
A nomeação de Helena Duailibe, Moacir Feitosa e Canindé Barros para secretarias “vips” mostra que a gestão do prefeito Edivaldo Júnior (PDT) será “mais do mesmo”. É pule de 10 esperar uma repetição dos escândalos, descaso com a cidade, arbitrariedade, nepotismo e arrogância de antes. Reeleito para o 2º mandato, o prefeito de São Luís começou o ano cometendo os mesmos erros do 1º mandato. A única diferença da gestão atual para a anterior foi a ‘mudança’ do vice-prefeito.
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O presidente da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski, prevê “um cenário desolador” para os gestores que assumiram o cargo de prefeito no último dia 1º de janeiro. Em entrevista ao portal Carta Capital, publicada na última sexta-feira, dia 6, o líder municipalista elencou como algumas dificuldades as medidas de ajuste fiscal aprovadas no ano passado pelo Congresso Nacional, entre elas a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que estabelece o teto de gastos públicos e congela por 20 anos os investimentos em áreas essenciais para a população, e a falta de autonomia dos municípios diante da sobrecarga de financiamento que são obrigados a enfrentar para manter cerca de 400 programas federais.
Paulo Ziulkoski, ainda na entrevista, reproduzida na página da entidade na internet, criticou a exclusão dos municípios do processo de renegociação das dívidas públicas com a União, que beneficiou apenas os estados. Segundo o presidente da CNM, só a dívida previdenciária das prefeituras soma em torno de R$ 100 bilhões em todo país. Por outro lado, de acordo com ele, a União deve cerca de R$ 50 bilhões aos municípios, mas, conforme disse, quando há débito das prefeituras, o governo federal, em vez de negociar, costuma interromper o repasse de verba. Paulo Ziulkosky se mostra preocupado com a lei que determina o teto dos gastos, a partir da qual prevê uma inevitável perda de recursos para os municípios.
“Os municípios não sabem o que fazer. Não há mais como piorar a situação da educação pública e das merendas. Por exemplo: se a União continuar repassando apenas 300 reais por aluno, creches terão de ser fechadas”, disse o presidente da CNM para o portal Carta Capital.
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Apontadas pela Controladoria Geral da União (CGU), pelo Ministério Público Federal (MPF) e pela Polícia Federal (PF) como integrantes de uma organização criminosa que desviou R$ 1 bilhão dos cofres públicos – acusação que resultou na prisão de 104 durante a Operação Rapina, em 2007 – Vera Lúcia de Vasconcelos Silva e Delidiane Ribeiro de Moura Ferro acabam de assumir o comando de duas pastas em Paulo Ramos-MA, um dos municípios que figuraram nas investigações.
As nomeações das investigadas podem reacender os indícios de irregularidades e colocar a cidade novamente no centro das investigações dos órgãos de controle. Atualmente Paulo Ramos é administrada pelo prefeito Deusimar Serra Silva (PCdoB). No entanto, na época do escândalo que comandava a cidade era João Teixeira Noronha, que também foi preso com Vera Lúcia e Delidiane Ribeiro.

Dessa gestão, também foram detidos Deusimar Serra Silva,ex-secretário municipal de Administração; Francisco Roberes Alves Noronha, ex-membro da CPL; Maria de Lourdes Ferreira da Silva, ex-tesoureira em 2005 e 2006 e ex-mulher do prefeito; e Liriane France Lopes Vale, ex- membro da CPL.
De acordo com investigação, os suspeitos eram gestores públicos, contadores, empresários e até técnicos do Tribunal de Contas do Maranhão. As investigações mostraram ainda que parte das verbas supostamente desviadas bancou campanhas políticas, de acordo com gravações telefônicas autorizadas pela Justiça e com cruzamentos de dados entre a PF e a CGU.

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Não é difícil. O projeto foi criado em parceria com o projeto Excelências, que organiza dados do Transparência Brasil a respeito de parlamentares, e a agência de publicidade Grey.
A tarefa de monitorar os políticos corruptos é feita através de uma ferramenta desenvolvida pelo conceituado site Reclama Aqui.
Por enquanto o plug in pode ser instalado por quem usa o navegador Google Chrome. Ao instalar o Vigie Aqui ele grifa de roxo todas as notícias sobre deputados e senadores em exercício que tenham condenação, indiciamento ou citação em investigação.
Ao passar o mouse sobre os nomes em destaque, o usuário terá acesso ao histórico judicial da pessoa em questão. Na primeira fase, o Vigie Aqui irá monitorar a conduta de 81 senadores e 513 deputados federais. Ao longo de 2017, o monitoramento se estenderá para os demais cargos do poder legislativo e executivo.
Todos os sites e redes sociais, inclusive as páginas oficiais dos próprios políticos, ativam o plugin: basta que o nome apareça na tela que a ferramenta saberá identifica-lo.
Como baixar gratuitamente o Vigia Aqui
Para baixar o plug in acesse o site www.vigieaqui.com.br pelo navegador Chrome e clique na chamada em destaque para instalação da ferramenta. Logo você entra na página para adicionar a extensão e, ao clicar em um botão verde, na parte de cima e à direita da tela, inicia a instalação.
Em segundos, o ícone VA (Vigie AQUI) fará parte do cabeçalho do seu navegador Chrome. Pronto, a partir daí, qualquer site ou rede social que constar um nome de senador ou deputado federal, o plug in vai delatar com as informações sobre o político.

A deputada estadual Andrea Murad, acompanhada da ex-vereadora Rose Sales, foram impedidas de entrar no prédio
A deputada estadual Andrea Murad (PMDB) e a ex-vereadora Rose Sales (PMB) tentaram, sem sucesso, vistoriar no último domingo, 8, as instalações do anexo do Centro de Ressocialização de Jovens e Adolescentes da Funac, no bairro da Aurora, cuja comunidade repudia a ação tomada pelo governador Flávio Dino (PCdoB).
Na oportunidade, a parlamentar disse à imprensa que recorrerá à Justiça para conhecer in loco as instalações do prédio. “Vou recorrer à Justiça para que eu entre e vistorie o imóvel alugado pelo governo, que desde já considero um crime contra administração pública porque o imóvel ficou um ano e meio fechado, o governo pagando o aluguel mensal de mais de R$ 12 mil reais sem ser utilizado e o mais grave de propriedade de um filiado do PCdoB. Também estou buscando todas as informações da suposta reforma, como estão distribuídos os internos nessa unidade, quais as atividades que estão realizando e se a unidade está dentro dos parâmetros do Plano Nacional de Atendimento Socioeducativo”, declarou Andrea Murad.
Apesar de ter sido impedida por seguranças e policiais militares, a deputada fez um balanço do que viu superficialmente em frente ao prédio. “Muro baixo demais, ausência de cerca elétrica, janelas sem grades, não vi aqui um imóvel que nem mesmo beneficie os menores com ações socioeducativas, sem quadra poliesportiva como prevê o próprio ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) e o SINASE, espaços que garantam um trabalho eficaz de ressocialização. Então, além de ser um verdadeiro desgaste, preocupação e insatisfação dos moradores com essa unidade aqui, ela não está no padrão que as entidades nacionais e internacionais recomendam”, alertou a parlamentar.