
Manoel Gomes anuncia candidatura a deputado federal por SP pelo Avante após sucesso com “Caneta Azul”. (Reprodução/Instagram)
O cantor Manoel Gomes, conhecido nacionalmente pelo sucesso “Caneta Azul”, anunciou que será candidato a deputado federal por São Paulo nas eleições de outubro. A candidatura será pelo partido Avante.
O anúncio foi feito nas redes sociais do artista, que afirmou que pretende levar sua trajetória popular para a política.
Cantor aposta em discurso popular
Na publicação, Manoel Gomes destacou sua origem humilde e disse que quer representar a população no Congresso Nacional.
“Meu povo, eu só estava esperando o tempo certo. Vocês me conheceram pela música, mas agora essa caneta não escreve só canções, ela vai trabalhar pelo povo. Porque eu venho de vocês e sei o que a gente vive”, declarou em suas redes sociais.
Segunda tentativa na política
Esta não será a primeira experiência eleitoral de Manoel Gomes. Em 2022, ele disputou uma vaga de deputado estadual no Maranhão, mas não foi eleito.
Na ocasião, utilizou o nome eleitoral “Caneta Azul” e obteve pouco mais de 7 mil votos.
Trajetória e dificuldades financeiras
Manoel Gomes ganhou projeção nacional em 2019, quando a música “Caneta Azul” viralizou nas redes sociais, tornando-se um fenômeno da internet.
O sucesso rendeu:
Shows em todo o país
Contratos publicitários
Grande visibilidade nas redes sociais
No entanto, nos últimos anos, o cantor enfrentou dificuldades financeiras e pessoais. Atualmente, segundo relatos, ele vive em São Paulo e tenta reorganizar a carreira.
Estratégia eleitoral e presença digital
Com milhões de seguidores nas redes sociais, Manoel Gomes deve apostar no alcance digital como estratégia de campanha.
A candidatura ocorre em um cenário em que figuras públicas e influenciadores têm buscado espaço na política, utilizando a popularidade conquistada na internet para disputar cargos eletivos.
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A empresária da cidade de Imperatriz, Elaine Carneiro, foi anunciada pelo ex-prefeito Eduardo Braide (PSD), como pré-candidata a vice-governadora do Maranhão por sua chapa.
O anúncio ocorre 24 horas de nomes de pelo menos três mulheres terem sido especulados por jornalistas que fazem a cobertura política no Maranhão.
Representatividade feminina
A escolha de Braide busca consolidar a representatividade feminina, a exemplo do que ocorreu nas duas últimas eleições dele para a Prefeitura de São Luís, além de fortalecer o seu nome na Região Tocantina.
Elaine Carneiro é empreendedora e atua no grupo Pneu Brasil, um dos mais tradicionais do país no segmento automotivo. Ela é filha de João da Cruzeiro do Sul e tem se destacado no ramo empresarial.
Convite com propósito
Ela afirmou que aceitou o convite de Eduardo Braide por um propósito.
“Eu estou aqui com um propósito de obediência ao Senhor. Eu nunca imaginei estar neste lugar, mas sempre senti desejo de ver a minha cidade e estado com reconhecimento, por que é rico, tem pessoas trabalhadoras e eu sempre desejei dignidade para as pessoas. Deus dá dignidade para nós, e Ele disse que nós podemos comer o melhor dessa terra”, afirmou, fazendo referência à sua fé.
Já o pré-candidato ao Governo, disse que acatou apelo da população da Região Tocantina ao escolher a sua companheira de chpa.
O nome deve ser confirmado durante as convenções partidárias.
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Nesta quinta-feira, 9, às 15h, o pleno do Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE/MA) irá analisar o recurso da Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) que pede a cassação da chapa do Podemos que disputou a eleição proporcional em São Luís em 2024.
O recurso de suplentes do PL e do partido Republicanos acusa a sigla, responsável pela eleição dos vereadores Fábio Macedo Filho, Raimundo Júnior e Wendell Martins, de violar a cota de gênero. A acusação é dirigida à direção municipal da legenda, liderada por Fábio Filho, filho do deputado federal Fábio Macedo, que preside o partido no estado.
Rejeição e reviravolta
Ano passado, através de uma decisão monocrática, a juíza Janaína Araújo de Carvalho, titular da 1ª Zona Eleitoral de São Luís, não acatou a referida Ação.
Ao analisar recurso interposto pelos autores do processo, no entanto, o juiz federal José Valterson de Lima, membro efetivo do Tribunal Regional Eleitoral, deferiu pedido do procurador Regional Eleitoral, Pedro Henrique Oliveira Castelo Branco, e determinou o reingresso de provas contidas em inquérito da Polícia Federal aos autos do processo.
Em parecer emitido no mês de março deste ano, o Ministério Público Eleitoral manifestou-se pela cassação da chapa e, consequentemente, dos mandatos dos três parlamentares.
O parecer ministerial apontou existência de fraude à cota de gênero e desvio de recursos do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) envolvendo a candidatura de Brenda Carvalho Pereira.
Segundo o MPE, a candidatura de Brenda Carvalho teria sido lançada apenas para cumprir formalmente o percentual mínimo de 30% de candidaturas femininas exigido pela legislação eleitoral.
A candidata recebeu R$ 300 mil do FEFC e obteve apenas 18 votos.
Para o Ministério Público, a discrepância entre o volume de recursos públicos recebidos e o resultado nas urnas é um dos principais indícios de fraude.
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O líder do Governo na Assembleia Legislativa, deputado estadual Neto Evangelista (MDB), afirmou em seu perfil em rede social ter sido convidado para compor chapa majoritária, na condição de pré-candidato a vice-governador, de Orleans Brandão (MDB).
Em virtude do convite, segundo Neto, foi dada a opção para que ele migrasse para o partido Republicanos. E foi justamente esse fato que acabou provocando um burburinho na base governista, o que fez com que ele decidisse permanecer no MDB.
“A questão foi o seguinte: estava tudo certo no MDB para disputar lá na frente a eleição para deputado estadual. Ocorre que na última semana eu fui sondado sobre a possibilidade de compor chapa como vice-governador, que não é uma decisão que se toma agora. É uma decisão que se toma lá na frente, julho, nas convenções, mas você precisa estar com a sua filiação partidária desde o início de abril. Pois bem, se chegou ao entendimento que no Republicanos seria interessante para esta indicação. Naturalmente, se lá na frente fosse decidido que não, que não iria compor a chapa como vice, seria candidato a deputado estadual. Meu amigo, aí é que começou uma confusão”, disse.
Possível filiação no Republicanos provocou crise na base
E completou: “Faço que nem um amigo deputado estadual que disse o seguinte: Neto eu estou vendo a terceira guerra mundial acontecendo por causa dessa tua filiação no Republicanos”.
Evangelista explicou que aliados filiados ao Republicanos não o queriam lá, por acreditar que ele “tomaria” uma vaga de deputado, caso disputasse o pleito para o Legislativo Estadual ou para a Câmara Federal.
O líder da base governista, contudo, afirmou que pelo coeficiente em potencial da sigla para o pleito, o caso seria o inverso: o Republicanos ‘ganharia’ uma vaga.
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‘Muita gente na política não sabe fazer conta’
“Muita gente que está dentro da política não sabe fazer conta”, disse.
Evangelista explicou que depois de todo o imbróglio provocado pela possível movimentação partidária, decidiu ficar no MDB, e que caso seja confirmado para a disputa de vice, a chapa seria formada apenas por um partido.
Até o momento, Orleans Brandão não definiu quem irá compor a sua chapa para o pleito de outubro.
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O Instituto de Promoção e Defesa do Cidadão e Consumidor do Maranhão (PROCON-MA) apresentou aditamento, na Vara de Interesses Difusos e Coletivos de São Luís, pedindo indenização de R$ 1,21 bilhão contra distribuidoras.
A medida, relacionada ao caso Procon-MA combustíveis, foi protocolada após análise de documentos das empresas e busca responsabilizar aumentos considerados abusivos.
Inicialmente, a ação civil pública previa indenização de R$ 2 milhões. No entanto, o PROCON/MA revisou o valor após verificar o porte econômico das distribuidoras e a extensão dos prejuízos. Assim, o caso Procon-MA combustíveis passou a considerar impactos mais amplos, com base em dados apresentados ao longo do processo.
De acordo com o órgão, a prática investigada não se limitou ao Maranhão. Por isso, o PROCON/MA solicitou que a decisão judicial tenha validade em todo o território nacional.
Inclusive, o processo menciona entendimentos do Supremo Tribunal Federal sobre a abrangência de decisões coletivas quando os danos ultrapassam fronteiras estaduais.
Ainda segundo o PROCON/MA, documentos anexados apontam que as distribuidoras possuem capital social bilionário. Dessa forma, o órgão defende que o valor da indenização no caso Procon-MA combustíveis deve refletir essa capacidade econômica, com objetivo de garantir efeito punitivo e educativo.
O pedido estabelece a condenação em R$ 1.210.470.326,33 por danos morais coletivos. Caso seja acatado, o valor poderá ser destinado ao Fundo Estadual de Defesa dos Direitos do Consumidor.
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