
Com a decisão de Flávio Dino (PCdoB) em apoiar o vice-governador Carlos Brandão (Republicanos) para sua sucessão no Palácio dos Leões em 2022, o deputado federal Josimar Maranhãozinho (PL) já estuda a possibilidade de romper com o comunista.
Pré-candidato ao governo estadual, Maranhãozinho acredita que o rompimento seria a forma de mostrar à classe política e demais poderes que sua disposição para a disputa é verdadeira, e não um blefe.
Segundo pessoas próximas ao presidente do PL no Maranhão, as cartas devem ser colocadas na mesa em meados de março próximo. Uma aproximação com o senador Roberto Rocha (PSDB-MA), que deseja renovar o mandato ano que vem, deve servir de base para a decisão final.
Dono de mais de 40 das 217 prefeituras do Maranhão, e líder de bancadinhas próprias na Câmara dos Deputados e na Assembleia Legislativa, Josimar também estaria apostando no fato de que a investida da Polícia Federal contra ele, em operação deflagrada em dezembro do ano passado, não teria peso negativo na corrida eleitoral, já que outros postulantes ao Palácio dos Leões também são investigados ou respondem como réus na Justiça em casos relacionados à corrupção, principalmente o senador Weverton Rocha (PDT-MA).
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Em 2022, o maranhense terá a oportunidade de escolher o novo governador do Maranhão e essa situação já gera muita disputa entre os personagens da política maranhense, afinal muitos querem assumir o comando do Palácio dos Leões. Porém poucos tem condições de viabilizar seus nomes para a disputa.
Confira um levantamento realizado pelo blog do Diego Emir com aqueles que já trabalham para o pleito do próximo ano.

Carlos Brandão – O natural sucessor de Flávio Dino, o vice-governador levanta vantagem por ser o primeiro na linha sucessória e ainda sentar na cadeira de governador, caso Flávio vá disputar algum cargo em 2022. Brandão conta com um time de apoiadores importantes, seja dentro do governo ou fora do governo. Alguns que o apoiam, enxergam como uma oportunidade de também chegar ao Palácio dos Leões futuramente, uma vez que em 2026 ele não poderia ir para reeleição.
Brandão tem como aliado o ex-governador Zé Reinaldo Tavares, que fez o mesmo caminho em 2002, quando vice de Roseana, acabou se reelegendo governador, após afastamento da filha de Sarney para disputar o Senado.

Weverton Rocha – O mais astuto político maranhense da atualidade, já deixou claro que deseja ser governador a qualquer custo. Apesar de ser do grupo de Flávio Dino, o pedetista não enxerga problemas em romper com o comunista para atingir os seus objetivos.
Weverton tem uma ascensão política meteórica. Em 2010, disputou o cargo de deputado federal, mas ficou na suplência. Mas a partir de 2012, ele vem alcançando vitórias importantes desde a vitória de Edivaldo a prefeitura de São Luís. Logo em seguida se elegeu federal em 2014 e senador em 2018. Hoje administra também um conglomerado de comunicação.

Simplicio Araújo – O secretário de Indústria e Comércio, pode ser uma opção para evitar um racha no grupo de Flávio Dino por conta da disputa entre Brandão e Weverton. Ele vem ganhando notoriedade por seu reconhecido e excelente trabalho no combate a pandemia da covid-19. Já demonstrando capacidade de gestão ainda mais em momentos de crise.
Simplicio é um fiel aliado de Flávio Dino. Juntos desde 2014, o titular da Seinc é um ferrenho defensor do nome do governador. Apesar de não deter mandato eletivo, Araújo possui boa interlocução na direção nacional do Solidariedade e ainda acumula experiência com alguns parlamentares do Congresso Nacional.

Roberto Rocha – O senador aposta todas as suas fichas em Bolsonaro para alcançar um bom desempenho ou quem sabe a vitória em 2022. Caso obtivesse sucesso nas urnas encerraria a discussão de que foi Flávio Dino que o levou a vitória do Senado em 2014.
Com a experiência de mandatos de deputado estadual, deputado federal, vice-prefeito de São Luís e atualmente de senador, Roberto tenta alcançar o mesmo feito do pai que foi governador na década de 80. Roberto Rocha também possui veículos de comunicação, mas pouco explora a seu favor.

Lahesio Bonfim – O prefeito de São Pedro dos Crentes é um franco-atirador nessa pré-corrida eleitoral. Filiado ao PSL, o gestor não possui articulação nem estadual ou federal, mas quer sair como o nome da direita maranhense.
Lahesio tem como trunfo o fato de ter sido reeleito com o maior percentual em proporção, 93% dos votos na pequena São Pedro dos Crentes. O número só tem um valor simbólico, pois pouca representa para o estado.
Vale destacar que nas últimas disputas estaduais de 2010, 2014 e 2018, todas terminaram no primeiro turno, assim como em 1998 e 2002. Apenas 1994 e 2006, as disputas terminaram de forma acirrada e no segundo turno.
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Mais clara, a cada dia, a motivação que causou rompimento no Grupo Leitoa, em Timon, onde o deputado estadual Rafael Leitoa (PDT) foi alijado da corrente depois de entrar em rota de colisão com o ex-prefeito Luciano Leitoa (PSB) e o pai dele, o também ex-prefeito Chico Leitoa (PDT).
Depois de dois mandatos na Prefeitura de Timon, o jovem Luciano Leitoa, 40 anos, e que já foi deputado estadual e deputado federal, ficou sem mandato, precisa de um mandato, pois não vê sentido permanecer no tabuleiro da política apenas como presidente regional do PSB. Especula-se que que poderá disputar uma cadeira na Câmara Federal ou na Assembleia Legislativa. Ao mesmo tempo, seu pai, Chico Leitoa, estaria inclinado a encarar as urnas, preferencialmente para a Câmara Federal.
Se Chico Leitoa e Luciano Leitoa se candidatarem, como vem sendo especulado, Rafael Leitoa se prepara para tentar o terceiro mandato na Assembleia Legislativa. Trata-se, como é óbvio, de uma conta que não fecha, pois, mesmo sendo o quarto maior eleitorado do Maranhão, o tabuleiro político de Timon não comporta três membros de uma mesma família brigando por cadeiras nos parlamentos estadual e federal.
Há quem diga que um deles vai desistir, o que permitirá as seguintes situações. Se Chico Leitoa desistir de disputar a Câmara Federal, Luciano Leitoa tentará voltar para Brasília, podendo o pai tentar uma cadeira na Assembleia Legislativa, nesse caso rifando Rafael Leitoa. Mas pode acontecer de Chico Leitoa abrir mão de concorrer à Câmara Federal e à Assembleia Legislativa, Luciano Leitoa tentará ir para Brasília numa dobradinha com Rafael Leitoa, este tentando renovar o mandato na Assembleia legislativa. A fonte garante que é esse o problema no Grupo Leitoa. (Com informações do Repórter Tempo)
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O prefeito de Santa Rita, Dr. Hilton Gonçalo, articulador de um dos principais grupos políticos do estado já começou a se movimentar em busca de resultados positivos em 2022.
Dr Hilton é irmão do deputado estadual Ariston Ribeiro e do deputado federal Dr. Gonçalo, ambos do Republicanos.
No último final de semana, acompanhado da prefeita de Bacabeira, Fernanda Gonçalo, o líder político visitou quatro cidades da região do Munim, e já deixou seu recado quando o assunto é “articulação política”.
Rosário, Morros, Presidente Juscelino e Axixá foram as cidades que o casal de prefeitos visitaram, vale destacar, que em todas elas os deputados citados tiveram expressivas votações em 2018.
Bem relacionado, e bem articulado em toda a região, Dr. Hilton Gonçalo deve começar a visitar outras cidades de diferentes regiões nos próximos dias, e estreitar ainda mais suas bases para 2022.
Além de uma base política forte e já consolidada, o Grupo Gonçalo deve aumentar sua representatividade em 2022.
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O secretário de Estado da Indústria e Comércio do Maranhão, Simplício Araújo (Solidariedade), usou as redes sociais para criticar Jair Bolsonaro (sem partido), em meio à pandemia do novo coronavírus, o debate sobre a liberação de armas.
Na semana passada, o presidente da República editou quatro decretos que flexibilizam regras para compra e uso de armas no país.
Segundo Simplício, o momento pede atenção à vacinação contra a Covid-19, não a uma política de armar a população.
“Vacinas acabando em todos os estados, mais de 90 por cento da população sem data nem prazo para ser imunizada, novas cepas circulando pelo país exatamente nesse hiato da imunização, a pauta deveria ser foco total na vacinação, mas o governo federal prioriza liberação de armas!!!”, destacou.
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