Chico anuncia sua candidatura à presidência da Câmara

O vereador Chico Carvalho (PSL) anunciou, nesta segunda-feira (27), que irá disputar a eleição da Mesa Diretora da Câmara Municipal de São Luís. Com isso, agora já são cinco os nomes que concorrerão ao comando do Legislativo ludovicense: Raimundo Penha, Chico Carvalho, Paulo Victor, Dr. Gutemberg e Aldir Jr.

Em entrevista ao programa Questão de Ordem, da Nova FM (93.1 MHz), o parlamentar explicou os motivos que o levaram a lançar seu nome na disputa da Casa.

Segundo ele, a sua entrada na eleição da Mesa Diretora ocorre pelo fato de alguns integrantes do bloco que ele liderava tomarem posições diferentes do que foi acordado. As reuniões ocorriam na casa dele e nesse grupo estavam os vereadores Batista Matos (já falecido), Beto Castro, Aldir Jr., Daniel Oliveira, Rosana da Saúde. Depois entraram os vereadores Antônio Garcez, Astro, Chaguinhas e Ribeiro Neto.

“Nós não teríamos candidato a presidente, para o lado que nós fossemos nós decidiríamos uma eleição. De repente as coisas tomaram outro rumo, Aldir Jr. diz que é candidato a presidente, aí Beto Castro declara apoio para Paulo Victor. Bom, quer saber de uma coisa, eu vou ser candidato, já fui três vezes presidente e eu vou construir de novo, eu, Deus e minha família”, afirmou.

Além de confirma sua intenção na disputa do pleito interno, o líder do PSL na Câmara criticou a antecipação da Câmara e defendeu que a eleição seja em dezembro do próximo ano e não em abril. Apesar da proposta, a maioria dos parlamentares preferem mesmo manter o pleito para a data regimental.

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Derrubado veto presidencial às federações partidárias

Câmara e Senado decidiram manter a estrutura que facilita a sobrevivência de partidos menores

JEFFERSON RUDY/AGÊNCIA SENADO – 23.09.2021

O Congresso Nacional derrubou, nesta segunda-feira (27), o veto presidencial ao projeto de lei que institui as federações partidárias. A matéria permite que partidos políticos se unam em uma só legenda para conseguir eleger candidatos que representem as ideologias do grupo.

Bolsonaro justificou, ao vetar o projeto, que as federações seriam um novo formato de promover as coligações partidárias. Em 2017, foi aprovada proposta de emenda à Constituição vedando as coligações nas eleições proporcionais. 

A ala governista votou pela manutenção do veto. Para Marcos Rogério (DEM-RO), a proposta é apenas “um arranjo de coligações, só que de efeito duradouro” e defendeu que a fusão partidária é o outro caminho para a aliança.

O filho 01 do presidente, o senador Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ), criticou a medida, afirmando que serve como um “jeitinho aos partidos que não conseguirem a cláusula de desempenho”. Ele argumentou que a cláusula tem origem na Alemanha “para inviabilizar a participação de partidos que defendessem o nefasto nazismo. Aqui no Brasil temos o seu irmão siamês que é o comunismo”, comparou, defendendo que as federações servem para dar “sobrevida a partidos que defendem regimes que já são testados e reprovados em todo mundo”.

A oposição rebateu os argumentos, alegando que a proposta que possibilita as federações funciona de maneira oposta às coligações. Articuladora no Congresso e relatora da proposta que rejeitou às coligações, a senadora Simone Tebet (MDB-MS) defendeu a cláusula de barreiras, que é o dispositivo que barra atuação parlamentar de um partido que não alcança um percentual de votos, mas, diferente da base governista, sustentou que as federações caminham nessa direção.

“Federação partidária não tem nada a ver com coligação. Ao contrário: são polos opostos do mesmo processo”. Para Tebet, a coligação é “nociva à democracia, causa quase que um estelionato eleitoral”, possibilitando uma união de partidos com ideologias diferentes e que pode confundir o eleitor, como dar voto “em alguém progressista e eleger um conservador”, exemplificou. 

“A federação partidária diz que partidos que têm posicionamento convergente sobre projeto de país se unem antecipadamente a uma eleição, sem enganar ninguém e diz: nós vamos permanecer unidos pelos próximos quatro anos”, completou Tebet. “Isso é o que nos queremos no combate ao presidencialismo de coalizão: queremos a federação para agilizar a cláusula de barreira.”

Líder da minoria no Senado, Jean Paul Prates (PT-RN) frisou, ainda, que a federação de partidos “é uma alternativa viável no país e salvar alguns partidos histórico no país”. “Bolsonaro quer destruir, por exemplo, o PCdoB, para depois ficar criando FakeNews na sua bolha afirmando que acabou com os comunistas no Brasil.”

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‘Quero voltar’, diz Roseana sobre mandato de deputada

Prestes a anunciar seu rumo político para 2022 – ela diz que anunciará oficialmente após pesquisa Escutec/O Estado –, a ex-governadora Roseana Sarney (MDB) declarou a O Globo que pretende mesmo é voltar para a Câmara dos Deputados.

A emedebista diz que gostou muito da experiência como parlamentar, e que se deseja repetir.

“Gostei muito de ser deputada. Foi uma honra representar meu estado e quero voltar”, disse.

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Flávio Dino cita Carlos Brandão ao falar de “vida limpa”

O governador Flávio Dino (PSB), mandou um recado bem endereçado na última sexta-feira (24), na cidade de São Domingos do Maranhão, durante as comemorações de 69 anos do municipio. Ao lado de Carlos Brandão (PSDB) e com Weverton Rocha (PDT), atrás, o chefe do executivo disparou:

“Poder e dinheiro passa, e por isso poder e dinheiro não tem a menor importância perto da honra. Perto do respeito das pessoas. Perto do carinho. Eu aprendi com meu pai, assim como Brandão aprendeu com o dele, que o nome da gente é a coisa mais importante”.

Alguns políticos que estavam no palanque ficaram visivelmente constrangidos.

Veja o vídeo no blog do Ludwig

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Weverton mente ao falar sobre ‘acordos que cumpriu’

Senador afirmou, em entrevista a O Estado, que “quando cumprimos os acordos, grupo venceu”. No entanto, em 2020 descumpriu acordo e ajudou a derrotar seu próprio grupo em São Luís

Todo mundo mente de vez em quando, mas temos de distinguir a mentira banal da mentira psicopática. O psicopata usa a mentira como um instrumento de trabalho. Em geral, está tão treinado a mentir que é difícil perceber quando mente. Mente olhando nos olhos e com atitude totalmente neutra e relaxada. Não mente circunstancialmente ou esporadicamente para conseguir safar-se de alguma situação. Ele sabe que mente e não se importa.

É o caso, por exemplo, do senador Weverton Rocha (PDT). Em entrevista a O Estado, ele disse que “quando cumprimos os acordos, o grupo venceu”.

Pura mentira! Em 2020, o pedetista se opôs a Flávio Dino e optou em apoiar Braide, adversário do governador, contribuindo para derrotar seu próprio grupo em São Luís.

Mesmo tendo traído e descumprindo um acordo no pleito passado, Weverton ainda vem sendo visto como um membro do grupo governista. No entanto, sua psicopatia em querer ser governador a qualquer custo, pode levar ao racha na base em 2022

Apesar disso, o político ignora a própria mentira ao garantir que vai esperar decisão do governador baseada nos critérios públicos estabelecidos pelo próprio Dino e que trabalha para cumprir todas as metas em carta assinada no Palácio dos Leões.

O problema, mais uma vez, é a mentira. Dos quatro pré-candidatos na base do governador, Weverton foi o único que descumpriu acordo e já lançou oficialmente sua pré-candidatura em Imperatriz. Ou seja, por se achar líder, não esperou nem mesmo Flávio Dino se posicionar.

A verdade é uma só: o senador rompeu com o governador desde o 2º turno das eleições na capital. Ele pode dizer ou fazer o que quiser, mas já vestiu a pecha de traidor e descumpridor de acordo. Portanto, essa história em dizer que “quando cumprimos os acordos, grupo venceu” é pura balela! A entrevista foi tão vexatória, mas tão vexatória, que nem os próprios aliados na imprensa tiveram coragem de reproduzir.

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