
O governador Flávio Dino teve verbas federais à vontade e um ano inteiro para equipar o sistema de saúde para a segunda onda que já era prevista. Mas fechou o hospitais regionais, desmontou hospital de campanha e não abriu os leitos necessários. Se o sistema está em colapso não é por falta de verbas federais e sim de competência estadual.
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Depois de uma semana de bares e restaurantes fechados, os casos e mortes por Covid continuam aumentando no Maranhão. Óbvio que não funciona, pois existem outros ramos que promovem mais aglomeração do que bares e restaurantes, mas seguem funcionando e sem nenhuma medida adequada, É o caso, por exemplo, das feiras e transporte coletivo.
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A Indonésia inverteu a lógica e se deu bem. Mandou isolar os idosos e vacinou primeiro os trabalhadores. A média de casos ativos caíu 57,3% e a de mortes 52,5% desde fevereiro, quando a vacinação engrenou por lá. Deviam fazer igual aqui, vacinando trabalhadores e estudantes primeiro, deixando os idosos isolados.
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O Brasil tem combustível ecológico e renovável, o alcool, inovação a nível mundial. O problema é que ele fica atrelado ao preço da gasolina e refém das distribuidoras. Se liberar o preço, desatrelar da gasolina e permitir a venda direta aos postos, fica barato e diminui a poluição. É preciso uma decisão política e mudança nas leis.
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O senador Weverton Rocha (foto), que pretende disputar o Governo do Maranhão, trabalha em Brasília para dar palanque a Bolsonaro no Maranhão, em 2022. Meses atrás, Weverton chamou o colega de plenário Roberto Rocha (PSDB) e pediu para articular uma aproximação com o presidente da República sugerindo, inclusive, que levasse ao chefe da Nação a sugestão para que pudesse ser opção da direita na disputa pelo Palácio dos Leões.
“Se ele topar, eu deixo o PDT e posso me filiar ao DEM para dar palanque a ele no estado. Para me eleger governador, topo qualquer coisa”, afirmou Weverton, segundo uma fonte do blog que presenciou a conversa que contou com participação do deputado federal Juscelino Filho.
Bom em passar recado, Roberto teve a reunião com Bolsonaro no Palácio do Planalto e apresentou a proposta, mas acabou não sendo aceita pelo presidente da República que negou de pronto. “Deus me livre! De jeito nenhum! Isso é coisa do ‘calça curta’ querendo me desmoralizar”, disse Bolsonaro se referendo a Flávio Dino.

Apesar da negativa, Weverton não desistiu do seu plano. Essa semana, ele se aproximou do presidente nacional do Republicanos, Marcos Pereira. Durante um encontro, o senador maranhense vendeu a possibilidade real de se eleger governador, mostrou pesquisas e afirmou que precisava da força de uma máquina para chegar mais forte em 2022.
No primeiro momento, o comando nacional do Republicanos falou que Weverton precisava demonstrar algum gesto que estava disposto a romper com governador Flávio Dino, adversário de Bolsonaro. Foi então que Weverton sugeriu a ida do deputado federal Gil Cutrim ao antigo partido do vice-governador Carlos Brandão, provável adversário do senador em 2022.
A filiação de Cutrim à sigla de Flávio Bolsonaro, portanto, é um indicativo que Weverton quer mesmo dar palanque a Bolsonaro no Maranhão na disputa do ano que vem. É aguardar!
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