Motoristas de táxi-lotação da área Itaqui-Bacanga realizam desde as 11h30 desta quinta-feita um protesto na Deodoro, Centro de São Luís.
Os manifestantes realizam a queima de pneus no local para chamar a atenção. O protesto causa congestionamento no trânsito da região central da capital.
De acordo com o presidente da Cooperativa de Táxi e Transporte da Área Itaqui-Bacanga (COOPETTAIB), Charles Silva, o protesto acontece em razão da demora para liberação de documento permite aos cooperados realizarem o serviço de transporte de passageiros nos ‘carrinhos’. “Estamos reivindicando a entrega das 180 permissões para realização do serviço de táxi-lotação que foram votadas há quase um ano na Câmara de Vereadores, mas o município ainda não entregou”.
Charles Silva informou ainda que o protesto não tem hora para terminar.
O Ministério Público e a Polícia Civil abrigam investigação após denúncia do vereador Manin Lopes (PT) para saber o que levou a Prefeitura de Chapadinha a demolir a Unidade Escolar José Caetano de Almeida, sob protestos de moradores da comunidade do São Gonçalo, na zona rural do município.
No local funciona a Escola Antonio Theresa de Almeida, embora na faixada ainda tenha outro nome.
Fotos publicadas nas redes sociais provocaram a revolta de moradores de Chapadinha contra a prefeita Ducilene Belezinha.
Ninguém sabe o que vai ser construído pela Prefeitura de Chapadinha no local.
“Destruir a escola que, conseguida com dificuldade, era para continuar sendo um sonho da comunidade e estava em perfeito estado. Então queremos saber o motivo da destruição. Destruíram a escola sem dar nenhuma explicação a quem doou a terra (para fazer a escola). Quem estava fazendo o serviço disse que estava lá a mandado da prefeita, então, se foi da prefeita ou não, queremos explicações”, escreveu uma moradora nas redes sociais.
Com tantas crianças ainda fora das salas de aula como é que um gestor tem a coragem de mandar demolir uma escola?
Vamos esperar a investigação… Vale exigir a investigação do MP…
Um flagrante registrado no fim da tarde desta quarta-feira (6) em um trecho da BR-222, que fica entre os municípios maranhenses de Arari e Miranda, mostra um homem sendo atendido e transportado na carroceria de uma caminhonete da Guarda Municipal de Arari.
A imagem registrada pelo internauta Paulo Alberto mostra outros três homens prestando atendimento ao paciente, dois deles segurando as bolsas com soro com muita dificuldade. Todos que estavam sendo transportado na carroceria da camionete não possuiam qualquer conforto e segurança.
Segundo o autor da fotografia, o veículo seguia em direção ao município de Miranda e chegou a realizar algumas ultrapassagens perigosas no trajeto. Ele contou ainda que o paciente estava deitado na carroceria, aparentemente muito debilitado e com dois soros ligados nele.
“Os caras que, aparentemente, eram profissionais da saúde tinham a maior dificuldade de manter o soro no alto. Em alguns momentos quase caíram por conta dos buracos na Br e da velocidade em que o carro estava”, disse o internauta que resolveu enviar a foto para mostrar o desrespeito com a população.
De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), conduzir pessoas, animais ou cargas na parte externa do veículo é considerado infração gravíssima. A multa é de R$ 191,51, além de sete pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH), segundo consta no artigo 230 do CTB.
O G1 entrou em contato com a prefeitura de Arari para saber a razão pela qual o paciente estava sendo transportado em um veículo inadequado em vez de estar em uma ambulância, mas até a publicação desta matéria não houve resposta.
O ex-deputado estadual por duas legislaturas e ex-prefeito de Grajaú por três mandatos Mercial Arruda apresentou certidão emitida pelo Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA) comprovando que nada consta em seu nome no que se refere a improbidade administrativa.
Mercial, que em outubro tentará sua quarta eleição ao cargo de prefeito de Grajaú, sua terra natal, teve seu nome incluído em matéria jornalística distribuída pelo TJMA à imprensa na última segunda-feira (4) e amplamente repercutida informando que a Corte condenou 74 gestores públicos nos últimos quatro anos por atos de improbidade administrativa.
Como atesta o documento, o nome de Mercial Arruda aparece equivocadamente entre os administradores públicos sentenciados pela Justiça de 2º grau por malfeitos no exercício do cargo.
O vereador Fábio Câmara (PMDB) reconheceu que cometeu um equívoco ao afirmar em sua página na rede social que os “médicos da unidade de saúde estariam cumprindo seus plantões em casa e só comparecem ao local de trabalho quando são chamados”.
Hoje, em conversa com o titular do blog, o parlamentar afirmou que tem conhecimento de que os médicos realizam o chamado plantão à distância. A prática é legal e acontece em todos hospitais do país. Ele atribuiu o erro a um de seus auxiliares que operam sua página com sua autorização, o que chamou de “barrigada”.
Câmara explicou que um texto fora de contexto vira pretexto. e que apesar desse equívoco especifico, continuará atento no seu papel de vereador e continuará fiscalizando qualquer tipo de denúncia contra maus profissionais. Ainda hoje o parlamentar emitirá uma nota pública se desculpando com os médicos e explicando o ocorrido.
“Conheço a realidade dos médicos e esse comentário foi um mal entendido. Algumas vezes minha página é operada por meus auxiliares e um erro aconteceu. Um texto fora de contexto vira pretexto”.
O parlamentar não perdeu a oportunidade de explicar que nos hospitais de urgência como no Socorão I e II é obrigado a ter os seguintes profissionais de plantão: clínica, cirurgião geral, pediatra, anestesista e ortopedista. Outras especialidades, podem trabalhar à distância.
“Vou emitir uma Nota Pública que será encaminhada para CRM-MA, Sindicato dos Médicos, Associação Médica Brasileira-MA, Assic e Socorrão. Finalizou.