
O presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputado Othelino Neto (PCdoB), fez uma visita de cortesia, nesta terça-feira (5), ao governador em exercício, Carlos Brandão, que assumiu interinamente o comando do Executivo, após pedido de licença do governador Flávio Dino. No encontro, ocorrido no Palácio dos Leões, foi reforçada a importância do diálogo, da independência e da boa relação institucional visando à melhoria da qualidade de vida dos maranhenses.
Othelino destacou que o Maranhão tem dado um bom exemplo para o Brasil, no que diz respeito ao equilíbrio das relações entre todos os Poderes. “É um prazer visitar o governador em exercício, Carlos Brandão, para que nós possamos conversar sobre temas importantes para o estado. Estamos sempre exercitando essa capacidade de diálogo, que é uma marca da relação harmônica e independente que mantemos entre os Poderes constituídos no Maranhão”, assinalou o presidente da Alema.
Carlos Brandão pontuou que a boa relação entre o Legislativo e o Executivo vem se mantendo durante todos os seis anos de governo, com o apoio da Assembleia em diversos temas relevantes para o desenvolvimento do estado e melhoria da qualidade de vida da população.
“Desde o início da nossa gestão, sempre primamos por essa relação harmônica entre o Executivo e o Legislativo. Agradeço a visita do presidente Othelino Neto e quero reforçar a minha disposição em manter essa boa relação, afinal, temos que andar juntos nas parcerias em favor da nossa população”, afirmou Brandão.
Diálogo – Também presentes ao encontro, o secretário-chefe da Casa Civil, Marcelo Tavares, e o deputado federal Rubens Júnior (PCdoB) falaram sobre a importância do diálogo permanente entre as esferas de Poder.
“Isso mostra a junção de interesses comuns em defesa das causas mais importantes para o povo do Maranhão. O presidente Othelino é muito bem-vindo e traz o abraço de todos os deputados ao governador em exercício. Juntos, tenho a convicção de que faremos um Maranhão cada vez melhor”, disse Marcelo Tavares.
O deputado federal Rubens Júnior destacou que a harmonia entre os Poderes é uma determinação constitucional acatada em sua plenitude no Maranhão. “Isso é muito salutar para o Estado, pois fortalece as parcerias e favorece o povo, que é o mais importante”, completou o parlamentar.
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De 27 nomes que comporão o secretariado do prefeito de São Luís, Eduardo Salim Braide (Podemos), pelo menos quatro são carimbados como sarneysitas de carteirinha.
Bruno Duailibe (Procurador), Joaquim Haickel (Comunicação), André Campos (Articulação e Desenvolvimento Metropolitano), Marco Duailibe (Cultura) e Marcos Affonso (Segurança com Cidadania) são da cozinha, parentes ou ligados ao clã por passagens nos governos de Roseana Sarney.
Durante a campanha, não era segredo para ninguém a aliança de Braide com o grupo Sarrney, especialmente por meio do apoio do MDB, mas os sobrenomes sarneys foram discretamente convidados a não se manifestarem com muita veemência. Resultado: foram devidamente contemplados no Governo de Salim Braide.
Há outros nomes ligados ao clã Sarney, mas apenas em momentos pontuais como a historiadora Kátia Bogéa (Fundação Municipal do Patrimônio Histórico) e Pavão Filho (Governança Solidária e Orçamento Participativo). Outros chegam a exalar a cantiga dos Sarney, mas por tabela, via indicação de José Reinaldo Tavares, a exemplo do futuro secretário de Planejamento, Simão Cirineu.
São bons nomes, é preciso reconhecer, mas que o grupo Sarney ganha fôlego no Palácio La Ravardière, vizinho aos Leões, isso é fato.
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Poucas vezes um vice-prefeito foi tão prestigiado pelo prefeito quanto a professora Esmênia Miranda está sendo por Eduardo Braide. Oficial da Polícia Militar, com graduação em História e docente do Colégio Militar em São de São Luís, Esmênia Miranda recebeu uma das tarefas mais desafiadoras da nova gestão de São Luís: comandar a pasta da Educação com o compromisso de tirar milhares de crianças do atraso escolar causado pela pandemia do coronavírus e transformar a rede municipal de ensino em um sistema de educação básica de qualidade.
Sobre sua responsabilidade estão mais de 250 escolas, nas zonas urbana e rural, que abrigam milhares de alunos. Existem muitas escolas em bom estado físico para funcionar a contento, mas também existem muitas outras em estados que vão de precário a inviáveis para receber crianças e professores. A vice-prefeita se mostra entusiasmada com o prestígio e com a missão que recebeu, sabe que enfrentará dificuldades enormes, mas está determinada a encarar o desafio.
Segue um registro que servirá de alerta para a vice-prefeita. Em 2010, quase três anos depois da posse, o então prefeito João Castelo (PSDB), insatisfeito com o desempenho da sua vice-prefeita, a médica Helena Duailibe, no comando da Secretaria Municipal de Saúde, reclamou e cobrou melhores resultados, enquanto a secretária, escudada na condição de vice-prefeita, insistia em seguir numa linha contrária à orientada pelo prefeito. A corda foi esticada a tal ponto que João Castelo demitiu Helena Duailibe durante entrevista a uma emissora de rádio de São Luís, causando um enorme mal-estar entre o prefeito e sua vice. A partir da demissão, o Sistema Municipal de Saúde entrou num processo de desarrumação que depois, meses antes de passar o cargo para Edivaldo Holanda Jr. (PTC), João Castelo teve de entregar a rede hospitalar de São Luís ao controle da Secretaria de Saúde do Estado, então comandada com carta branca pelo então deputado estadual Ricardo Murad (PMDB).
Claro que não se imagina uma situação parecida para o novo prefeito de São Luís e sua vice, que tem dado seguidas demonstrações de preparo. Mas nada custa lembrar que coisas assim podem acontecer.
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A Assembleia Legislativa recebeu ontem três novos deputados: Socorro Waquim (MDB), que assumiu na vaga de Rigo teles (PL), novo prefeito de Barra do Corda; Betel Gomes (PRTB), que sucedeu a Felipe dos Pneus (Republicanos), agora prefeito de Santa Inês, e Fábio Braga (Solidariedade) na vaga de Fernando Pessoa (Solidariedade), que se elegeu prefeito de Tuntum.
Com a chegada de Socorro Waquim e Betel Gomes, a Assembleia Legislativa do Maranhão entra na linha de frente dos parlamentos estaduais onde é expressiva a participação de mulheres. Elas se somam a Ana do Gás (PCdoB), Andreia Rezende (DEM), Cleide Coutinho (PDT), Daniella Tema (DEM), Detinha (PL), Thaíza Hortegal (PP), Helena Duailibe (Solidariedade) e Mical Damasceno (PTB), totalizando 10 parlamentares femininas, representando quase 25% da composição do plenário de 42 cadeiras.
Com o novo quadro, o parlamento maranhense reforça o pluralismo partidário e avança para o equilíbrio de gênero. Mais ainda, quando é visível que as deputadas são parlamentares atuantes, propositivas, afeitas ao debate e preocupadas com os problemas mais diversos enfrentados pela população do Maranhão.
Socorro Waquim é professora e política experimentada e bem-sucedida, tendo sido deputada estadual, vereadora e prefeita de Timon, tendo também atuado como integrante do secretariado do último Governo de Roseana Sarney (MDB). Além da vivência política, Socorro Waquim leva para o parlamento estadual a experiência de ter comandado Timon, hoje o terceiro maior município do Maranhão em população, e politicamente consciente em relação ao papel da mulher na política. “Nossa presença aqui é a presença do empoderamento das mulheres”, disse.
Filha de lavradores, Betel Gomes, que é professora primária, chega à Assembleia Legislativa para exercer o seu primeiro mandato estadual com a experiência de militante política na região de Buriticupu, onde atuou como secretária de Cultura, Educação e Assistência Social. Já empossada, declarou que se sente motivada para fortalecer a posição das mulheres na Casa e dar “o melhor de mim” pelo povo do Maranhão.
Ao comentar a posse dos três novos deputados, o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Othelino Neto (PCdoB) destacou que a presença de 10 mulheres entre os 42 deputados torna a Assembleia Legislativa do Maranhão um parlamento diferenciado e caminhando para o equilíbrio nesse sentido. “Me sinto honrado de presidir a Casa com esse perfil”, disse.
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O governador Flávio Dino (PCdoB) não se envolverá na disputa para o comando da Federação dos Municípios do Maranhão (Famem), na qual o atual presidente Erlânio Xavier (PDT), prefeito reeleito de Igarapé Grande, tem como adversário o prefeito reeleito de Caxias, Fábio Gentil (Republicanos).
A explicação para a neutralidade anunciada pelo governador é simples. A eleição na Famem foi transformada numa medição de força entre o senador Weverton Rocha (PDT), que apoia o atual presidente, e o vice-governador Carlos Brandão (Republicanos), que abraçou a candidatura do prefeito de Caxias, que é do seu partido. Ambos vêm travando um embate direto e aberto para consolidar seus projetos de disputar o Governo do Estado. O governador não quer se envolver numa disputa que não lhe diz respeito diretamente.
O presidente Erlânio Xavier é o homem de frente de Weverton Rocha, tendo coordenado sua campanha em 2018. O comando da Famem faz dele um importante porta-voz do senador junto aos prefeitos, o que torna a entidade um braço fundamental na estrutura de apoio dele. O comando de um pequeno município não lhe dá peso político, mas a presidência da Famem faz dele um interlocutor privilegiado e valioso para o projeto de poder do líder pedetista.
O prefeito Fábio Gentil, ao contrário, comanda o quarto maior e politicamente mais importante município do Maranhão, e com a autoridade de quem foi reeleito com mais de 75% dos votos, praticamente desmontando a máquina poderosa montada ex-deputado Humberto Coutinho. Candidato irreversível à presidência da Famem, conforme anunciou, Fábio Gentil conta com o apoio do vice-governador Carlos Brandão, que tem como aliado.
A neutralidade do governador Flávio Dino tornará a disputa mais dura entre Erlânio Xavier e Fábio Gentil pelo comando da Famem, acirrando o embate entre Weverton Rocha e Carlos Brandão pelo Palácio dos Leões. (Com informações do blog Repórter Tempo, do jornalista Ribamar Correa)
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