
O prefeito de São Luís, Eduardo Braide, está prestes a ser nota 10! Não estamos falando de avaliação positiva, mas de destino partidário. Braide deve disputar a reeleição em 2024 pelo Republicanos, cujo número de legenda é 10. Aliás, a sigla partidária foi por onde o deputado Duarte Júnior, disputou o segundo turno das eleições de 2020 contra o atual prefeito da capital maranhense.
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A Polícia Federal, com a participação da Controladoria-Geral da União, deflagrou na manhã desta quinta-feira (17), a OPERAÇÃO ARRIVISMO, nos municípios de São Luís/MA, Pedreiras/MA, Bacabal/MA, Timon/MA e Teresina/PI, com a finalidade de desarticular grupo criminoso que realizava a venda fictícia e superfaturada de produtos e insumos destinados ao combate à pandemia da covid-19 no município de Pedreiras/MA.
A investigação teve início a partir de informações produzidas pela Central de Operações Estaduais da Secretaria-Adjunta da Fazenda do Estado do Maranhão. Informações iniciais apontavam para suposta simulação e superfaturamento na venda de vários insumos e materiais que deveriam ser utilizados no combate à pandemia, como aventais, máscaras, ventilador eletrônico e diversos litros de álcool em gel.
Posteriormente, a pedido da Polícia Federal, a Controladoria-Geral da União reforçou os indícios anteriores e trouxe elementos indicadores de fraudes em pelo menos sete processos de dispensa de licitação do município de Pedreiras/MA.
A partir dos dados fornecidas por esses órgãos, a Polícia Federal efetuou aanálise de informações financeiras suspeitas constantes em extratos bancários e confirmou movimentações atípicas de pelo menos quatro empresas envolvidas, calculando prejuízos aos cofres públicos que chegam ao montante de R$ 706.678,34.
O modus operandi utilizado pelo grupo criminoso consistia em realizar a combinação e montagem de diversos processos de dispensa de licitação, muito comuns durante a pandemia de covid-19, a fim de justificar a contratação de empresas específicas, beneficiando empresários e servidores públicos.
A Polícia Federal cumpriu 20 mandados de busca e apreensão e outras medidas diversas da prisão decretadas para 17 alvos da operação. Ao todo 66 policiais federais e 4 auditores da Controladoria-Geral da União cumpriram as determinações judiciais expedidas pela 1ª Vara Federal Criminal da SJMA, em decorrência de representação elaborada pela Polícia Federal.
As informações são da PF
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O ex-secretário de Saúde do Maranhão e deputado estadual eleito Carlos Lula (PSB) foi desmentido em público ao divulgar fake news sobre a lotação de leitos do Hospital Carlos Macieira (HCM) em virtude de possível nova alta de casos da Covid-19 no estado.
O socialista postou o seguinte no Twitter:
“Aqui no Maranhão, leitos também em expansão, mas recebo a informação que os leitos de UTI do Hospital Carlos Macieira já estão lotados!”.
Na mesma publicação, no entanto, o médico Edilson Medeiros Júnior, diretor do Hospital Carlos Macieira, tratou de repor a verdade.
“Estimado deputado eleito, Carlos Lula, neste momento, convém tranquilizar a sociedade e informar que taxa de ocupação de leitos de UTI COVID, no Hospital Dr Carlos Macieira é inferior a 50%. Carlos Brandão e Tiago Fernandes, tem comprometimento no combate à COVID”, pontuou.
Depois disso, o próprio secretário de Estado da Saúde do Maranhão, Tiago Fernandes, declarou em entrevista ao programa Ponto Final, da Rádio Mirante AM, que apenas cinco dos 15 leitos de UTI do Hospital Dr. Carlos Macieira estão ocupados – e que, dos internados, apenas um está infectado pelo novo coronavírus.
“No Maranhão, o cenário epidemiológico é favorável ainda. Nossas redes hospitalares não estão lotadas, no Hospital Carlos Macieira temo 15 leitos de UTI, apenas cinco ocupados e somente um com paciente com Covid-19, outros quatro de outras situações clínicas”, afirmou Fernandes.
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Confirmada ontem mais uma previsão da Coluna em relação à eleição do comando da Federação dos Municípios do Maranhão (Famem) para o biênio 2023-2024: apenas uma chapa, encabeçada pelo prefeito de São Mateus, Ivo Rezende (PSB), foi registrada. Assim, a nova diretoria da entidade municipalista, que congrega 217 prefeitos, e que ocorrerá em janeiro, se dará com chapa única, batizada “É tempo de unidade”. Esse fato, nada comum, mostra, com clareza solar, as duas situações mais evidentes no cenário político do Maranhão de agora: a força política do governador reeleito Carlos Brandão (PSB) e seu grupo, e o desmonte implacável do esquema político, outrora avassalador, por meio do qual o senador Weverton Rocha (PDT) tentou chegar ao Palácio dos Leões, e cujo futuro é nebuloso.
Foram três semanas entre a definição da candidatura, as articulações em busca de apoio, a montagem da chapa, e a inscrição da mesma para assegurar o direito de concorrer. Com o apadrinhamento do ex-prefeito de São Mateus, Milton Aragão (PSB), o aval do governador Carlos Brandão e o apoio dos líderes do PSB, do PT e do PCdoB, Ivo Rezende entrou no circuito de maneira intensa e bem articulada, surpreendendo até observadores mais experientes. Numa articulação frenética, que contou com apoio discreto, mas efetivo, do núcleo político do governador Carlos Brandão, o prefeito de São Mateus conversou praticamente com todos os seus colegas. Nessa articulação, ele convenceu tirar da disputa pela presidência o prefeito de Caxias, Fábio Gentil (Republicanos), que chegou a admitir que seria candidato, e Bruno Silva (PP), prefeito de Coelho Neto, que estava em campanha aberta, mas que decidiu retirar sua candidatura e entrar na chapa como vice-presidente.
Na composição articulada por Ivo Rezende entraram, por exemplo, prefeitos de municípios importantes, como o prefeito de Santa Inês, Felipe dos Pneus (Republicanos), e o de Santa Rita, Hilton Gonçalo (PMN), e o de Porto Franco, Deoclídes Macedo (PDT). No ato da inscrição, Deoclídes Macedo propôs a criação da Comissão de Prerrogativas, que será por ele presidida, terá duração equivalente ao período do mandato da nova diretoria, ou seja, dois anos. No mais, tudo certo, a eleição serás oficializada na Assembleia Geral da entidade, a ser realizada no próximo dia 21. Para ser eleita, a chapa “É tempo de unidade” precisa de metade dos votos mais um.
O fato de conseguir unir todas as forças municipais em torno do nome do prefeito Ivo Rezende é o resultado de uma grande e bem realizada articulação do prefeito de São Mateus com o apoio do PSB com o aval do governador Carlos Brandão e do senador eleito Flávio Dino, os dois maiores nomes do partido. O governador Carlos Brandão abraçou o projeto e, sem entrar diretamente na movimentação, pediu aos seus aliados, apoio à candidatura de Ivo Rezende. A resposta a esses movimentos foi a presença de 123 prefeitos no ato de lançamento da candidatura, na semana passada, em São Luís, que contou com a presença do vice-governador eleito Felipe Camarão (PT). A montagem de chapa única foi reveladora do poder de fogo da base política liderada pelo governador Carlos Brandão.
Na outra ponta da linha, o registro de chapa única foi igualmente revelador dos desmonte do esquema político montado e liderado pelo senador Weverton Rocha, que comanda a entidade há quatro anos, por meio do prefeito de Igarapé Grande, Erlânio Xavier (PDT), um período que coincidiu com a arrojada campanha do líder pedetista ao Governo do Estado e que resultou no mais retumbante fracasso da história eleitoral recente do Maranhão. Saído das urnas de 2020 com o controle de mais de quatro dezenas de prefeitos, o chefe estadual do PDT não se animou sequer a discutir a possibilidade de lançar um candidato para se contrapor ao prefeito Ivo Rezende. O atual presidente da Famem usou a tática da “saída honrosa” declarando apoio ao candidato que se tornou único.
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Depois da guinada política que o tirou da centro-esquerda e remeteu para a direita radical, alinhando-o ao presidente Jair Bolsonaro, o deputado Yglésio Moises (ainda no PSB), assumiu a condição de pré-candidato ao Palácio de la Ravardière e começou a disparar munição pesada contra a gestão do prefeito Eduardo Braide (sem partido). É o que aponto o jornalista Ribamar Corrêa em seu blog.
De acordo com a publicação, sem se preocupar com a possibilidade de estar fazendo denúncias inconsistentes a respeito do que, segundo ele, seriam irregularidades, abriu uma frente de confronto com o prefeito Eduardo Braide (sem partido) em São Luís usando as áreas de educação, saúde, limpeza pública atraso salarial de médicos e de servidores terceirizados. “Mais de 60 mil alunos vivem um verdadeiro colapso educacional e geracional”, atacou, acrescentando: “Vai chegar o momento em que a população olhará para o lado e verá que São Luís, dois anos depois, está exatamente no mesmo lugar: com dois retornos mexidos e um posto de saúde inaugurado”. O prefeito Eduardo Braide não deu, nem direta nem indiretamente, atenção à provocação.
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