Depois da empolgante caminhada na Rua Grande rumo à vitória na sexta-feira (19), que abriu oficialmente sua campanha de rua na capital maranhense, o candidato a prefeito de São Luís Wellington 11 (PP), da coligação “Por Amor a São Luís”, finalizou sua agenda positiva nesse fim de semana com uma rodada de três grandes encontros que reuniram cerca de 1.600 pessoas nos bairros São Cristóvão, Coroadinho e João de Deus.
Durante os encontros, Wellington deu o tom de como será sua campanha e sua gestão, a partir de 1° de janeiro de 2017, como prefeito de São Luís.
Em seu primeiro compromisso, no São Cristóvão, assim que recebeu o microfone das mãos do vereador Chaguinhas, Wellington foi direto ao ponto. “A partir de 1° de janeiro, vocês terão um prefeito que tem as digitais do povo, que conhece a nossa realidade e com atitude para resolver os problemas de São Luís”, disse. Como vem garantindo em outros compromissos de campanha, ele voltou a afirmar que não existirão barreiras entre sua gestão e a população.
O vereador Chaguinhas fez coro ao discurso do companheiro de partido, criticou a péssima gestão do prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT) e convocou as cerca de 700 pessoas presentes a votarem em Wellington 11. Para Chaguinhas, Wellington é o único candidato capaz de transforma a capital maranhense. “ Ele é jovem, mas além de jovem ele é competente, é trabalhador, é um homem que venceu lutando, homem de bem que não será contaminado pelos maus políticos. Ele é o único com atitude para resolver os problemas que a população precisa”, declarou.
No segundo encontro, no Coroadinho, o vereador Manoel Rêgo reuniu cerca de 400 pessoas para declarar seu apoio incondicional à candidatura de Wellington 11. “ Estamos com Wellington de corpo e alma e vamos vencer essa eleição. Ele é um candidato diferenciado dos demais e com todo potencial para administrar nossa cidade”, disse.
O vereador também não poupou críticas ao prefeito. Segundo ele, Edivaldo Júnior enganou a todos com falsas promessas e falso discurso de mudança. “Esse prefeito nos enganou. Nunca nos ajudou e agora próximo da eleição tenta nos enganar novamente com algumas obras que nem são suas. Não cairemos nessa. Nosso prefeito é Wellington 11”, disse Manoel Rêgo.
Emoção
No último encontro do domingo, o vereador Estevão Aragão preparou mais uma grande festa para receber o candidato a prefeito Wellington 11 e o vice Roberto Rocha Júnior (PSB), no bairro João de Deus. A reunião foi marcada pela emoção.
Como fez em todos as reuniões, Wellington convidou o vice Roberto Rocha Júnior e o vereador para descerem do palanque montado para eles e sentarem entre as cerca de 500 pessoas que lotaram o encontro. O gesto, que tem sido feito em todos os encontros, simboliza a convicção do progressista de que a primeira coisa a mudar na política é relação entre os políticos e a população, de que não devem existir barreiras entre ambos.
Com uma criança no colo, Wellington falou da importância de cada cidadão no processo político e relembrou que é o povo que tem o poder de colocar e de tirar seus governantes.
“Qual é o futuro que nós queremos para essa criança? Nossas escolas estão em péssimas condições, 12 delas estão fechadas. A educação está falida. As creches prometidas não foram construídas. O prefeito não teve compromisso com o povo. Agora ele tenta nos enganar mostrando na propaganda uma São Luís que não existe. Ele mentiu e vocês não podem errar novamente”, alertou.
Em seguida foi a vez do anfitrião, o vereador Estevão Aragão, prosseguir com as duras críticas ao prefeito. Sem cerimônia, ele chamou Edivaldo de mentiroso e afirmou que um mentiroso não tem moral. “Ele me enganou. Enganou a todos nós. Nunca atendeu um requerimento meu para ajudar minha comunidade. E eu fiz muitas solicitações que eram para beneficiar o povo e ele não me atendeu”, lamentou.
O início do julgamento do impeachment da presidenta Dilma Rousseff, na próxima quinta-feira (25), não será o único evento importante na agenda do Sendo esta semana. Antes de começar a discutir se a presidenta cometeu crime de responsabilidade, os senadores terão de se debruçar sobre pautas importantes que precisam ser analisadas até quarta-feira (24), em razão da agenda política congestionada neste segundo semestre.
A mais importante delas será a Proposta de Emenda à Constituição da Desvinculação das Receitas da União (DRU), que libera 30% do orçamento para ser utilizado livremente pelo governo, sem vinculação a rubricas específicas. A PEC deveria ter sido votada na última semana, mas o plenário não alcançou o quórum necessário para a deliberação.
Também está na pauta o projeto de lei que altera a Lei de Responsabilidade Fiscal para tornar ainda mais duras as regras de gastos futuros com pessoal na administração pública. O projeto proíbe prefeitos, governadores e o presidente da República de conceder aumentos salariais que comecem a valer após o fim dos mandatos.
Além dessas, outras propostas podem ser inseridas na pauta por acordo com o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). Esta será a última oportunidade em meses para que os senadores se dediquem a votar projetos, especialmente os que necessitem de quórum qualificado para apreciação.
A expectativa é de que os senadores só voltem a se reunir com foco na pauta da Casa após o segundo turno das eleições municipais, no fim de outubro. Após o julgamento do impeachment,previsto para terminar na terça-feira (31) mas podendo se estender por mais tempo, a previsão é de que os senadores voltem aos estados para participar das campanhas de seus candidatos às prefeituras.
A partir de novembro, quando retornarem após as eleições municipais, será a vez de os senadores começarem outra campanha, para a da escolha Mesa Diretora do Senado. Embora a eleição dos membros da Mesa, entre eles o futuro presidente do Senado, só ocorra em fevereiro do ano que vem, o tema já deverá tomar corpo no fim de deste ano, com as composições entre os partidos começando a se formar.
Além disso, será necessário aos senadores, juntamente com os deputados, aprovar a Lei de Diretrizes Orçamentárias e, depois, o Orçamento Geral da União para 2017. A líder do governo no Congresso, senadora Rose de Freitas (PMDB-ES) também quer pautar, ainda este ano, a discussão da reforma da previdência.
“A reforma da previdência não tem como esperar mais”, avalia Rose. “Há anos se fala nisso e agora estamos em uma situação muito mais crítica do que estávamos”, afirma, lembrando que não é possível remover direitos que já estão valendo, então é preciso promover a reforma agora para que as mudanças venham a ter efeito no futuro.
A fim de organizar os trabalhos durante o período de recesso branco para as campanhas municipais, os senadores ainda devem promover uma reunião na qual vão definir se farão uma semana de esforço concentrado em setembro. Caso contrário, as votações só devem ser retomadas mesmo em outubro ou novembro.
Fonte: Agência Brasil
BLOG MARCO DEÇA
Em qualquer cenário que se analise nas eleições proporcionais em São Luís, o vereador Osmar Filho (PDT) aparece como um dos favoritos na disputa pelas vagas da Câmara Municipal.
E para confirmar os números, ele intensificou suas andanças por São Luís e o corpo a corpo com o eleitor.
– Temos a responsabilidade de representar a gestão em São Luís, como candidato e vereador de mandato. E a nossa interlocução fez o trabalho chegar em várias comunidades. O contato com o eleitor é a melhor forma de fortalecer essa imagem – disse o candidato.
Osmar Filho tem realizado reuniões e palestras quase todos os dias, além de participar de caminhadas e passeatas em várias comunidades.
O chapão que tem o PDT como um dos partidos coligados estima fazer entre oito e nove vereadores.
Osmar Filho figura em todas as listas…
Aliados da candidata a prefeita de Bacabeira, Fernanda Gonçalo (PMN), deram entrada na Justiça Eleitoral, na última segunda-feira (15), no pedido de impugnação do registro da candidatura do prefeito Alan Linhares (PCdoB), alegando a inelegibilidade do chefe do executivo municipal bacabeirense por configurar o exercício de terceiro mandato.
Segundo as informações obtidas pelo blog, a impugnação é pelo fato de que o que em 2009, na condição de presidente do legislativo, Linhares assumiu o comando do Município por três meses até a realização de eleição suplementar, depois que o Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE-MA), cassou o diploma do prefeito José Venâncio Correa Filho, o Venancinho (DEM) e de seu vice, Martinho Ducarmo (PR).
Ao interpretar esse dispositivo, o Tribunal Superior Eleitoral definiu, em consulta formulada pelo deputado federal Paulo Magalhães (PSD/BA), que a assunção à chefia do Poder Executivo, “por qualquer fração de tempo ou circunstância”, configura exercício de mandato eletivo e o titular só poderá se reeleger por um único período subsequente. E complementa com uma jurisprudência já apreciada pela Corte:
“Consulta. Assunção à chefia do executivo municipal. candidatura. reeleição. possibilidade. Seja qual for a circunstância que conduza à assunção da titularidade do poder executivo, ou por qualquer lapso temporal que ocorra, configura o exercício de mandato. em havendo eleição subsequente para este cargo será caracterizada como reeleição. (Cta 1.538, Rei. Mm. Ricardo Lewandowski, DJe de 5.5.2009)”, diz trecho do documento.
O pedido de impugnação tem a assinatura de Cledilson Luis Calvet Silva e José Reinaldo da Silva Calvet. Eles alegam que a consulta formulada ao TSE pelo deputado baiano é semelhante ao caso do atual prefeito bacabeirense que registrou sua candidatura a reeleição no dia 5 deste mês.
O médico obstetra Júlio Matos, o Dr. Julinho, candidato do PMDB à Prefeitura de São José de Ribamar afirmou, na noite desta quinta-feira (18), em contato com o blog, que revogará o contrato de concessão com a empresa Odebrecht Ambiental, responsável pelos sistemas de abastecimento de água e esgoto do município caso venha ser eleito nas eleições de outubro próximo.
Segundo Dr. Julinho, não seria justo administrar um Município como São José de Ribamar, mantendo contrato com uma empresa que oferece um péssimo serviço de abastecimento e massacra diariamente a população ribamarense.
“Numa possível administração minha (…) esse contrato será revogado. Não seria justo administrar a Prefeitura mantendo um contrato com uma empresa que oferece um péssimo serviço de abastecimento e massacra diariamente a população ribamarense”, declarou.
A Odebrecht Ambiental, ligada ao Grupo Odebrecht, está entre as dez empresas envolvidas na operação ‘Lava Jato’. Mesmo sendo investigada na super operação da Procuradoria da República e da Polícia Federal sobre formação de cartel para fraudar licitações da Petrobrás entre 2003 e 2014, a companhia assumiu ano passado a concessão dos sistemas de abastecimento de água e esgoto do município de São José de Ribamar, localizado na região metropolitana de São Luís. A empresa investirá mais de R$ 450 milhões, ao longo dos anos, na recuperação, otimização e ampliação dos sistemas dos dois municípios.