MA aparece entre os mais atrasados na vacinação

O Maranhão é um dos três estados mais atrasados no país na vacinação contra a Covid-19. O dado preocupante foi mostrado pelo Jornal Nacional, na Rede Globo de Televisão (Veja o quadro acima).

Até este momento, o Maranhão tem apenas 1,42% da sua população imunizada. O Maranhão aparece apenas à frente do Acre que vacinou 1,37% e o Pará que tem o pior índice com 1,35%.

Mesmo já tendo recebido 249.844 doses, ao todo 201.140 da Coronavac e 48.816 da AstraZeneca, o Maranhão segue em ritmo lento na vacinação. Mas o que estaria acontecendo? Nossos gestores precisam explicar o que está acontecendo.

Segundo os dados do Ministério da Saúde, a capital maranhense, São Luís já aplicou 35.373 da primeira dose e 7.881 da segunda dose.

São Luís está à frente de pelo menos 8 capitais do nordeste e centro-oeste brasileiro: Goiânia (18.384); Campo Grande (14.194); Cuiabá (29.005); Fortaleza (17.863); Teresina (11.377); Natal (25.337); João Pessoa (22.416) e Recife (41.224), dentre outras cidades.

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Falta de articulação expõe governo Braide na Câmara

As dificuldades do prefeito Eduardo Braide para articular uma base aliada na Câmara de São Luís permitiram nessa quinta-feira mais um dia de más notícias para o Palácio de La Ravardière no Legislativo ludovicense. Isso porque a reunião que o chefe do executivo marcou para tentar mostrar força, expôs uma espécie de fragilidade e acabou revelando que o Palácio Pedro Neiva de Santana terá mesmo a formação de três blocos parlamentar: um de oposição, formado por 10 vereadores, outro independente composto por 06 parlamentares e o governista que terá 15 integrantes.

No encontro com Braide, compareceram apenas Raimundo Penha (PDT), Octávio Soeiro (Podemos), Marcial Lima (Podemos), Nato Júnior (PDT), Ribeiro Neto (PMN), Osmar Filho (PDT), Silvana Noely (PTB), Karla Sarney (PSD), Édson Gaguinho (DEM), Gutemberg Araujo (PSC), Thyago Freitas (DC), Alvaro Pires (PMN), Chaguinhas (Podemos), Domingos Paz (Podemos) e Marcos Castro (PMN).

No entanto, como o chefe do legislativo só vota em caso de desempate, em tese, o prefeito contará mesmo somente com 14 parlamentares em plenário. Uma situação inédita que nunca vista antes na história de 400 anos da Câmara de São Luís.

Por sua vez, o bloco Unidos por São Luís, contará com Astro de Ogum (PCdoB), Marquinhos (DEM), Concita Pinto (PCdoB), Marlon Botão Filho (PSB), Fátima Araújo (PCdoB), Andrey Monteiro (Republicanos), Beto Castro (Avante), Paulo Victor (PCdoB), Antônio Garcez (PTC) e Daniel Oliveira (PL).

Jonatas – Coletivo Nós (PT), Umbelino Júnior (PRTB), Aldir Junior (PL), Batista Matos (Patriota), Rosana da Saúde (Republicanos) e Chico Carvalho (PSL), que não compareceram à reunião com Braide, demonstram que devem mesmo compor o bloco independente na Casa. Os dois blocos – Unidos Por São Luís e Independente – somam um total de 16 vereadores, um a mais que o bloco governista.

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Justiça nega lockdown, mas proíbe música ao vivo

O juiz Douglas de Melo Martins, titular da Vara de Interesses Difusos e Coletivos de São Luís, decidiu ontem (11) não conceder liminar ao defensores públicos estaduais que pediam a decretação de lockdown em todo o Maranhão.

Após audiência de conciliação, o magistrado determinou, contudo, que música – ao vivo, ou mesmo som mecânico, com DJ, por exemplo – está proibida em bares, restaurantes e casas de show do estado. Não serão permitidas, também “resenhas” particulares em espaço público.

Festas, mesmo aquelas com até 150 pessoas, também estão proibidas, em virtude da suspensão do decreto do Governo do Estado que as permitia.

Ao decidir desta forma, Martins explicou por que não decretou lockdown. “Por mais que eu entenda que esses dados apresentados [pelos defensores] são gravíssimos, tomar uma decisão que não seja cumprida, desmoraliza todo o sistema de justiça”, justificou o juiz.

O despacho desta quinta-feira vale até o próximo dia 18 de fevereiro, quando será realizada uma nova avaliação de cenário.

“Se as pessoas não cumprirem as medidas preventivas e a rede de saúde entrar em colapso, o poder judiciário irá se manifestar novamente”, completou.

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Nova identidade visual fortalece a Ricco Alimentos

Em entrevista ao jornal O Debate, empresário Caio Mendes, cocriador do Grupo Ricco Alimentos, expressou as dificuldades de um momento de expansão da própria empresa coincidir com o momento crítico do mundo durante a pandemia.

O jovem executivo também indica o uso da criatividade do grupo em adaptar-se ao novo mercado de trabalho, a necessidade de um marketing organizado e eficiente e o futuro da empresa, uma experiencia que a grande maioria das empresas, grandes ou pequenas, passaram em 2020, e um exemplo que deveria vir a ser seguido por todas elas.

A empresa é focada na venda no atacado de frutas, verduras, raízes, hortaliças e legumes fresco, sendo referência no ramo de hortifrutigranjeiro.

“O lançamento da nossa marca coincidiu com o período pós-lockdown, e isso caracterizou também o início de um novo momento de esperança em dias melhores e mais saúde”, certifica Caio Mendes.

Segundo ele, a ideia de expandir o seu negócio pelo maranhão, mais especificamente, em imperatriz, dividiu lugar com o pensamento preocupante de como lidar com a pandemia que afligiu o ano passado e continua no esqueleto dos negócios em 2021. O empresário, mesmo em momento crítico, procurou uma forma de sobressair-se de suas concorrentes, com a criatividade da adaptação do mercado alimentício, com a renovação da sua imagem social e adaptação ao marketing digital.

“A pandemia trouxe necessidade de inovação…” simples e certeira, a fala de Caio Mendes compila todo seu esforço no ano passado, com apoio da Sebrae, cuja o mesmo recorreu, adaptação às redes sociais (@riccoalimentos), programas de delivery, higienização com padrão excepcional e, principalmente, parceria e criação de marketing digital para publicidade e propaganda do seu próprio negócio, a Ricco Alimentos apresentou 20% de crescimento se comparado ao que era um mês normal pré-lockdown, sendo uma das empresas da estática do Sebrae sobre os Impactos da Covid-19 nos Pequenos Negócios que conseguiram superar-se e evoluírem em suas vendas durante o ano de 2020.

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Rumo partidário de Bolsonaro poderá repercutir no MA

Notas de colunas na grande imprensa indicaram ontem que, na impossibilidade de criar o seu próprio partido, o presidente Jair Bolsonaro está avaliando duas alternativas: o PSL e o PTB. Nos dois casos, a filiação terá repercussão forte na política maranhense.

Se retornar ao PSL, selando paz com a banda maior do partido, comandada pelo deputado federal pernambucano Luciano Bivar e que virou oposição, o movimento repercutirá no Maranhão, começando por uma nova onda de pressão para tomar o comando partidário do vereador Chico Carvalho. Vale lembrar que no primeiro momento do governo Bolsonaro, Chico enfrentou a investida do bolsonarista Alan Garcez, resistiu e voltou a ter plenos poderes no braço maranhense quando a estourou a crise que rachou o partido, ficando ao lado do presidente Bivar, ao lado de quem esteve na consolidação da agremiação. O eventual retorno de Jair Bolsonaro ao PSL pode significar problemas para Chico Carvalho. Essa hipótese também fortalece o deputado Pará Figueiredo, único representante do partido na Assembleia Legislativa.

Se a opção do presidente for por se filiar ao PTB, como vem sendo especulado, a decisão afetará diretamente o deputado federal Pedro Lucas Fernandes, que comanda o partido criado por Getúlio Vargas. Isso porque, com a eventual filiação de Jair Bolsonaro, o presidente nacional do partido, ex-deputado Roberto Jefferson, vai cobrar estreito alinhamento do partido com o projeto do presidente de se reeleger, o que pode dificultar a vida do PTB no Maranhão. Por outro lado, a conversão de Jair Bolsonaro ao trabalhismo será festivamente comemorada pela deputada estadual Mical Damasceno, bolsonarista de carteirinha. (Com informações do blog Repórter Tempo)

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