
O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quinta-feira (22) enviar os processos aos quais responde o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para a Justiça Federal do Distrito Federal.
Com isso, a segunda instância para os casos do petista passa a ser o Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), de perfil garantista, e que tem como um dos seus membros o maranhense Ney Bello Filho.
O Supremo retomou nesta quinta o julgamento de recursos sobre a decisão individual de 8 de março do ministro Edson Fachin que anulou as condenações de Lula na Justiça Federal do Paraná, na Operação Lava Jato. Na decisão, Fachin considerou que a 13ª Vara Federal de Curitiba, responsável pelos casos da Lava Jato relacionados à Petrobras, não era a instância competente para julgar Lula — para o ministro, as acusações ao ex-presidente não tinham relação direta com a Petrobras.
Na retomada do julgamento, os ministros decidiram se os processos ficariam na Justiça Federal do Distrito Federal, como entendeu Fachin, ou se iriam para São Paulo, como sugeriu o ministro Alexandre de Moraes — por ser o local, segundo interpretação do ministro, onde supostamente teriam ocorrido os crimes dos quais Lula foi acusado.
Seis ministros (Edson Fachin, Luís Roberto Barroso, Rosa Weber, Dias Toffoli, Cármen Lúcia e Gilmar Mendes) entenderam que, com a anulação das condenações, o destinatário dos processos é a Justiça Federal do Distrito Federal. Ricardo Lewandowski e Alexandre de Moraes defenderam o envio para a Justiça Federal de São Paulo. Para Nunes Marques, Marco Aurélio Mello e Luiz Fux, as ações deveriam permanecer em Curitiba.
Na semana passada, o plenário rejeitou recurso da Procuradoria-Geral da República (PGR) que buscava reverter a anulação das condenações do ex-presidente.
Rejeitado o recurso, as anulações das condenações estão mantidas, e Lula permanecerá elegível.
Com informações do Globo.com
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Na manhã do dia 20 de abril de 2021, a Superintendência da Polícia Federal no Maranhão em conjunto com a Unidade Especial de Repressão à Falsificação de Moedas da Polícia Federal e com a Coordenação de Segurança Corporativa dos Correios realizou 3 (três) prisões em flagrante durante diligências da Operação Rebote Fakes 2, cujo trabalho consiste em investigar organizações criminosas que estão falsificando e revendendo, através da internet, moeda falsa.
Foram presas duas pessoas em São Luís/MA e uma pessoa em Santa Rita/MA, que teriam adquirido o dinheiro falso através de contato com os falsários, recebendo o objeto do crime através de encomendas enviadas pelos Correios. Foram apreendidos aproximadamente R$ 10.000,00 (dez mil reais) em cédulas falsas.
Os envolvidos responderão pelo crime de moeda falsa, art. 289, §1o do CPB, cuja pena é de reclusão, de 3 a 12 anos, e multa.
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Morreu nesta quinta-feira (22), a ex-vereadora de São Luís, Helena Castro. Militante histórica em defesa da saúde, a enfermeira chegou a exercer a função de secretária da Saúde de São Luís e secretária de Administração e Previdência do Maranhão, ambas as vezes em governos de Jackson Lago.
A ex-vereadora era filiada ao PDT e teve grande atuação nos movimentos sociais.
A causa da morte não foi divulgada.
Helena Castro era natural de Viana e deixa dois netos.
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SÃO LUÍS-MA: Desde o ano passado a Polícia Federal(PF) investiga contratações diretas emergenciais de empresas ou sem licitação para a compra de materiais médico-hospitalares para o enfrentamento ao novo coronavírus na Secretaria Municipal de Saúde (Semus) de São Luís.
Apesar do esforço dos agentes federais em combater a sangria nos cofres do erário da capital maranhense, muitos indícios de irregularidades ainda envolvem o órgão municipal responsável em prestar assistência primária visando a saúde da população por meio da prestação de socorros médicos de urgência e emergência.
Prova disso, por exemplo, foram dois contratos para aquisição de kits de reagentes usados em testes de gasometria, firmados no último dia 13 deste mês, sob suspeita de irregularidades – ambos em anexo abaixo.
Segundo o blog do Antônio Martins apurou, a contratação por inexigibilidade, foi realizada visando atender as necessidades dos Laboratórios dos Hospitais Dr. Odoriro Amaral de Matos (Hospital da Criança), Dr. Clementino Moura – Socorrão II e, Hospital da Mulher. A modalidade escolhida ocorre nos casos em que não há concorrência e o administrador não tem outra opção senão contratar sem licitar.
DOCUMENTOS
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E aqui para baixar o contrato nº 026
De acordo com as informações, amparado por supostos pareceres jurídicos irregulares emitidos pela assessoria jurídica, o secretário Joel Nunes Júnior – o Dr. Joel, assinou as propostas com valores diferenciados: uma de R$ 881.520,00 e outra de RS 911.130,00, garantindo, assim, a possibilidade de não ultrapassar o limite máximo permitido para compras na modalidade.
Conforme a legislação vigente, o fracionamento de despesas públicas ocorre com o objetivo de evitar realização do devido procedimento licitatório para suposta aquisição desses referidos bens e serviços correspondente ao somatório dos valores gastos, dividindo a despesa e adotando modalidades menos amplas para cada compra/contratação.

Por terem a mesma natureza, as aquisições deveriam ser consideradas em sua totalidade, como uma única aquisição, como determina a Lei nº 8.666/93, o que implicaria em uma licitação mais rigorosa. A soma das duas transações dá um total de R$ 1.792.650.
A empresa Cia Saúde Comercio, Representações e Serviços Ltda., foi a beneficiada com o suposto fornecimento e dispensa. A firma, cujo nome de fantasia é Cia Saúde Produtos Diagnósticos e Hospitalares, tem um capital social de R$ 600 mil e está registrada na Rua das Hortas, 76 – Centro, em São Luís. O quadro societário é composto pelos empresários Augusto Cesar Silva Nunes e Elie Georges Hachem.
Se as irregularidades forem constadas e o Ministério Público ingressar com ações, objetivando pedir a responsabilização dos agentes na contratação indevida, os envolvidos – incluindo os empresários – podem sofrer sanções com base no artigo 12, incisos II e II, da Lei de Improbidade Administrativa, com a perda da função pública, suspensão dos direitos políticos, pagamento de multa e proibição de contratar com o poder público.

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Tramita na Câmara Municipal de São Luís, projeto de lei que determina a todos os hospitais públicos e privados da cidade, disponibilizarem leitos, macas e cadeiras de rodas dimensionados para pessoas obesas. O PL nº 032/21, de autoria do vereador Paulo Victor (PCdoB), foi pautado durante a sessão extraordinária remota desta terça-feira (20).
De acordo com a proposta, as unidades devem adequar 10% dos leitos, macas e cadeiras para pacientes deste grupo. Após a publicação da lei, os hospitais terão 120 dias para cumprir a determinação.
Para o vereador, o objetivo do projeto é justamente proporcionar à essas pessoas, acomodação e transporte adequados e dignos. A proposição também cumpre o que define a Constituição Federal – que todos têm direito à saúde.
“A obesidade vem se mostrando como um problema crônico na sociedade, não somente em países desenvolvidos, mas também nos países em desenvolvimento, como o Brasil. E, consequentemente, nosso município está inserido nesta realidade”, justificou Paulo Victor.
Os hospitais devem informar na entrada e em outros setores, que estão cumprindo o que pede a determinação. Caso não seja atendido adequadamente, o paciente terá direito à indenização por danos morais de, no mínimo, 9 salários mínimos, sem limite de valor máximo. Também um disque-denúncia será criado para reportar esses acontecimentos.
O projeto de lei foi apreciado pelos vereadores e encaminhado para as comissões de Justiça, Saúde, Direitos Humanos e Orçamento. Após cumprir a tramitação regimental, ele será votado novamente pelo plenário e enviado para sanção do Executivo Municipal.
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