
O judiciário maranhense de está de luto com o falecimento, na madrugada deste sábado, 2, em São Luís, da desembargadora Cleonice Silva Freire, ex-presidente do Tribunal de Justiça do estado.
Cleonice lutava contra um câncer há alguns anos e morreu em sua residência, no Calhau, às 4h, na companhia de suas três filhas.
A desembargadora foi eleita presidente do TJMA em 2013, quando, pela primeira vez na história, três mulheres comandaram o Judiciário maranhense, no biênio que se encerrou em 2015.
Cleonice Silva Freire foi eleita presidente em sessão plenária que elegeu, também, as desembargadoras Anildes Cruz, para vice-presidente, e Nelma Sarney, para corregedora-geral da Justiça.
O corpo da desembargadora Cleonice será cremado ainda neste sábado.
CLEONICE SILVA FREIRE nasceu em Coroatá, Maranhão.
Bacharel em Direito pela Universidade Federal do Maranhão.
Juíza de Direito e Juíza Eleitoral nas Comarcas de Alcântara, Santa Inês, Imperatriz e São Luís.
Participou da criação da ”Casa da Criança Menino Jesus”, instituição que abriga crianças de até dois anos de idade.
Durante sua gestão no TRE-MA, foi escolhida em março de 2008, Vice-Presidente do Colégio de Presidentes dos Tribunais Regionais Eleitorais do Brasil e em setembro de 2008, foi eleita Presidente.
Coordenou a Reunião dos Presidentes dos Tribunais Regionais Eleitorais da Região Nordeste e o XLII Encontro do Colégio de Presidentes dos Tribunais Regionais Eleitorais do Brasil, todos realizados em São Luís.
No período de 06/03/2007 a 17/12/2007 foi Corregedora Regional Eleitoral do Maranhão.
Presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão no período de 18/12/2007 a 15/02/2009.

Foi eleito novamente a presidente da Câmara Municipal de São Luís, o vereador Osmar Filho (PDT). O vereador estará na liderança da casa até o fim de 2022. O novo prefeito de São Luís, Eduardo Braide (Podemos), recebeu e afirmou o compromisso do trabalho em conjunto com o Poder Legislativo.
“Unidos por São Luís”, a chapa encabeçada por Osmar Filho foi eleita por unanimidade, definindo os novos nove membros que estarão na composição da Mesa Diretora da Câmara. Veja os membros a seguir:
Osmar Filho – presidente
Dr. Gutemberg (PSC) – 1º Vice-presidente
Paulo Victor (PCdoB) – 2º Vice-presidente
Thyago Freitas (DC) – 3º Vice-presidente
Octávio Soeiro (PODEMOS) – 1º Secretário
Aldir Júnior (PL) – 2º Secretário
Ribeiro Neto (PMN) – 3º Secretário
Karla Sarney (PSD) – 4º Secretária
Rosana da Saúde (Republicanos) – 5º Secretária
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O vereador Paulo Victor, que estava na 1ª suplência até ontem, dia 31 de dezembro, quando se encerrou a legislatura passada, conseguiu um salto surpreendente na carreira politica.
Após ser o mais votado do PCdoB, e garantir a 6ª maior votação entre os 31 eleitos, com mais de 6 mil votos, nas eleições de 15 de novembro, o parlamentar obteve outra vitória: agora como 2º vice-presidente da Câmara Municipal de São Luís (CMSL), na chapa encabeçada pelo vereador Osmar Filho (PDT) registrada como “Unidos por São Luís”, que foi eleita por unanimidade.
Paulo Victor foi empossado vereador nesta sexta-feira (1º), em cerimônia realizada no auditório Fernando Falcão, na Assembleia Legislativa do Maranhão.
Antes da solenidade, ele conversou com a imprensa que fazia a cobertura do evento, aproveitou para fazer um breve relato sobre sua primeira experiência no Legislativo ludovicense e explicou a crescente votação: saindo de 400 votos, em 2012, passando pela suplência vereador em 2016, até chegar à campeão de votos do PCdoB que o fizeram ficar entre os seis mais votado.
JOGO RÁPIDO
Qual o sentimento de chegar até aqui?
O que aprendeu ao ocupar a suplência?
Como explicar o crescimento de sua votação?
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Em suas redes sociais o prefeito Edivaldo Holanda Junior anunciou que o salário dos servidores municipais referente ao mês de dezembro estará na conta amanhã (30), mantendo o compromisso de fazer o pagamento ainda dentro do mês. Com isso ele encerrará sua gestão tendo pagado sempre em dias todos os vencimentos dos servidores municipais.
“Como havia anunciado, vamos pagar a folha dos servidores municipais referente a dezembro dentro do mês. O salário estará disponível na conta amanhã, dia 30”, disse Edivaldo.
Em 2013, quando assumiu a Prefeitura, Edivaldo encontrou um caos financeiro e a folha do funcionalismo atrasada. Oito anos depois o cenário é outro. Edivaldo deixa a administração municipal com as contas equilibradas e tendo feito o pagamento dos vencimentos do funcionalismo municipal sempre em dias, fazendo destas duas das principais marcas da sua gestão.
Assim, mais uma vez os servidores encerram o ano com dinheiro em mãos para honrar seus compromissos financeiros e planejar seu início de 2021.
A notícia é boa também para o comércio já que com isso o prefeito Edivaldo injeta recursos na economia da cidade neste fim de ano, período em que o comércio espera vender mais para compensar as perdas econômicas causadas pela pandemia da Covid-19.
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O ex-deputado Joaquim Haickel esclareceu nas redes sociais, os motivos que o levaram a mudar de opinião e a aceitar o convite do prefeito Eduardo Braide (Podemos) para assumir a Secretaria de Comunicação (Secom).
No início deste mës, Joaquim Haickel chegou a escrever nas redes sociais que não assumiria nenhum cargo na gestão de Eduardo Braide.
Mas hoje, ao ser anunciado como titular da Seco, Joaquim Haickel escreveu no Facebook:
“Faz alguns dias, Eduardo Braide, me pediu que fosse ao escritório que ele montou para desenvolver as ações concernentes à transição administrativa do município de São Luís.
Imaginei que pretendia conversar comigo sobre nomes de pessoas que ele desejava indicar para os cargos de secretário de assuntos políticos, educação ou esporte, funções que eu havia exercido nos governos de Lobão, Fiquene e Roseana, ou mesmo para a pasta da cultura, uma vez que trabalho neste setor, como escritor e cineasta.
Ele foi direto. Sem fazer rodeios, disse que sabia que eu não desejava voltar a exercer nenhum cargo ou função no âmbito político, mas que precisava de mim para desempenhar uma determinada função. Que ele acreditava ser eu a pessoa mais indicada para a missão, uma vez que em sua opinião, conheço bem esta área e tenho boa capacidade de diálogo com os mais diversos protagonistas deste setor. Tendo dito isso, ele me convidou para ser seu secretário de comunicação social.
Na hora fiquei surpreso e atônito. Minha primeira reação foi sorrir, meio sem jeito. Elegantemente agradeci o convite e o recusei, mas ele insistiu, dizendo precisar de mim para aquela função e explicou seus motivos. Foram bons motivos.
Fui conversar com Eduardo, preparado para falar sobre outras pessoas, jamais sobre mim mesmo, até porque desde 2015, havia decidido que não mais iria participar de forma efetiva da política, ocupando cargos ou exercendo mandatos.O inesperado convite, a forma como ele foi feito, e os argumentos que foram usados, me fizeram baixar a guarda.
Perguntei-lhe se aquele convite era apenas uma manifestação de gratidão pelo apoio que eu sempre dei a ele, desde antes de sua candidatura e mesmo durante a campanha eleitoral. Ele foi taxativo e convincente ao dizer que não. Conhecendo-o bem, sei que ele não é mesmo de ter esse tipo de atitude. Ele é tímido, mas direto e positivo e às vezes por isso, aparenta distância e até frieza.
Disse-lhe que se fosse o caso, eu já estaria muito mais que satisfeito, contemplado apenas com o convite para fazer parte de um projeto que acredito, mudará o rumo da política maranhense nos próximos anos.
Ele reafirmou que não se tratava de mera gratidão, mas de um pedido de sacrifício pessoal, uma vez que ele acredita que eu, com o tato e a paciência cultivados e desenvolvidos em mais de 32 anos na lide política, pudesse realizar a importante missão de gerenciar esse segmento bastante sensível em qualquer governo: A comunicação do prefeito e de seu governo com o público interno, estabelecendo métodos e formas com que a administração municipal possa atuar e se apresentar, e da mesma maneira com o público externo, com quem o prefeito, seus assessores e a municipalidade, de modo geral, possa manter diálogos, comunicando seus projetos e apresentando suas ações, bem como ouvindo as demandas da sociedade, através das instituições representativas, dos políticos e diretamente da população.
Confesso que se Eduardo tivesse me convidado para ocupar alguma outra secretaria, com ênfase para aquelas as quais já ocupei nos governos em que participei, sem pestanejar, mas com grande gratidão e elegância, eu recusaria.
Porém, como ele disse precisar especificamente de mim para desempenhar esse papel, resolvi aceitar seu pedido, mesmo tendo que romper um acordo que tinha comigo mesmo, perante minha mãe, meu irmão e minha esposa, a quem havia prometido me manter fora da política formal.
Aceitei o convite para compor a equipe de Eduardo Braide por três bons motivos: Para atender ao apelo que ele me fez; Para poder estar próximo a ele neste momento tão importante, e quem sabe ajuda-lo de alguma forma, na difícil tarefa que terá pela frente; e pela possibilidade de participar de um evento único, que acredito, mudará o rumo e o destino político do Maranhão, coisa para quando eu já for um septuagenário˜.
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