
O secretário de Estado da Saúde, Carlos Lula, anunciou na manhã desta quarta-feira, 9, em entrevista ao programa Ponto Final, da Mirante AM, que será feito um mutirão de vacinação na Grande Ilha em virtude da chegada de um lote de doses da vacina Janssen, produzida pela Johnson & Johnson.
Carlos Lula que é presidente do Conselho Nacional do Secretários de Saúde (Conass), confirmou que foi consultado pelo Ministro da Saúde Marcelo Queiroga sobre a aquisição de 3 milhões de doses do imunizante e se seria viável a aplicação rápida dessa vacina, uma vez que o lote tem um prazo de validade curto, até 27 de junho.
O secretário de Saúde do Maranhão disse haver dado aval positivo para a compra do imunizante e disse que elas serão distribuídas somente para as capitais. Aqui no Maranhão, porém, o imunizante será aplicado também nos municípios que fazem parte da região metropolitana de São Luís. A justificativa é a logística para essa orientação do Ministério da Saúde, que também não especificou, pelo menos ainda, um público alvo.
Carlos Lula também comentou a discussão sobre a aplicação de uma terceira dose da CoronaVac, mas que está em fase preliminar – assunto foi tema de recentes entrevistas do deputado estadual Yglésio Moyses. O secretário reforça que, por ora, a vacina tem eficácia e segurança atestadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), e pede cautela ao se falar em revacinação.
“Precisamos ter muita cautela e calma para debater esses temas, para não assustar a população. Todas as vacinas dão algum grau de proteção, só que ninguém sabe que grau de proteção é esse. Na verdade nós estamos na fase 4, que é a testagem em massa da população. É verdade que já se falar em uma terceira dose da Coronavac, mas isso está sendo debatido no âmbito do Ministério da Saúde e com toda cautela possível. Tem estudos que apontam uma possível diminuição dessa vacina na população idosa, mas não precisamos entrar em desespero. Todas tem eficácia assegurada pela Anvisa”, ponderou Carlos Lula.
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O deputado estadual César Pires (PV) denunciou nesta quarta-feira, 9, na Assembleia Legislativa, novo corte no orçamento da Universidade Estadual do Maranhão (Uema): desta vez, revelou, foram R$ 74 milhões.
Segundo ele, o remanejamento dos recursos das universidades estaduais já ultrapassa os R$ 100 milhões só neste ano.
“Primeiro foram retirados cerca de R$ 30 milhões da Uema e da UemaSul, em maio. Agora, no dia 2 de junho, foram mais R$ 74 milhões transferidos do orçamento da Uema para a Sinfra (Secretaria de Infraestrutura). Ou a universidade tinha dinheiro em excesso e não está sabendo aplicar seus recursos, ou o governador não dá a menor importância à qualidade do ensino superior no Maranhão”, ressaltou César Pires.
Pelo Decreto 36.772, publicado no Diário Oficial do Estado do dia 2 deste mês de junho, o governador determinou que fossem retirados R$ 74.373.793,00 do orçamento da Uema. Esses recursos, segundo o mesmo decreto, seriam destinados ao desenvolvimento institucional e à administração daquela universidade, e a ações de valorização, formação e capacitação dos profissionais da educação superior, além da expansão da graduação e a implantação e modernização dos campi. Esses recursos agora serão usados em ações da Sinfra, como implantação e melhoramento de logradouros públicos, pavimentação de vias urbanas e rodovias.
“O que me espanta é o silêncio do diretório acadêmico e das associações de professores e de servidores da Uema. Muito lutaram pela qualidade do ensino naquela universidade, e tenho orgulho de fazer parte dessa história. Eu não me calarei, e espero que a comunidade uemiana rompa o silêncio, já que muitos professores e servidores acreditaram que o governador iria valorizar aquela instituição. Se hoje retiram mais de R$ 100 milhões, amanhã vão tirar muito mais do ensino superior no Maranhão. Isso não podemos aceitar”, finalizou César Pires.
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Morreu na madrugada desta quarta-feira, 9, o empresário Rafael Lobão. Ele foi mais uma vítima da Covid-19 no Maranhão.
Rafael estava internado há aproximadamente duas semanas, tendo sido entubado para tratamento. Chegou a apresentar melhora nos últimos dias, mas não resistiu..
À família e aos amigos, nossos mais sinceros sentimentos.
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De tanto “rodar”, o senador Weverton Rocha está ficando “tontinho”. Desde de janeiro deste ano, o pedetista perambula em Brasília, buscando meios para firmar uma pré-candidatura ao governador que vem se esvaziando a cada dia.
Em março, chegou a se oferecer ao presidente Jair Bolsonaro e chegou a pensar se filiar ao DEM para ser opção da direita na disputa pelo Palácio dos Leões, sede do Governo Estadual. A estratégia, entretanto, não colou por falta de confiança e identidade com o projeto atrelado ao Planalto.
No mês passado, depois que o PT – partido do ex-presidente Lula, começou a iniciar um diálogo com o vice-governador Carlos Brandão (PSDB), espécie de candidato natura do grupo do governador Flávio Dino (PCdoB), Weverton voltou a aprontar uma das suas.
Usou seu aliado Márcio Jardim, para cogitar a possibilidade de se filiar na legenda visando uma disputa em 2022 pelo partido petista, mas o convite não foi aceito. Nos bastidores, o senador maranhense fez de tudo para impedir, inclusive, a filiação do secretário Felipe Camarão, considerado hoje a principal peça de Brandão na disputa vindoura. A estratégia não vingou e Weventon viu seu principal adversário se fortalecer ainda mais para a corrida sucessória.
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O procurador-geral de justiça, Eduardo Nicolau, se reuniu na manhã desta segunda-feira, 7, com o defensor público-geral do estado, Alberto Bastos, e com a promotora de justiça Glória Mafra (coordenadora do Centro de Apoio Operacional de Defesa da Saúde do Ministério Público do Maranhão) para tratar do acompanhamento da vacinação nos municípios maranhenses. O encontro foi realizado na Procuradoria Geral de Justiça.
O objetivo foi dar continuidade à discussão iniciada no dia 28, em reunião realizada também na PGJ, que debateu a aceleração do plano de imunização nos municípios maranhenses e a alimentação correta dos dados no sistema do Ministério da Saúde.
O motivo foi a existência de 600 mil doses entregues aos 217 municípios do estado que ainda não constavam no registro do Ministério da Saúde como aplicadas. Além disso, 37 cidades estavam com o índice de vacinação abaixo da meta.
Naquela audiência, foi emitida Recomendação conjunta para que os Municípios com a imunização atrasada regularizassem a cobertura vacinal até o dia 11 de junho. Do contrário, as instituições envolvidas vão tomar as medidas judiciais cabíveis.
MEDIDAS
Para melhorar a cobertura vacinal, a promotora de justiça Glória Mafra informou no encontro desta segunda-feira, 7, que vai se reunir nesta terça-feira, 8, com técnicos da Federação dos Municípios do Estado do Maranhão (Famem), da Secretaria de Estado da Saúde (SES) e do Conselho de Secretários Municipais de Saúde do Estado do Maranhão (Cosems) para identificar a situação de cada município: as causas do atraso na vacinação.
“Também vamos apurar e tentar entender as diferenças dos dados do Localiza SUS e do portal da SES. A ideia é propor soluções principalmente para os municípios que estão com a vacinação abaixo da meta”, declarou Glória Mafra.
Na reunião, o procurador-geral de justiça, Eduardo Nicolau, ressaltou que após a Recomendação muitos municípios aceleraram a vacinação, com a realização de mutirões, inclusive nos fins de semana, mas ainda é preciso melhorar a cobertura.
“O que nós do Ministério Púbico e os colegas da Defensoria queremos é unicamente proteger a vida do maranhense. Se a cobertura vacinal não melhorar, vamos tomar uma medida judicial. Temos que garantir esta imunização”, completou o chefe do MPMA.
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