémon já são sucesso entre os adolescentes da cidade, tendo varias de suas musicas tocando nos celulares da garotada. Eles são um fenômeno musical jovem da Raposa, mesmo sem grandes apoios.
Os garotos dividem os sonhos de gravar um cd, produzir um vídeo clip, fazer sucesso no país inteiro, ganhar dinheiro com a música, ajudar suas famílias e amigos e servir como exemplo para os demais jovens do município.
“Nós queremos mostrar para a galera que existem outros caminhos, que existe o caminho da música, da arte. Muitos jovens em nossa cidade estão caindo no mundo sem volta das drogas e da violência, e é isso que queremos ver. Vamos contribuir pra mudar essa triste realidade”, afirmou D`Luca.
Para Udes Filho, o Órbita vai enfrentar dificuldades, mas tem muita chance de dar certo. “Não é fácil conseguir apoio para atividades artísticas na Raposa […] Nem o poder público, nem a iniciativa privada demonstram interesse em investir em grupos, bandas musicais ou qualquer manifestação artística […] Andei conversando com alguns amigos produtores de São Luís e eles demonstraram interesse e pode ser que ainda este ano o Óbita entre em estúdio para gravar”, revelou Udes ao O Quarto Poder.
Enquanto os garotos do Órbita não gravam o tão sonhado cd, hits como Promessa, Tudo Que é Bom Dura Pouco e O Tempo Passa, continuam a tocar nos celulares dos jovens raposenses e a serem cantaroladas por centenas de fãs.
Com a chegada das chuvas fortes em São Luís, aumenta a preocupação dos moradores que vivem nas áreas de risco ou nas proximidades delas. Atualmente, são 60 pontos de áreas de risco, entre alagamento, deslizamento e desabamento.
Segundo as informações da Defesa Civil Municipal, durante o mês de dezembro, foi realizada a atualização do mapeamento das áreas de risco 2015/2016. Os resultados da atualização mostram que a capital maranhense reduziu seis áreas de risco na cidade, mas ainda possui 60 lugares nessa situação.
Os principais pontos estão localizados no eixo Itaqui-Bacanga, Coroadinho, Salinas do Sacavém, Túnel do Sacavém, Vila Lobão, Cruzeiro do Anil, Pão de Açúcar, Vila Isabel Cafeteira, Vila Airton Senna (São Raimundo), Cidade Olímpica, Vila Funil e Rio Grande.
Dessas áreas, as consideradas como pontos críticos são o bairro do Coroadinho e algumas partes do Sacavém. Essas localidades são cheias de encostas onde podem acontecer deslizamentos, a depender do quantitativo de chuvas.
O Imparcial esteve no bairro Vila Dom Luís, situado no Eixo Itaqui-Bacanga, e constatou a preocupação e o medo que tomam conta dos moradores. Na Rua da Mangueira, uma dessas áreas de riscos, há muitas casas próximas a uma barreira que mede aproximadamente uns 30 metros, que pode desabar a qualquer momento após uma chuva forte.
A aposentada Enilde Galdino Pereira, de 62 anos, moradora da Vila Dom Luís há mais de 35 anos, contou que, quando começa o período chuvoso, as noites não são mais as mesmas. A família não consegue dormir, e cada barulho vindo da rua é motivo para se assustar e verificar no quintal se está tudo bem.
Dona Enilde contou que a barreira desabou três vezes, causando prejuízos materiais e deixando todos em pânico. Foram episódios que ela pede que não aconteçam mais. Para minimizar o problema, a família dela mandou cobrir aproximadamente 16 metros da barreira para que a água não penetre no barro e, assim, evite o deslizamento.
“Quando a chuva começa, ficamos todos em alerta. Eu nem consigo dormir, passo a noite andando pela casa e pedindo a Deus que não aconteça o pior. Na tarde de sexta-feira, foi terrível, fiquei apreensiva com medo de acontecer o pior. Gostaria que os órgãos responsáveis mandassem fazer um muro de arrimo para conter o barro, pois eu não tenho condições de fazer”, desabafou.
Ela afirmou que a Defesa Civil já passou pelo bairro diversas vezes, tirando fotos e fazendo mapeamento, porém nenhuma providência foi tomada até hoje. O vendedor Lucas Melo, de 48 anos, também morador da Vila Dom Luís, reclama que não tem para onde ir, por isso, permanece na casa sabendo do risco que ele e família correm.
“Nosso medo aumenta a cada chuva forte que acontece na cidade. Muito complicada a nossa situação, mas não podemos sair porque não temos para onde ir. O jeito é ficar e aguardar que alguém olhe por nós”, disse.
Mapeamento
Durante três dias, os agentes da Defesa Civil Municipal percorreram áreas de risco de deslizamentos de encostas visando avaliar a situação em que se encontram estas localidades. “A Defesa Civil Municipal durante todo o ano monitora as áreas de risco. O trabalho é conjunto e envolve as secretarias municipais de Segurança, Assistência Social e Obras e Serviços Públicos, que são fundamentais para um resultado positivo”, enfatizou Breno Galdino, titular da Semusc e coordenador da Defesa Civil Municipal.
Para o mês de fevereiro, por determinação do prefeito Edivaldo Holanda, estão previstas as campanhas de prevenção de riscos e desastres. “Esse é um trabalho onde os agentes da Defesa Civil orientam as famílias que residem em áreas de risco sobre como proceder em casos de sinistros durante o período chuvoso. Além da campanha, os agentes mantêm contato direto com a comunidade por meio dos Núcleos Comunitários”, ressaltou a superintendente da Defesa Civil Municipal, Elitânia Barros.