
O Consórcio Brasil Central – que reúne os governos do Maranhão, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins e Rondônia, além do Distrito Federal -, decidiu, após reunião na manhã desta quinta-feira, 10, aguardar uma decisão final da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) sobre a compra de doses da vacina Sputnik V.
O colegiado pretendia obter da agência autorização parecida com a concedida ao Consórcio Nordeste, mas considerou “estritas e complexas” as condições impostas naquele caso.
Conforme revelou o Blog do Gilberto Léda na manhã de quarta-feira, 9, a Anvisa não deu à Sputnik V o mesmo aval de segurança e eficácia que o concedido aos imunizantes da AstraZeneca, Pfizer e Sinovac, por exemplo.
“Na prática, uma parte do quantitativo de doses da vacina poderá ser importada no primeiro momento para ser utilizada dentro de um estudo de efetividade a ser seguido pelos estados requerentes”, diz um comunicado da agência.
Diante disso, o Consórcio Brasil Central optou por aguardar que a Anvisa conceda autorização para uso emergencial antes de efetivar a compra do imunizante.
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Em mais uma agenda positiva, o vice-governador Carlos Brandão autorizou, nesta quarta-feira (9), início da obra do Ginásio Georgiana Pflueger (Castelinho), em São Luís.
Com o secretário de Estado do Esporte e Lazer (Sedel), Rogério Cafeteira, Brandão assinou ordem de serviço que contempla investimentos de mais de R$ 22 milhões.
Com um projeto de engenharia tecnológico e inclusivo, a nova praça esportiva contará com vestiários, banheiros, academia, alojamentos, sala vip, área de administração, lanchonete, área de paisagismo, sinalizações, estacionamento, acessibilidade e iluminação.
O vice-governador Carlos Brandão pontuou sobre os esforços realizados pelo Governo do Maranhão em garantir ações e projetos que gerem incentivo ao esporte, aliado a geração de renda para o povo.
“Este é o momento em que o Governo do Maranhão se destaca não somente por ações de combate à Covid-19, mas, em algo que consideramos fundamental para estes tempos de crise: gerar emprego e renda. Com um investimento de R$ 22 milhões, estamos propiciando novas oportunidades ao setor da construção para, no contexto ideal, entregarmos à população um ginásio perfeitamente adequado aos diversos públicos e finalidades”, comentou.
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A Agência Estadual de Mobilidade Urbana (MOB) vai regulamentar a lei do deputado Yglésio Moisés (PROS) que prioriza médicos no transporte aquaviário. Esse foi o resultado de uma reunião realizada na tarde de terça-feira (8), na sede da MOB, entre o deputado, o presidente do órgão, Daniel Carvalho, e demais dirigentes da agência, para discutir o funcionamento da lei no Maranhão.
Com a sanção da Lei 11.480/2021, de autoria de Yglésio, médicos passaram a ter prioridade no transporte aquaviário, em todo o Maranhão, a exemplo dos ferryboats, balsas e outros meios similares. A lei tem o objetivo de agilizar o fluxo intermunicipal de médicos para garantir melhor atendimento a pacientes.
Segundo o parlamentar, como os trechos que regulamentavam o funcionamento da lei foram vetados pelo governador Flávio Dino (PCdoB), os quais sugeriam tempo mínimo para a compra das passagens pelos médicos e número de vagas por viagem, houve a necessidade da edição de portaria regulamentando os critérios a serem seguidos pelos profissionais durante as viagens.
“Com a sanção da lei do deputado Yglésio, a MOB vai especificar quais os procedimentos que devem ser adotados, o que os profissionais, para terem esse direito, devem fazer também para que possamos dar cumprimento à lei, obedecendo e dando prioridade a quem, de fato, está exercendo sua função de trabalho na saúde pública”, pontuou Daniel Carvalho.
Com a regulamentação, os profissionais médicos deverão seguir critérios estabelecidos para terem direito à prioridade prevista na lei, ajudando a evitar que médicos fora de suas atividades tenham direito ao trânsito prioritário.
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Em entrevista ao programa Abrindo o Verbo, da Rádio Mirante AM, o secretário estadual de Educação, Felipe Camarão, falou sobre o seu pedido de filiação ao Partido dos Trabalhadores (PT), protocolado na última segunda-feira (7).
“Estou entrando na política eleitoral, pleiteando um mandato eletivo, a partir do trabalho que eu desenvolvi ao lado do governador Flávio Dino (PCdoB)”, disse o secretário, detalhando sua trajetória.
Este será a primeira disputa eleitoral de Camarão, que pretende concorrer a uma vaga na Câmara dos Deputados em Brasília. Contudo, existe a possibilidade de que ele faça parte da chapa do vice-governador Carlos Brandão (PSDB), pretenso candidato ao governo estadual.
“No debate sobre o partido, a partir do que está acontecendo nacionalmente e da nossa visão de como as coisas ocorrem na política estadual, o governador Flávio Dino, eu e outras pessoas concluímos que o melhor caminho seria pleitear uma filiação ao PT. E essa foi a minha missão, eu dialoguei com todas as correntes do PT: tanto no município, como no estado e a nível nacional”, pontuou.
Durante a entrevista, Felipe Camarão projetou uma possível retomada das aulas da rede estadual em modelo híbrido no mês de agosto. “Estou liderando esse trabalho de revisão de protocolos, diálogos com a categoria dos professores e professoras, funcionários das escolas, pais, mães e estudantes”, detalhou Camarão. (Com informações da Mirante AM)
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O senador Roberto Rocha (sem partido) responsabiliza estados e municípios pela baixa vacinação da população brasileira contra a Covid-19.
Segundo ele, o governo federal não tem qualquer competência a não ser distribuir doses aos entes subnacionais.
“Já são mais de 100 milhões de vacinas, desde a semana passada, entregues aos estados e municípios. O meu estado já recebeu mais de 3 milhões de vacinas. Tem mais de meio milhão estocadas para poder continuar vacinando. Então, claro que o problema não é vacina, é vacinação. E a competência não é do governo federal”, disse, ao participar da CPI da Pandemia, no Senado, na terça-feira, 8.
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